JoJo’s Bizarre Adventure passou por vários pontos de referência este ano. Enquanto o mangá comemora o seu trigésimo quinto aniversário, as adaptações produzidas pela David Production comemoram o seu décimo! A Bandai Namco Entertainment numa tentativa de juntar ambos estes mundos, decidiu relançar uma versão remasterizada de um dos jogos da obra de Hirohiko Araki que recebeu lançamento há duas gerações atrás, JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle. Para distanciar um jogo do outro decidiu chamar-lhe JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R. No entanto, veremos que uma letra extra no título representa muito mais do que imaginávamos.

Embora a jogabilidade de JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R seja fortemente baseada no seu source material, a CyberConnect2 fez um ótimo trabalho ao criar um jogo apelativo quer para fãs, como para os entusiastas de jogos de luta. Isto porque à semelhança de Dragon Ball FighterZ, JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R, consegue reunir o público casual que vibra com as aventuras das gerações Joestar e o fervoroso mercado competitivo deste género de jogos. Como o faz é muito semelhante ao jogo da Arc System Works, visto que também emprega um sistema de autocombo e métodos muito simplistas para desferir movimentos repletos de carisma e estilo. Para os mais atentos estes elementos já estavam presentes no jogo original de 2013, o que afastou qualquer componente competitivo do mesmo, no entanto, como vivemos numa era onde a competitividade é essencial para a maturidade de um jogo de luta, a CyberConnect2 criou elementos quem o podem transitar para circuitos futuros como a EVO.

JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R é um jogo que está bem ciente da sua fonte em todos os momentos

O jogo conta com oito partes da obra que abrangem duas linhas de tempo ramificadas. Nas mesmas as personagens desenvolveram dois tipos de poder. No início da obra de Araki, ou seja, nas partes 1 e 2, que correspondem a Phantom Blood e Battle Tendency, as personagens utilizavam uma técnica denominada “Hamon” que manipulava a energia vital através da respiração, enquanto nas partes seguintes as personagens passaram a utilizar os Stands, que consistem em canalizar a força psíquica para uma forma física, conferir habilidades únicas -algumas do mais bizarro- e combater ao lado do seu utilizador. Estes dois poderes manifestam-se no abismal elenco de 50 personagens jogáveis.

Esta é outra grande novidade em Jojo’s Bizarre Adventure: All Star Battle R. Isto porque personagens favoritas dos fãs como Trish Una, Foo Fighters (F.F) ou até o intrépido Edward Speedwagon se juntaram nesta enorme celebração. Analisando mais detalhadamente cada um dos 50 integrantes, descobrimos outra grande novidade em Jojo’s Bizarre Adventure. O jogo conta “assists” que tal como o nome indica permitem no calor da batalha pedir o auxílio de um ajudante. Cada um possui diversas características. “Close Range”, “Long Range”, “Counter”, “Anti-Air”, “Moving Attack”, “Shooting”, “Trap”, “Rush Attack”, “Tricky” e “H.H Recovery”. As mesmas subdividem-se em vários “estereótipos” dos jogos de luta como “Balanced”, “Zoner”, “Grappler”, “Support”, etc, e podem ser utilizadas em duas ocasiões, “Assistências de assalto”, e “Assistências de defesa”. Enquanto a primeira permite recorrermos ao nosso ajudante em qualquer momento, a segunda permite que chegue mesmo enquanto nos defendemos de ataques. Estes elementos contribuíram para uma enorme lufada de ar fresco, quer para o jogo como para os jogadores, dado que permitem uma maior diversidade, aumentando o número de combos, e aliviar ou manter pressão nos combates. Contudo, tal como em jogos como Marvel Vs. Capcom, não podem ser utilizados incessantemente, dado que têm um uso limitado e cada necessita de um pequeno tempo de espera até poder ser utilizado novamente. Esta pequena abordagem não só imprimiu imediatamente estratégia ao jogo como também um maior número de recursos.

