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Diretor da série Persona afirma que vai redefinir os JRPG com o movimento “JRPG 3.0”

Durante um painel na G-Star 2025, Katsura Hashino, o diretor do jogo Metaphor: ReFantazio e da série Persona, partilhou a sua ambição em estabelecer aquilo a que chamou de movimento “JRPG 3.0”.

Segundo Hashino, o género passou por várias etapas desde a década de ‘80 e pode ser dividido em três fases diferentes:

  • JRPG 1.0, correspondente aos primórdios do género que foi iniciado a partir da década de 80 até ao início dos anos ‘90.
  • JRPG 2.0, estado que definiu os seus valores e a produção e teve início por volta de 1996 e continua até à atualidade.
  • JRPG 3.0, o conceito que pretende criar para redefinir e evoluir profundamente a experiência do jogador.

Hashino explicou que o JRPG 1.0 engloba clássicos fundamentais de clássicos 2D, tais como as séries Dragon Quest e Final Fantasy e o jogo Chrono Trigger que moldaram e introduziram a identidade do género aos fãs e ao mundo. Com o tempo e através destas experiências, a fanbase evoluiu para o JRPG 2.0, um período marcado por jogos 3D mais sofisticados, tais como Final Fantasy VII, Chrono Cross e Persona 5, onde se destaca um aumento na qualidade técnica e uma resposta mais direta às expectativas e necessidades dos jogadores.

No entanto, foi a visão do próprio Hashino que mais deu que falar no evento. O produtor referiu que o JRPG 3.0 representará um salto significativo que ampliará a escala e a profundidade dos jogos que vão alterar a sua estrutura e apresentação.

Para Hashino o objectivo vai ser transformar cada experiência em algo verdadeiramente memorável, capaz de deixar uma marca duradoura através da arte e da forma como os mundos e narrativas são construídos.

Bruno Reis
Bruno Reis
Vindo de vários mundos e projetos, juntou-se à redação do Otakupt em 2020, pronto para informar todos os leitores com a sua experiência nas várias áreas da cultura alternativa. Assistiu de perto ao nascimento dos videojogos em Portugal até à sua atualidade, devora tudo o que seja japonês (menos a gastronomia), mas é também adepto de grandes histórias e personagens sejam essas produzidas em qualquer parte do globo terrestre.

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