The Witcher 3 – Análise

chegou-nos às mãos com a promessa de que seria um dos melhores  RPG de 2015, se não o melhor dos últimos tempos, será que este jogo da polaca CD Projekt RED esteve à altura do Hype gerado?

Uma coisa é certa, preparem os sentidos pois a partir do momento em que lançam o jogo são completamente absorvidos tanto pela narrativa como pela excelente banda sonora e pela qualidade gráfica que contou com a ajuda de um português, falamos de José Teixeira (Gears of War: Judgement) que foi um dos Senior VFX Artist de .

, o terceiro capítulo da franchise começa por apresentar um pouco da história aos jogadores que se colocam na pele de Geralt, um witcher à procura de Ciri (Cirilla Fiona Elen Riannon), a sua filha adotiva. A CD Projekt RED estruturou  de tal maneira que não necessitam de jogar os 2 jogos anteriores para compreenderem a história, no entanto pessoalmente acho recomendável jogarem os títulos anteriores para melhor se entrosarem no espírito da franchise e se aperceberem das pequenas referências espalhadas por este gigantesco mundo.

Sim, pois  é um enorme e rico mundo aberto onde é extremamente fácil perdemo-nos da narrativa principal envoltos nas múltiplas quests paralelas. Geralt é um witcher e como tal para além do gratificante combate medieval com espadas temos também a possibilidade de recorremos à magia sendo que o nosso personagem vai evoluindo as suas habilidades com a experiência nas muitas quests que são tudo menos monótonas.

Relativamente a Witcher 2 para além das óbvias melhorias gráficas é notória a melhoria no controlo do nosso personagem se bem que a CD Projekt RED ainda tem algumas arestas a polir principalmente nos espaços fechados e deteção de colisões. Para quem gosta de um a boa história os diálogos com os NPCs são ricos e longos e esqueçam salta-los pois vão falhar pormenores importantes.

Em jeito de conclusão  é sim um dos melhores jogos de 2015, ficando a sensação de que é uma obra de arte resultante da destilação da história e narrativa dos títulos anteriores com a adição de elementos de jogos como Dragon Age e Skyrim e a introdução de mecânicas próprias que dão ao jogo uma personalidade distinta e refinada.

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