Komi Can’t Communicate: Episódio 11 – A Matadora de virgens

Artigo por Jonh Vini. Podem enviar os vossos artigos aqui.

Antes de começar a falar do episódio já começou lhe perguntando: qual é o maior defeito do anime para vocês até agora?, isso me ajudará para a produção da review final, que já estou produzindo, mas encontro uma dificuldade bastante elevada: conheço a obra original e muito das referências apresentadas na adaptação são captadas por mim, mas por causa disso posso está me cegando para alguns defeitos que a adaptação, então faça que nem o Felipe no último destaque lançado antes da produção dessa review que falou a principal falha para ele, respondendo a ele com uma pergunta, não leve para o pessoal Felipe, mas que personagem você mais detesta? é uma curiosidade pessoal, mesmo provavelmente sabendo quem seria(se não for a Yamai pode me esmurraçar), pois geralmente as críticas que ouço da repetição da obra cai pela existência da personagem, não que a obra não seja tão repetitiva, apesar que esta estrutura da obra é acolhedora para mim, pois os personagens são fantásticos, mas meu pensamento sobre a “falta de conflito” caia mais pela escolha dos capítulos que são adaptados, já que para mim o objetivo dessa adaptação é focar no desenvolvimento da Komi-san e Tadano, claro observando de maneira ampla.

Faça a Komi-Sama feliz.
Faça a Komi-Sama feliz.

Depois dessa introdução/pedido vamos falar do episódio que foi basicamente a previsão do que acontecerá no episódio final, sim senhoras e senhores eu previ que teremos o festival cultural no final da temporada, mas me surpreendeu o festival começar já desde esse episódio, pois pensei que só seria a introdução da Otori Kaede e seu desenvolvimento com a Nene, tanto que esperei esse episódio para conseguir uma imagem delas juntas, já quando penso numa, automaticamente vem a imagem da outra, fora que o estereótipo da Otori(尾鶏 楓/おとり かえで) é ser uma pessoa avoada, já que Otori(尾鶏) pode significar calmo ou relaxado, já Kaede(楓) significa bordo(explicando o tom dos cabelos); enfim normalmente esse dois estereótipos aparecem num mesmo personagem ou próximos em qualquer obra, o engraçado é o fato da Moriyama Yurika, dubladora da Otori, está fazendo um outro trabalho com Aoki Ruriko(Air Groove de Uma Musume, Tada Riina de The Idolm@ster e Nonna de Cross Ange), que mais irônico é que estou acompanhando isso, em Puraore a Moriyama interpreta Yanagida Kaoruko, que é uma das protagonistas e lá aparenta o mesmo tom de voz da Otori enquanto Aoki Ruriko interpreta Kikuchi Juri que é uma colega de time, mas só aparece na figuração.

Dupla imbatível.
Dupla imbatível.

Depois dessa trívia vamos voltar a organização do festival e uma ressalva aqui é que tivemos os cortes esperados do original para a animação, mas um corte me incomodou, vocês lembram que falei no episódio 4 que Omoharu e a Yamai não se dão bem até um acontecimento do segundo ano, então desde dos capítulos adaptados do episódio passado haveria um desenvolvimento entre as duas, que foi sumariamente cortado em detrimento do desenvolvimento de Komi-sama, pois bem essa “desavença” apareceria logo no primeiro segmento deste episódio e ganharia contornos até o tal acontecimento do segundo ano que teve uma certa apresentação na ideia da Omoharu; depois de lhe instigar vamos falar do Otaku que só vai aparecer quando o autor quer colocar a ideia de um Otaku mais atual, que ainda queima por suas paixões, mas usa a lógica para expor sua linha de raciocínio(na verdade estou falando dele pelo fato que em um capítulo ele canta a abertura de Lucky☆Star).

Um exemplo para profissão.
Um exemplo para profissão.

Vamos ignorar o segmento da preparação e do testador de Maids/Blend S, muito por esse último não achar o dublador dele; para falarmos da “aparição” do Shousuke e da Hitomi no Maid cafe, eu esperava que a produção fizesse um frame exclusivo entre os dois, já do peso deles no segundo ano, entretanto espero que isso ocorra no episódio final, apenas para ressaltar a importância dos dois.

O rei delas.
O rei delas.

Por fim chegamos ao segmento da capa e muito esperado por mim, já que a lenda de Tadano-kun-chan ronda os fãs do mangá finalmente foi animado, claro que esperava mais da piada dele, mas o que nos foi entregue foi ok, nada tão complicado, além da animação da “transformação”, mas pelo que eu vi nas redes foi muita gente incorporando a Komi-Sama e gostando dessa transformação que gerará muito trabalho no segundo ano.

Salve essa imagem pela semelhança deles.
Salve essa imagem pela semelhança deles.

Basicamente era isso que eu tinha para falar do episódio do anime da Nossa Imaculada Senhorita/Rapariga, aqui é Jonh Vini e o foi minha review desta série, estou à espera dos vossos Feedbacks do episódio e da review para melhorar minha escrita para vocês, não se afobem pois arrependimento mata, vamos discutir pacificamente, sem puxar palavras de baixo calão já que como podem ver eu não desferir nenhuma contra vocês, fora que é saudável porque enriquece a vida e até mais.

Quando vermos uma profissional trabalhando é aterrorador.
Quando vermos uma profissional trabalhando é aterrorador.
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Felipe Soares
Felipe Soares
19 , Dezembro , 2021 19:31

A Yamai é certeza que é a pior personagem da série justamente pela gag dela agir como uma stalker/tsundere em toda aparição. Talvez se ela tivesse mais momentos “normais” e a gag dela fosse usado de outras formas, talvez eu gostasse um pouco da personagem.

Outra personagem que acho bem ruim é a menina que fica desafiando a Komi-san (sem ela saber). A primeira aparição dela foi divertida, mas a piada envolvendo o desafio perdeu a graça pra mim nas vezes seguintes que ela apareceu, principalmente pela piada ser feita da mesma forma.