Produção de Horizon Forbidden West revela como construiu o seu mundo

O quarto episódio do desenvolvimento da segunda aventura de Aloy num mundo desconhecido

Sony Interactive Entertainment publicou no Blog Oficial da PlayStation mais um episódio onde a Guerrilla Games revela mais detalhes sobre o jogo Horizon Forbidden West, a aguardada segunda aventura de Aloy para as consolas PlayStation atuais. No artigo, o estúdio revela que processos utilizou para a criação de um mundo aberto imersivo, autêntico, repleto de aventura, cultura e oportunidade.

O trio composto por Espen Sogn, o designer de ambientes, Annie Kitain, a escritora da obra e Steven Lumpkin, o chefe de designs, explicam que a colaboração entre as suas equipas é vital para que todos os aspetos presentes no jogo façam sentido, permaneçam autênticos, reais, e transmitam uma sensação orgânica.

O mundo de Horizon Forbidden West, apesar de visualmente detalhado, é uma constante ameaça. As equipas visam por garantir que cada localização do jogo pareça autêntica, para que o jogador explore um mundo mais vivo e real, sobretudo tendo em conta que Aloy depende das várias povoações e dos seus NPCs para se sustentar e encontrar novo equipamento. Todos os NPCs que não interagem nos combates fazem parte de um sistema onde foram criadas regras, tais como reações. Foi ainda criado um sistema de atitude que determina a personalidade, o que significa que podem ser criadas personagens versáteis que se comportam como indivíduos neste mundo. É ainda possível distinguir visualmente cada tribo através dos seus comportamentos, e animações.

Para além da narrativa de Horizon, é imperativo que todos os sistemas estejam em sintonia para garantir aos jogadores uma experiência fantástica desde o momento que seguram no comando pela primeira vez. O equilíbrio da progressão do jogo é um dos seus principais focos, garantindo que cada jogador facilmente consegue adquirir um conjunto de equipamentos que o mantém poderoso o suficiente para enfrentar todos os desafios ao longo da aventura. Desta forma, foi criado um ecossistema que recompensa o jogador por interagir de forma mais profunda com o mundo, enquanto permanece amigável para quem pretenda manter-se focado na narrativa principal.

Tal como mencionado num dos artigos anteriores, sobre as habilidades da Aloy, as armas e os fatos são agora mais potentes e elegantes, sendo que vão não só proporcionar resistência aos diversos tipos de danos que Aloy irá enfrentar, como também irão acumular bónus às habilidades, ou seja, com uma determinada indumentaria a aventureira vai impulsionar as suas capacidades. Adicionalmente, poderá transportar até seis armas em simultâneo, e trocar de arma e fato de forma imediata, permitindo que o jogador altere a sua abordagem a qualquer momento.

Horizon Forbidden West vai receber lançamento a 18 de fevereiro de 2022 para as consolas PlayStation 4 e PlayStation 5. A versão para a máquina mais poderosa da Sony possui inúmeros benefícios, tais como o carregamento rápido, os gráficos incríveis com 60 fotogramas por segundo onde o “Modo Desempenho” aumenta a suavidade dos movimentos, animações e controlos. Os gatilhos adaptativos através do feedback háptico do comando sem fios DualSense, permitem uma maior imersão no jogo através do aumento da tensão enquanto se usa o Pullcaster, e quando Alloy coloca tensão no seu arco.

Junta-te à Aloy na sua aventura pelo oeste proibido, uma fronteira tão perigosa quanto majestosa que oculta novas e misteriosas ameaças. Explora territórios distantes, enfrenta máquinas ainda mais temíveis e fica a conhecer peculiares tribos novas no regresso ao mundo pós-apocalíptico no futuro distante de Horizon. Tempestades implacáveis e uma destruição imparável assolam a resistência dispersa da humanidade, enquanto novas máquinas temíveis caçam entre as fronteiras. A vida na Terra caminha rumo à extinção e ninguém conhece o motivo. Aloy terá de desvendar os segredos por trás dessas ameaças e restaurar a ordem e equilíbrio no mundo. Na sua aventura, irá reencontrar velhos amigos, forjar alianças com novas fações guerreiras e descobrir o legado de um passado esquecido. E tudo isto ficando sempre atenta aos avanços de um novo e aparentemente invencível inimigo.

Vindo de vários mundos e projetos, juntou-se à redação do Otakupt em 2020, pronto para informar todos os leitores com a sua experiência nas várias áreas da cultura alternativa. Assistiu de perto ao nascimento dos videojogos em Portugal até à sua atualidade, devora tudo o que seja japonês (menos a gastronomia), mas é também adepto de grandes histórias e personagens sejam essas produzidas em qualquer parte do globo terrestre.