LeYa aposta no Mangá em Portugal

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O grupo editorial multinacional português LeYa revelou que criou uma área dedicada a BD, Novela Gráfica e Mangá em Portugal.

Ficamos assim a saber que a LeYa vai produzir conteúdos nas categorias de Banda Desenhada, Novela Gráfica e Mangá, com o objetivo de reforçar o seu papel no segmento que mais cresceu em Portugal em 2022.

A coordenação desta nova unidade de negócio estará a cargo de Luís Saraiva que, desde a fundação da LeYa, foi responsável pela coordenação das coleções de Banda Desenhada editadas em parceria com o jornal Público.

O editor Vítor Silva Mota, até aqui responsável pela literatura infantil e pela Banda Desenhada da ASA, assumirá a liderança da nova Direção de Direitos Internacionais da LeYa, mantendo, no entanto, a supervisão das edições da coleção Astérix, que há já vários anos tem a seu cargo.

A LeYa foi apresentada oficialmente a 7 de janeiro de 2008, como uma empresa holding, com o objetivo de se afirmar como o maior grupo editorial de toda a área da língua portuguesa. Em Portugal, o Grupo é líder na área dos livros de edições gerais e o número dois na área dos livros escolares.

Grupo LeYa foi constituído originalmente por oito editoras, sendo seis delas portuguesas — a Edições ASA, a Editorial Caminho, a Edições Gailivro, a Edições Nova Gaia e a Texto Editora —, uma moçambicana — Ndjira — e uma angolana — Nzila.

Em maio de 2008 foi anunciada a compra das editoras integrantes do grupo Explorer Investments: a Oficina do Livro, a Casa das Letras, a Editorial Teorema, a Estrela Polar e a Sebenta.

Em Portugal, a LeYa publica os seus livros através das marcas ASA, BIS, Caminho, Casa das Letras, Dom Quixote, Gailivro, LeYa, Lua de Papel, Oficina do Livro, Quinta Essência, Sebenta, Teorema e Texto.

Em 2022 a Leya passou a fazer parte do grupo neerlandês Infinitas Learning, uma das empresas líderes na Europa na área dos produtos e serviços para o ensino e aprendizagem.

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Samuel Silva
Samuel Silva
19 , Janeiro , 2023 21:59

Mais uma declaração de intenções na aposta em mangá, não é mau! Mas a ASA é deste grupo e o Cagaster teve um travão na publicação depois dos primeiros 3 volumes terem muito bom ritmo de lançamento.Vamos ver!
Deixem-me sonhar com o facto da Texto Editora ter publicado Ranma 1/2 nos 90’s e que a licença ainda possa estar na posse deles…