Criador de Punisher diz que indústria mangá é sexista e misógina

Criador de Punisher diz que indústria mangá é sexista e misógina

O escritor, argumentista e produtor de televisão americano Gerry Conway tornou-se viral nas redes sociais ao fazer uma crítica à indústria do mangá, apontando a excessiva sexualização das personagens femininas.

Os autores de comics americanos são regularmente criticados pelo tratamento ultrajante e sexista das mulheres. Mas raramente vejo comentários sobre o sexismo desenfreado e misoginia do mangá. E esse mangá é incrivelmente popular entre os leitores mais jovens.

Juntamente com essa crítica ele deixou como exemplo a capa do 4º volume do mangá Dungeon Builder: The Demon King’s Labyrinth is a Modern City!.

Num segundo post no twitter, Conway acrescentou:

Sem falar na sexualização desenfreada nos mangás de mulheres adolescentes e pré-adolescentes, que são as que mais se destacam nos mídia nos Estados Unidos. Ignoramos isso porque temos medo de criticar as culturas não ocidentais?

Nesta ocasião, Conway anexou a ilustração para o sétimo volume do mangá Ijiranaide, Nagatoro-san (Don’t Toy with Me, Miss Nagatoro).

Gerry Conway é reconhecido por ser o co-criador do anti-herói Punisher, da Marvel Comics, além de ter escrito a morte de Gwen Stacy durante a sua participação em The Amazing Spider-Man. Na DC Comics, por outro lado, ele é reconhecido por ser o co-criador do super-herói Firestorm, assim como o personagem Jason Todd e o vilão Killer Croc, além de ter escrito Justice League of America por um período de oito anos.

Claro está que depois destes comentários a secção de comentários no twitter explodiu com utiliadores a defender ou a atacar a indústria mangá

Fundou o OtakuPT em 2007 e desde então já escreveu mais de 40 mil artigos sobre anime, mangá e videojogos.