Jojo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R evoluiu para um jogo de luta muito ofensivo. Quando a nossa personagem não posa, terá como intuito continuar a desferir o maior número possível de combos sozinha ou acompanhada. Para tal tem ao seu dispor uma novíssima mecânica intitulada de “Flash Cancel”. A troco de uma barra de Great Heart Attack (explicaremos mais abaixo em pormenor) e pressionarmos os três botões de ataque (leve, médio, forte ou L2) durante um combo, a animação do mesmo vai ser cancelada para permitir encadear outros combos e introduzir novos ataques contínuos sem que o adversário possa responder. Muito por alto pensem em algo muito semelhante como os célebres “Roman Cancels” de Guilty Gear X para terem uma ideia de como atuam.

A produção nesta remasterização também conseguiu polir o carisma e o inconfundível estilo de Jojo’s Bizarre Adventure nos seus combates, visto que mesmo na ofensiva conseguiu emular na perfeição estes dois elementos através das novas mecânicas de defesa avançada, a “Stylish Evade” e a “Stylish Guard”. Através do seu uso os jogadores não só podem reverter a pressão como desviarem-se dos ataques do seu adversário… com estilo. Enquanto a primeira é essencialmente um “parry”, ou seja, se bloquearmos apenas durante o impacto do ataque do nosso oponente podemos evitar dano, o segundo permite evitar todo o ataque enquanto a nossa personagem posa e roda para o lado sem receber danos, abrindo uma pequena janela para contra-atacar. Para realizar esta proeza, os jogadores terão de pressionar ao mesmo tempo os botões de baixo, ataque fraco, e desvio. Escusado será dizer que ambas representam um elevado índice de risco/recompensa para o jogador, mas serão recursos vitais para os jogadores mais avançados. Considerando o tempo necessário para executar estas técnicas, é primordial que os jogadores se sintam confortáveis com as mecânicas base do jogo. Mais uma vez JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R não desaponta, visto que não se esqueceu dos seus fãs e quem deseja antes de se aventurar para aventuras vampíricas bizarras, despertar o potencial do seu “Stand” .

Jotaro (Part 4) é uma das novas adições ao elenco de lutadores

Tal como no já citado Dragon Ball FighterZ e em muitos outros jogos de luta baseados numa licença de anime, JoJo’s Bizarre Adventure All-Star R também alberga um sistema de combos automático para que os fãs das aventuras das gerações da família Joestar possam desfrutar das mesmas mesmo que não sejam adeptos de jogos de luta. Para se sentirem num verdadeiro JoJo no campo de batalha, o que devem fazer é apenas pressionar em sequência o botão de ataque fraco. Ao realizarem esta simples combinação, denominada “Easy Beat”, a personagem em questão vai encadear um combo que consiste num ataque fraco, médio, e forte que culmina com um “Heart Heat Attack” (ataque especial) se tiverem acumulada pelo menos uma barra de nível um.

O “Easy Beat” é vital para que os jogadores iniciantes possam aprender as mecânicas base do jogo, enquanto os avançados podem estudar mais uma personagem antes de a lançarem para o laboratório (Practice Mode). Mesmos assim sentimos que JoJo’s Bizarre Adventure All-Star R não possui um tempo de introdução de comando tão rígido como em muitos jogos de combate, o jogo registou diversos ataques mesmo com simples combinações de movimentos especiais e ataques normais. No entanto, quando foram abordados os festivos “Great Heart Attacks”, sentimos um tempo de introdução de comandos muito mais restrito. À vista desarmada, os “Great Heart Attacks” parecem idênticos a outros super ataques especiais de outros jogos de luta, especialmente os da série Street Fighter Alpha. Os mesmos representam na perfeição os ataques e movimentos que celebrizaram as personagens de Araki, e todos possuem estágios diferentes. Por exemplo, os jogadores necessitarão de pelo menos duas barras de “Heart Heat Gauge” para realizar um “Great Heart Attack”. No entanto, tal como a série da Capcom a sua potência aumenta conforme a quantidade de níveis amealhados da Heart Heat Gauge, e em MAX disfere 50% de danos adicionais, um efeito muito semelhante ao A-Ism de Street Fighter Alpha 3.

