Death Stranding 2: On the Beach vai ser lançado amanhã, 19 de março, no PC via Steam e Epic Games Store. O port foi desenvolvido pela Nixxes Software, o estúdio interno da Sony com um historial sólido de adaptações para PC, responsável, entre outros, pelos ports de Horizon Forbidden West e Ratchet & Clank: Rift Apart. O jogo original foi lançado para PS5 a 25 de junho de 2025.
Além das funcionalidades técnicas exclusivas do PC, a Kojima Productions confirmou hoje, através do PlayStation Blog, novos modos de jogo e conteúdo que chegarão em simultâneo à versão PS5.
O novo modo “to the wilder” e conteúdo adicional
A adição de conteúdo mais relevante é o modo “to the wilder”, descrito pela Kojima Productions como o maior desafio disponível no jogo, ambientes implacáveis, inimigos mais letais, e ordens que exigem, nas palavras do próprio anúncio, “toda a engenhosidade que conseguires reunir”. Uma vez iniciado, não há retorno, é um percurso sem possibilidade de recuo.
Também novo é “Trapped in a Strange Realm”, uma área de treino em realidade virtual onde é possível reviver os confrontos de Sam com Neil. A missão serve igualmente de forma de desbloquear novas bandanas para o personagem. O Chiral Feline, a mascote felina do jogo, passa a aparecer no quarto privado a bordo do DHV Magellan e foi adicionado ao Photo Mode. Estas novidades chegam tanto ao PC como à PS5 no mesmo dia.
Death Stranding 2: Uma Viagem Emocional Ainda Mais Ambiciosa
O que a Nixxes trouxe ao PC
Do ponto de vista técnico, o port é ambicioso. A versão PC inclui suporte a DLSS 4.5, FSR 4 e XeSS 2, com upscaling e frame generation disponíveis desde o primeiro dia, além de framerates sem limite e suporte a ecrãs super-ultrawide de 32:9 para gameplay, com 21:9 para as cinemáticas. O suporte a 21:9 chega também à PS5 em atualização simultânea com o lançamento no PC.
Uma particularidade técnica digna de nota é a inclusão do Pico, o compositor de imagem progressiva desenvolvido pela Guerrilla para o motor Decima, pela primeira vez no PC. O Pico é o mesmo sistema de upscaling usado na versão PS5 e, ao contrário das soluções da Nvidia, AMD ou Intel, é nativo do motor gráfico, o que pode produzir resultados visuais diferentes consoante o hardware.
Para quem tem hardware de topo, há ainda a opção de ativar ray tracing em reflexos e oclusão ambiental, aplicado a superfícies como água e alcatrão, e a cantos, frestas e espaços entre objetos para sombras mais realistas. A Kojima Productions foi clara, o ray tracing não faz parte dos requisitos mínimos nem recomendados para a experiência principal, e não é necessário para jogar o jogo como foi concebido.
O jogo exige 150 GB de espaço em SSD e inclui um preset Portable pensado para dispositivos portáteis como a Steam Deck. O suporte a rato e teclado com mapeamento personalizado e a integração completa do DualSense com feedback háptico e gatilhos adaptativos estão também incluídos, mas para a experiência completa com o comando é necessário ligar o DualSense por cabo ao PC..
Os jogadores que ligarem a conta PlayStation ao PC recebem o fato Porter: Link e um patch inspirado no logótipo da PlayStation. Os utilizadores de PS5 recebem esses mesmos itens via atualização no dia do lançamento PC.








