Komi Can’t Communicate: Episódio 3 – Me passem passagens bíblicas com Komi-sama

Artigo por Jonh Vini. Podem enviar os vossos artigos aqui.

Vocês lembram que eu falei que esperava o mínimo uma dublagem quando a Netflix lançasse em sua plataforma, afinal de contas com um delay de duas semanas é suficiente para ter no mínimo uma dublagem mediana, mas todos vocês sabem muito bem o que ocorreu, sinceramente eu não reclamaria numa legenda “porca” se fosse um simulcast direto com o Japão, mas esperar duas semanas para lançar um produto incompleto, a Netflix sabe muito bem que seu público consomem anime dublado, tirando aqueles que consome legendado, a dublagem alcançaria um público maior que um público que consome, exclusivamente ou não, legendado, afinal este último é mais diversificado e extremamente exigente, fora que muitos deles consome anime semanalmente e essa foi a principal ideia do marketing da obra quando coloca no card na plataforma, realmente se eu soubesse o motivo do delay da obra na plataforma não reclamaria, até porque eu daria a ideia do simulcast, afinal de contas é uma ótima desculpa dizer que “estamos trazendo a obra com a mesma regularidade que no Japão, então é complicado fazer algo detalhado com o tempo escasso que possuímos”, a desculpa perfeita para a enxurrada de críticas pelo material entregue, a dublagem seria a resposta perfeita para contornar a dificuldade da fonte da legenda presente da plataforma, afinal temos até uma narradora que comenta os quadros menores presentes na obra então uma união entre a dublagem e a legenda seria a saída perfeita para a dificuldade que é legendar Komi-san.

Indo direto por episódio, já começo puxando minha carta pleonasmo, pois o anime esta fantástico, não tanto quanto os anteriores, mas ainda existe uma paixão na staff em trazer todo os aspectos propostos no original, mas trabalhando com a mídia que está sendo publicada como é o anime, a cena do jogo, que é o grande tema do primeiro ano, mas caso você não tenha entendido o jogo, relaxe, eu também não entendi, mesmo já tendo visto o jogo, mas terá um jogo bem pior lá para frente na obra, mas ignore as regras e foque na atmosfera de quando o jogo valia algo, nesse ponto Kazuki Kawagoe lembrou de seus trabalhos em Beyblade Burst para passar o clima tenso que surgiu no jogo.

Vocês ficariam diferentes?
Vocês ficariam diferentes?

Indo por personagem da semana, não citarei todos os personagens presentes no episódio que é gente pra caramba, então vamos focar na Agari Himiko(上理 卑美子/あがり ひみこ) que vocês já sabem o que o nome dela significativa, mas vamos acrescentar informações pois se separamos os kanjis, especificamente 卑(ひ) que pode ser lido como Humilde, Vil e Vulgar, explica as caras dela que aliás foi bem-feita que pensei que está vendo algo +18, mas também comilão, isso será explicado no episódio que vem, mas me surpreendeu foi o trabalho da Fuji Yukiyo(Mimi Pearlbaton de Re:Zero, Hayakawa Tazuna de Uma Musume, Alpaca Suri de Kemono Friends, Millianna/Gemini de Fairy Tail e Latifah Fleuranza de Amagi Brilliant Park) casou até que bem com a personagem, pois pegou a doçura da personagem, mas também com seu jeito “estranho”, a dinâmica de apresentação dela foi muito bem implementada, Agari é a primeira personagem de facto se torna amiga da Komi-San e por isso ela é tão quista por mim, ela é a primeira pedra do objetivo da Komi-san de fazer 100 amigos, tanto que quando anunciaram a adaptação da obra, eu logo pensei nela, ela é uma personagem lembrável por múltiplos motivos, então esperem muito dela.

Essa cara é bastante conhecida.
Essa cara é bastante conhecida.

Basicamente era isso que eu tinha para falar do episódio do anime da Nossa Imaculada Senhorita/Rapariga, aqui é Jonh Vini e o foi minha review desta série, estou à espera dos vossos Feedbacks do episódio e da review para melhorar minha escrita para vocês, não se afobem pois arrependimento mata, vamos discutir pacificamente, sem puxar palavras de baixo calão já que como podem ver eu não desferir nenhuma contra vocês, fora que é saudável porque enriquece a vida e até mais.

A Aclamação divina.
A Aclamação divina.
Fundou o OtakuPT em 2007 e desde então já escreveu mais de 40 mil artigos sobre anime, mangá e videojogos.