Os Great Heart Attacks são cópias exatas dos movimentos mais célebres da série

JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R é um dos raros jogos de luta onde o ambiente é condicionante do combate. Cada cenário conta com uma característica única da obra original. Por exemplo, no Castelo do Dio da parte 1, um candeeiro suspenso pode cair do teto, no Pillar Man Battlefield, uma carruagem transportada por cavalos vampíricos pode atropelar os lutadores, ou numa casa em Morioh City, uma fotografia assassina pode desferir um golpe de faca pela calada. Qualquer área nos cenários propensa a um “Stage Hazard” é representada por um campo vermelho e cada tem condições diferentes para ser executada. Adicionalmente, enquanto alguns hazards acontecem uma vez pelo cenário, outros podem ocorrer repetidamente, como os cavalos vampíricos da já citada parte 2. No entanto todos podem ser desativados nas opções.

A maioria dos jogos de luta -se não todos nesta era- possuem provocações que podemos executar para incitar os nossos adversários. Contudo, as mesmas não representam elementos de jogabilidade. Felizmente, tal como no mangá e anime, JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R faz destas provocações um elemento do seu próprio ecossistema. Se provocarmos um lutador quando é derrubado, não só assistimos a uma das suas características poses, como também uma das suas célebres citações em grande plano, permitindo roubar uma das suas barras de “Heart Heat Attack” para nós. Porém, só podemos utilizar este recurso uma vez por round. O carisma destes elementos na própria jogabilidade, a inconfundível arte do mestre Araki, dezenas de referências nos cenários e as célebres onomatopeias ゴゴゴゴゴ (menacing) fazem de JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R, um dos jogos de luta mais fieis à sua fonte, e todos os seus elementos representam um equilibro incrivelmente orgânico.

Algo que achamos muito interessante, e que sobressaiu logo à vista no anúncio oficial foram as roupas das suas personagens. Este pode parecer um elemento muito leve para a maioria dos jogadores, mas fã que se preze de JoJo’s Bizarre Adventure sabe certamente que não existem cores canónicas nas suas personagens. No entanto, em JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R, as personagens utilizam as mesmas cores de vestes que acompanhamos desde 2011, ou seja, das adaptações anime produzidas pela David Production. Jotaro Kujo, ao invés do seu Gakouran azul veste um negro como na série animada, Giorno utiliza um fato purpura ao invés de azul escuro e Kira usa um fato branco ou invés de rosa. O mesmo acontece com os seiyuu de algumas personagens, dado que já não encontramos Noriaki Sugiyama (Sasuke de Naruto) em Bruno Bucciarati, mas sim Yuichi Nakamura por exemplo, e até o icónico som do relógio na série animada é usado nos momentos de paragem do tempo.

O carisma e as poses icónicas são também elementos de jogo

Estes elementos embora muitos redutores aos olhares do público comum, representam uma maior maturidade e legado na série desde a primeira interação, ou seja, JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle em 2013. O mesmo pode ser dito desde o momento que entramos no menu inicial. O jogo conta com diversos modos de jogo. “All-Star Battle”, “Arcade”, “Versus”, “Online”, “Practice”, “Customize”, “Shop and Gallery” e “Options”. Felizmente, em cada modo de jogo a experiência de JoJo continua, dado que cada é apresentado por uma personagem diferente de cada uma das 8 partes, desde Phantom Blood a JoJolion.

