InícioJogosNarrativa e gameplay são os elementos predominantes de Artificial Detective

Narrativa e gameplay são os elementos predominantes de Artificial Detective

A Vivix anunciou durante a transmissão Xbox Partner Preview que o jogo Artificial Detective vai receber lançamento para Xbox Series, PlayStation 5, e PC (Steam and Microsoft Store) em 2027. O projeto está a ser desenvolvido veteranos do entretenimento que anteriormente trabalharam Call of Duty: Modern Warfare 2, Control, Dead Space, e Love, Death & Robots da NETFLIX.

Em Artificial Detective, os jogadores vão encarnar o AD 2846, um detetive robô em Conglomerate North, onde a humanidade praticamente desapareceu. A cidade é agora controlada por máquinas fora de controlo, originalmente criadas para a preservar. No início da história, AD encontra uma criança humana solitária chamada Mowgli. O jogo acompanha AD enquanto investiga o que aconteceu à cidade e às suas pessoas enquanto reconstrói as suas memórias perdidas.

A gameplay combina combate, furtividade e interação com o ambiente. Os confrontos podem ser abordados de várias formas, tais como colocar armadilhas e invadir sistemas. A investigação também desempenha um papel importante, com os jogadores a recolher pistas do ambiente e a desbloquear flashbacks ligados ao passado de AD.

Dois companheiros acompanham AD. Mowgli contribui para criação de itens, melhorias e progressão da história, enquanto D.A.W.G., um cão robótico, fornece apoio em combate, análise do ambiente e funções utilitárias. Estes companheiros desbloqueiam novas habilidades e opções de interação.

A exploração está estruturada em torno de um elétrico voador central que serve como base, onde os jogadores gerem melhorias, analisam pistas e aceitam missões. Fora deste centro, os jogadores viajam por diferentes áreas.

A Vivix descreve o projeto como uma experiência focada e orientada para a narrativa, em vez de um jogo de mundo aberto de grande escala, com ênfase nas relações entre personagens.

Bruno Reis
Bruno Reis
Vindo de vários mundos e projetos, juntou-se à redação do Otakupt em 2020, pronto para informar todos os leitores com a sua experiência nas várias áreas da cultura alternativa. Assistiu de perto ao nascimento dos videojogos em Portugal até à sua atualidade, devora tudo o que seja japonês (menos a gastronomia), mas é também adepto de grandes histórias e personagens sejam essas produzidas em qualquer parte do globo terrestre.

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