YUKI vai receber lançamento a 22 de julho para dispositivos de realidade virtual

Uma aventura sem limites e sem barreiras

ARVORE, o estúdio brasileiro de realidade virtual que venceu um Emmy, anunciou que o jogo YUKI vai receber lançamento a 22 de julho para as plataformas Oculus Quest, Quest 2, Rift e todas as plataformas compatíveis com a Steam VR. Posteriormente também vai receber lançamento na PlayStation VR. O mesmo vai ter um custo de 19,99 €. Além de um desconto de 10% na pré-reserva, também poderá ser desfrutado 48h antes do seu lançamento oficial.

YUKI é uma mistura dos géneros bullet hell e roguelike em realidade virtual. Esta aventura vai ser ambienta num universo de anime multidimensional, sem barreiras onde controlamos a figura de ação YUKI. Move o teu corpo para te desviares de balas e outros obstáculos, enquanto lutas contra as forças malignas que querem dominar o universo!

Através de sua jogabilidade única em realidade virtual, e adicionando inovações à jogabilidade inspiradora de clássicos como STAR FOX, esta trata-se de uma aventura que desafia a consciência espacial e a precisão dos reflexos do jogador em vários níveis repletos de inimigos, obstáculos e balas. O jogo evolui com o jogador e permite que este melhore suas as habilidades equipando vários power ups, novas habilidades e armas no início de cada partida. Cada derrota é só mais um passo para um caminho com destino rumo à vitória.

Pedro Câmara, Chefe de Design e Diretor Associado da ARVORE comentou:

Com YUKI, queríamos que cada run parecesse um jogo completamente novo. Cada sessão é uma oportunidade de investir em uma estratégia que você ainda não tentou, e enfrentar uma combinação única de padrões de tiro e obstáculos. No que diz respeito ao level design, nosso maior objetivo foi abraçar a jogabilidade tridimensional de uma forma que fosse impossível em jogos “panqueca” (não-VR). Queríamos criar desafios que usassem a espacialidade ao máximo, fazendo que os jogadores realizem movimentos precisos e fluidos em todos os eixos, como se estivessem dançando com as balas inimigas. Quando ouvimos jogadores dizendo ‘Eu não poderia imaginar um jogo que brinca tanto com percepção espacial se a realidade virtual não existisse’, sabemos que fizemos um bom trabalho.

Vindo de vários mundos e projetos, juntou-se à redação do Otakupt em 2020, pronto para informar todos os leitores com a sua experiência nas várias áreas da cultura alternativa. Assistiu de perto ao nascimento dos videojogos em Portugal até à sua atualidade, devora tudo o que seja japonês (menos a gastronomia), mas é também adepto de grandes histórias e personagens sejam essas produzidas em qualquer parte do globo terrestre.
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