O jogo apresenta diversos modos clássicos de jogos de luta como o Arcade, Survival (Endless) e Practice. Sem dúvida o que sobressai mais é o modo All-Star Battle. Desta vez não visitaremos apenas as batalhas mais importantes da história de cada parte enquanto as mesmas são narradas. É certo que os jogadores podem reviver as mesmas, mas com outros aliciantes. Em cada parte -exceto na primeira- o jogo apresenta uma página de mangá com diversas vinhetas. Para completarmos cada página teremos de conquistar pelo menos 3 vinhetas para enfrentar um boss e passar à seguinte. As vinhetas tanto podem ter a forma de uma batalha canónica da série como alguns “what if” bem interessantes, ou relações entre as personagens das diversas partes. Estas últimas são um verdadeiro deleite para os fãs de JoJo’s Bizarre Adventure, pois permitem-nos colocar o Joseph da parte 3 contra o vilão Kars, ou descobrir qual é o Dio mais poderoso se o vampírico de Phantom Blood contra o pseudo Joestar de Stardust Crusaders.

Outro aliciante deste modo são as “Secret Missions”. Em cada uma das vinhetas -incluindo as do boss- existem pelo menos três secret missions. Estas vão desde acertar um adversário com um golpe ou movimento específico como retratar um momento da série no jogo, ou conquistar um adversário sob condições adversas. Na verdade, o termo “All-Star Battle” faz muito mais sentido nesta remasterização, visto que não estamos apenas a reviver combates da história canónica, existem inúmeras instâncias onde diversas personagens de uma parte invadem outras.

O All-Star Battle é a derradeira celebração da obra de Araki

Relativamente aos restantes modos de jogo JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R também tenta colocar algo de novo e orgânico. Por exemplo, o Arcade mode emula uma experiência arcade, mas com um aliciante extra. Em diversos períodos o jogo pode receber a “Harvest”, ou seja, o “Stand” de Shigekiyo Yangu de Diamond is Unbreakable invade este modo e duplica o ouro recebido no rescaldo das nossas vitórias. Esta moeda será necessária para desbloquear artes e modelos 3D, ou equipar a nossa personagem com novas roupas, poses, e outros elementos visuais no modos “Customize” e “Shop and Gallery”. Nos mesmos até podemos encontrar uma pequena JoJopédia, como se já não bastasse o jogo tratar-se praticamente de uma.

Mesmo no melhor pano cai a nódoa e JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R não é exceção, pelo menos neste momento. Jamais pensaríamos assistir a um netcode de 2013 em 2022, arriscaríamos mesmo afirmar que é o mesmo que está presente na PlayStation 3. Realmente a nossa estadia quer em Player Matches como em Ranked não foi a melhor. Além de inúmeros erros de ligação, os comandos tiveram um lag tremendo, sendo que até pararam por largos segundos. É mesmo uma pena porque JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R é uma grande aposta para diversos públicos e um netcode tão pobre certamente que empobrece um pacote de luxo. Temos de reconhecer que a produção até tentou polvilhar diversidade nos confrontos online ao atribuir missões ou tarefas para os jogadores, para evitar também que todos escolham o infernal falcão Pet Shop, o incontestável zoner do jogo. Pedimos encarecidamente que a CyberConnect2 implemente um netcode mais robusto, nem sequer precisa ser por rollback.

JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R envelheceu como um requintado vinho de 1880, dado que o seu grafismo continua atual, diríamos mesmo muito melhor que em muitos jogos da atualidade, só em planos muito aproximados revela a sua idade. A deslumbrante arte do mestre Araki é sentida em todos momentos, e sentimos mesmo que estamos a assistir a um painel interativo das suas obras, especialmente nos cenários que são praticamente desenhos criados através de finos traços de cellshading, por exemplo, o pátio da Dolphin Prision ou a praça de Morioh. Mesmo os mais ínfimos detalhes de animações e caracterizações nas personagens não foram deixados de fora, quer nas nestas como nos “Stands”. Por exemplo, até recuam ligeiramente quando invocam os stands, o Zeppeli afasta-se aos saltinhos -como vimos na série animada- e até mesmo com o DIO a caminhar para junto do seu adversário as onomatopeias “ド” (rumble) crescem ou no combate a seta “To be Continued”. São estes pequenos detalhes que fazem toda a diferença num jogo baseado numa licença.

