Wild West 2 pela Ala dos Livros

A Ala dos Livros lançou o álbum Wild West 2 – Wild Bill, por Thierry Gloris (Argumento) e Jacques Lamontagne (Desenho). Podem comprar aqui com 10% de desconto.

Podem visitar o site oficial da editora aqui.

Este é o segundo volume da série Wild West, uma série de Western realista, magnificamente desenhada por J. Lamontagne e que relata os destinos cruzados de duas das maiores lendas do Oeste Americano: Calamity Jane e Wild Bill Hickok!

Sinopse de Wild West 2 – Wild Bill

James Butler Hickok, que ficou para a história com o nome de Wild Bill Hickok, é uma das muitas personagens do Oeste Americano imortalizadas através do cinema, da televisão ou até de inúmeras novelas.

Mas como é que os caminhos de Martha Cannary, a célebre Calamity Jane, se cruzam com os de Wild Bill, esse veterano da Guerra Civil Americana que se tornou caçador de prémios e justiceiro por conta própria?

Wild West é um western deslumbrante que nos transporta ao coração do Oeste Americano, um mundo selvagem sem fé e sem lei. No rescaldo da guerra civil, com as guerras índias ao rubro, Wild Bill procura os assassinos de um crime que jurou vingar. Mortos ou vivos. E é neste território a ferro e fogo que encontrará Martha novamente.

Wild Bill é o segundo tomo da série Wild West, editada em Portugal pela Ala dos Livros.

SOBRE OS AUTORES

Thierry Gloris  (1974  – )

Nascido em Franche-Comté, França, passa a infância a sonhar diante dos álbuns de Astérix, de Gaston Lagaffe ou de Sylvain et Sylvette, dizendo a si mesmo que os seus antepassados eram definitivamente ruivos e muito inteligentes. Depois de um bacharelado científico que tirou para tranquilizar os pais, matricula-se na Faculdade de História onde obtém um DEA (diploma de estudos aprofundados). Reconhecendo que a História, tal como a literatura do século XIX, com autores como Zola, Balzac, Edgar Allan Poe e Maupassant são uma das suas principais fontes de inspiração, concluirá que, se escrever é fácil, o talento não é inato. Um clique ocorre com o nascimento da sua filha e Thierry Gloris decide realizar o seu sonho de infância: escrever argumentos de banda desenhada.

Depois de ter visto o trabalho de Mickaël na net e de ter ficado seduzido pelo seu universo, Thierry envia-lhe um argumento: surgem assim as primeiras pranchas da futura série Codex Angelique, que será publicada pela editora francesa Delcourt.

A partir de então, Gloris irá colocar toda a sua imaginação em séries muitas vezes alimentadas pela História e todas elas caracterizadas pela inventividade. São de sua autoria obras como Waterloo 1911, Malgré nous, Missi Dominici, Souvenirs d’un Elficologue, o notado Aspic, Détectives de l’Étrange transportados pelo soberbo desenho de Jacques Lamontagne, o mangá Tokyo Home, Meridia, Champs d’honneur, Une Génération Française ou a série Bushido.

Com mais de 40 álbuns no seu curriculum, Thierry Gloris tem demonstrado um certo gosto pela História, pelo fantástico, mas também por alguns temas como a identidade e o mistério.

Jacques Lamontagne (1961 – )

Natural de Quebeque, no Canadá, Jacques Lamontagne começa por desenhar nos cadernos escolares. Em vez de puni-lo, as freiras responsáveis pela sua educação pedem-lhe que represente cenas religiosas no quadro! Um primeiro contrato editorial que lhe rendeu um salário em doces, mas acima de tudo o vírus da publicação. Depois de confirmado o seu gosto pelos livros ilustrados, o pequeno Jacques viaja com Tintim, ri com Gaston, descobre Spirou e considera o presente dos seus autores favoritos como uma espécie de poder mágico inatingível.

Jacques descobre rapidamente que também possui esse poder, mas opta por não o exercer imediatamente na banda desenhada. Começa por colaborar em agências de publicidade, onde chega a director artístico, mas escolhe desistir para se tornar ilustrador freelance. Trabalha depois com agências de publicidade, editoras e revistas da América do Norte e Europa. Essa multiplicidade de contratos é uma oportunidade para experimentar vários estilos gráficos. Um cliente mostra-lhe o trabalho de um ilustrador popular? Jacques mostra-se capaz de reproduzir a sua técnica, o que rapidamente lhe rendeu uma sólida reputação de artista ultra-versátil. Com o seu desenho por vezes realista, por vezes mais redondo, a sua abordagem é semelhante à de Uderzo, um artista que o inspira, capaz de passar do humor à aventura com uma facilidade desarmante…

No final dos anos 90, Jacques trabalha para a revista humorística Safarir, onde realiza “Bertrand le rêveur”, um personagem capaz de transformar qualquer cena da vida quotidiana em cena de cinema. Assina igualmente “Les Contes d’Outre-Tombe”, uma série fantástica que lhe rendeu fãs incondicionais! Trabalhando em simultâneo em capas de vários romances (por exemplo, a série de sucesso “Amos Daragon”), Lamontagne impõe-se um outro desafio: tornar-se autor de banda desenhada a tempo inteiro. A internet permite-lhe fazer viajar o seu trabalho e Jacques efectua propostas a editoras europeias. O sucesso da sua primeira série é imediato, “Les Druides”, publicada pela Soleil, que conta com argumento de Jean-Luc Istin. Em 2009, ainda na Soleil, Jacques Lamontagne faz o argumento da primeira aventura da série “Yuna”, colocada em imagens pelo desenhador chinês Ma Yi. Em 2010, o primeiro volume da série “Aspic, détectives de l’étrange” surgiu com a chancela da Quadrants. Escreve, em simultâneo, o argumento de “Van Helsing contre Jack l’Éventreur” para a colecção 1800. Este díptico irá valer-lhe o prémio Albéric Bourgeois. Jacques Lamontagne publica depois três álbuns de “Shelton & Felter” nas edições Kennes. Em 2020, na Dupuis, assina o desenho do primeiro volume do western “Wild West”, com argumento de Thierry Gloris, emprestando o seu traço poderoso a uma certa Martha Jane Canary, que ficará para a história como Calamity Jane…

  • 56 páginas. cor
  • Cartonado. 235 x 310 mm
  • Setembro de 2021.
  • PVP: 16,90 €
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