Comité de ética japonês responde a queixas sobre Demon Slayer

O filme anime de Kimetsu no Yaiba (Demon Slayer) foi a maior transmissão de anime de todo o século XXI com a Fuji TV a registar números impressionantes de visionamentos. Como o filme anime é uma continuação direta da primeira temporada, a Fuji TV também mostrou dois especiais de recapitulação no início do mês, contendo extensas sequências da série.

Mas nem todos ficaram satisfeitos com os episódios resumo. Após a exibição dos especiais, o , o comité de ética de radiodifusão japonesa, recebeu uma série de reclamações sobre “a transmissão no horário nobre de um trabalho anime com um filme famoso”, uma descrição que só se aplica a Demon Slayer durante o período de tempo em que as reclamações surgiram. Entre as reclamações estavam “Há muitas cenas de derramamento de sangue e crueldade” e “Fiquei incrivelmente desconfortável com as representações grotescas de pessoas a ser comidas, um braço a ser arrancado e outros atos terríveis de violência”.

Embora o BPO seja uma organização não governamental o seu status de proeminência no Japão significa que as suas investigações, declarações e recomendações para as emissoras têm uma certa influência.

Sobra as reclamações o BPO afirmou:

A popularidade da série e do filme sugere que o seu conteúdo foi considerado aceitável.

Além disso, o conceito de discrição voluntária do espectador enquanto assiste é amplamente compreendido e aceite.

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