Quanto a opções gráficas, JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R sem surpresa apresenta o básico. Qualidade nas texturas, sombras, motion blur e filtros MSAA, onde podemos escolher entre 2 a 8. O jogo dispõe da opção V-sync, mas encontra-se barrado a 60 fotogramas por segundo independentemente se a nossa configuração consegue suportar mais. Não nos interpretem mal, 60 fotogramas em JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R ao invés dos anteriores 30 fez um oceano de diferença. Tudo é muito mais responsivo, rápido e obviamente agradável à vista.

O jogo reproduz todos os traços artísticos do seu célebre criador

Na nossa análise pudemos testar o jogo em duas configurações diferentes, doravante no OtakuPT também vamos ter análises em duas vertentes, a habitual no desktop e num portátil. Relativamente à primeira JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R, não sofreu quaisquer abalos com todos os seus efeitos visuais elevados ao máximo. Na nossa configuração desktop, ou seja, Processador AMD RYZEN 5950X, Placa gráfica AMD Radeon RX 6900XT e 32GB de RAM, o jogo fluiu a 60 fotogramas fixos. O mesmo pode ser dito do pequeno (mas poderoso) portátil Lenovo Legion 5 PRO, equipado com um processador Ryzen 7 5800H, chip gráfico NVIDIA RTX 3070 de 140w e 16 GB de RAM.

Desta senda pudemos levar o “mundo” de JoJo desde o nosso quarto até às sala sem inconvenientes ou inconsistências. Um efeito que nos deixou com um sabor um pouco amargo foi a sua componente sonora. JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R continua a apostar num announcer robótico e as músicas são apresentadas um diversos recortes genéricos de diversos estilos musicais. Não temos quaisquer dúvidas que mais cedo ou mais tarde vão existir MODS com as músicas da série. Também seria ótimo colocar announcers com as vozes dos seiyuu da série. Para finalizar, o jogo está localizado em diversos idiomas, mas infelizmente não encontrámos nenhum Joestar que saiba falar Português Europeu ou Brasileiro.

JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R é um dos raros casos onde uma remasterização conseguiu retificar todas as lacunas do seu produto original. Não só conseguiu polvilhar o jogo com mais estilo e robustez como o aproximou de novos públicos e demografias. Sem dúvida que estamos perante um jogo que amadureceu tanto como a sua obra junto dos seus fãs, afinal a série JoJo’s Bizarre Adventure tornou-se num dos maiores ícones contemporâneos do anime nesta era moderna e atual. Em suma, JoJo’s Bizarre Adventure All-Star Battle R é um jogo obrigatório tanto para os fãs da magestosa obra de Araki, como para os adeptos de jogos de luta competitivos, apenas tem de apresentar um netcode mais robusto para devorar o “mundo” e erguer-se nos principais circuitos competitivos em redor do planeta.

Pros:

  • Experiência extremamente fiel ao mangá e adaptações anime
  • Novas adições à jogabilidade que reforçam todas as demografias de jogadores
  • Maior maturidade com os fãs e o universo da obra
  • Maior fluidez de jogo (60 fps)
  • Traço artístico fielmente reproduzido
  • Modo All-Star Battle com diversas melhorias
  • Grafismo requintado que apela ao detalhe

Cons:

  • Banda Sonora menos orgânica quando comparada com o resto do pacote
  • Modo online com bastantes problemas técnicos
  • Sem textos em português
Vindo de vários mundos e projetos, juntou-se à redação do Otakupt em 2020, pronto para informar todos os leitores com a sua experiência nas várias áreas da cultura alternativa. Assistiu de perto ao nascimento dos videojogos em Portugal até à sua atualidade, devora tudo o que seja japonês (menos a gastronomia), mas é também adepto de grandes histórias e personagens sejam essas produzidas em qualquer parte do globo terrestre.
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