CEO da PlayStation refere que o Xbox Game Pass é um serviço insustentável

A Xbox Game Pass, é para uma esmagadora maioria o serviço de excelência na distribuição de videojogos. A sua qualidade e variedade são tal forma de elevadas que passou também a ser conhecida como a Netflix dos jogos. Contudo, este modelo de serviço não agrada ao CEO da PlayStation, e o próprio pronunciou-se de uma forma bem pelicular.

 Jim Ryan, o presidente e CEO da empresa, recentemente esteve numa entrevista conduzida pelo GamesIndustry. Nesta o patrão da Sony Interactive Entertainment sugeriu que não fazia sentido para a empresa adotar a prática por questões financeiras e pela maneira como a Sony encara o seu mercado atualmente. Jim reforçou que a política da empresa é cada vez mais de criar jogos maiores e melhores, e que desta forma seria insustentável criar um serviço, semelhante ao galardoado serviço da Microsoft.

Jim reforçou esta afirmação comentando:

Para nós, ter um catálogo de jogos não é algo que defina uma plataforma. O nosso argumento de venda, como já sabem, é o de criar novos jogos e ótimos jogos. Nós já tivemos esta conversa antes e não vamos seguir o caminho de colocar novos lançamentos num modelo de assinatura. Estes jogos custam muitos milhões de dólares, alguns bem mais de 100 milhões de dólares, para serem produzidos.

Jim rematou o final da entrevista referindo:

“Queremos fazer jogos maiores e melhores, e, com sorte, mais duradouros. Colocar os mesmos num modelo de assinatura logo desde a primeira hora, para nós, simplesmente não faz sentido. Para outras pessoas em situações diferentes, pode fazer, mas não para nós. Queremos expandir e fazer crescer o nosso ecossistema existente, e colocar lançamentos num modelo de assinatura não ressoa connosco.”

Pois, para quem esperava um serviço semelhante ao Xbox Game Pass na marca azul pode parar de sonhar, visto que o manda-chuva do sítio já se pronunciou quanto a esta realidade.

Vindo de vários mundos e projetos, juntou-se à redação do Otakupt, pronto para informar todos os leitores com a sua experiência nas várias áreas da cultura alternativa. Assistiu de perto ao nascimento dos videojogos em Portugal, até à sua atualidade. Devora tudo o que seja japonês (menos a gastronomia), mas é também é adepto de grandes histórias e personagens sejam essas produzidas em qualquer parte do globo terrestre.