Fairy Gone 2a temporada – Muito mais Neh

Artigo por Jonh Vini.

Como prometido no último episódio da primeira parte, aqui está a segunda parte de Fadas Vão e bem na minha opinião (Jonh Vini) não mudou muito da primeira a segunda temporada, mas veja a minha opinião completa neste artigo.

Sinopse: 

Basicamente é a continuação da primeira então é a mesma sinopse, fotocopiando Bushido-Senpai: Com o slogan “Uma vez, as fadas eram armas”, o anime desenrola-se num mundo onde as fadas possuem e residem dentro dos animais, concedendo-lhes poderes especiais. Ao remover cirurgicamente e transplantar os órgãos de um animal possuído para um humano, os

humanos podem parcialmente invocar a fada e usá-la como uma arma. Eventualmente, esses indivíduos foram usados para a guerra e chamados de “Soldados Fadas”. Depois de uma longa guerra, estes soldados perderam o seu propósito e tiveram que se reintegrar à sociedade. Do governo, para a máfia e até tornando-se terroristas, cada um segue o seu próprio caminho. A história começa nove anos após o fim da guerra e centra-se na protagonista Marlya. Marlya é uma nova recruta de “Dorothea”, uma organização dedicada à investigação e repressão de crimes e incidentes relacionados com fadas. Mesmo em tempo de paz, o governo ainda é instável após a guerra. Muitos criminosos ainda têm feridas do conflito anterior, e há grupos terroristas empenhados em vingar-se. Esta é a história de soldados fada à procura da sua própria justiça num mundo pós-guerra caótico.

Caindo no pau. 
Caindo no pau.

Ficha Técnica: 

Fairy Gone é uma produção original da P.A Works então tudo os problemas mostrado no anime é única e exclusiva do estúdio, não muitas nos aspectos técnicos pois algo que é bastante fácil para um estúdio tão qualificado quando a P.A Works, já o diretor escolhido para esse projeto é também bastante qualificado Suzuki Keniichi é diretor das três primeiras partes de JOJO, Drifters e Cell at Works, com esse currículo seria fácil achar que Fairy Gone teria uma boa direção, bem não foi bem assim, parecia que estava vendo algo novamente, todas as cenas pareciam genéricas e a construção do Storyteller é bastante sem sal e não captura a minha atenção.

Quase. 
Quase.

Outro culpado, esse não sei como pois adorei o anime do trabalho dele afinal de contas imagine um Isekai sem protagonista superpoderoso, essa obra seria Gimgar, mas tirando ele Juumonji Ao não possui muitos trabalhos animados, talvez por isso não conheça outros trabalhos para perceber que Gimgar foi uma obra fora de série para ele ou que Fairy Gone seja uma das piores obras dele pois tudo o roteiro diz é mostrado no desenvolvimento do anime e sendo sincero o script dessa obra parece ser algo re-utilizado e mal re-utilizado pois uma obra pode ser clichê, mas quando bem utilizado e não simplesmente jogado como ocorre nessa obra.

Poderia ter trabalhado mais. 
Poderia ter trabalhado mais.

Mas esse anime não é de todo ruim pois temos um character design belíssimo, sinceramente é dos pouco pontos que dar para salvar no anime, mas é óbvio que o

chefe de animação do The lost Canvas, JOJO e GARO: Vanishing Line fazer o design original de personagens não foi uma tarefa difícil para Shimizu Takako, tanto os designs masculinos quanto os designs femininos estavam ótimos, pena que a história não é boa.

Para ele foi fácil. 
Para ele foi fácil.

Partindo para a animação temos dois “culpados”, sinceramente esse é outro ponto bom da série, mesmo que na primeira temporada durante as cenas de ação, os personagens pareciam bonecos e especialmente no último episódio foi o mais baixo da segunda parte nesse quesito, mas em enfim Kawatsura Kousuke(Shirobako, Uchouten Kazoku e Angel Beats) e Matsukawa Tetsuya(Harukana Receive e diretor do episódio 6 de Boku no Hero) fizeram um trabalho competente nessa obra a tal ponto me deixa confuso a falta de motivo de

transformar o anime em um Skip-Cour já que mesmo parecia bem animado na primeira parte.

Batuta. 
Batuta.

Terminando a parte técnica com um elemento fundamental da obra: Soundtrack, mas me surpreende que Aketagawa Jin(Shokugeki no Souma, Toradora!, To aru Railgun e AnoHana) esteja trabalhando nessa obra pois como viram ele é praticamente um funcionário da J.C.Staff e provavelmente ele já estava em outro projeto quando acertou Fairy Gone, com isso tivemos uma Soundtrack bastante fraca, genérica e nada memorável.

Trabalhando muito. 
Trabalhando muito.

Opening e Ending: 

Bem a minha relação com a abertura e encerramento dessa obra não mudou minha opinião sobre elas e sobre o anime como um todo, mesmo eu tenha gostado um pouco da animação da nova abertura, mas porque me surpreendeu por ter mudado do “estilo” da primeira abertura, já encerramento segue praticamente igual ao primeiro encerramento só tocando as imagens e música, bem seguindo o exemplo da primeira parte STILL STANDING e Stay Gold são cantados por (K)NoW_NAME.

Dubladores e Dublados: 

Finalmente chegando no ponto mais baixo da obra, não me levem a mal mas os personagens são genéricos, isso não significa que eles são ruins mas por conta do roteiro fazem com que a construção deles sejam extremamente importante e como não é algo novo o que sá bem feito acaba sendo decepcionante, começando com o protagonista masculino pois Free Underbar deveria seguir o estereótipo de um veterano de guerra mas o máximo do estereótipo que ele seguiu é o fato que ele bebe para esquecer da guerra já que na maioria das vezes ele simplesmente é o bonitão que cuida de tudo, já a Marlya é de longe a personagem mais chata que eu acompanhei, mesmo com o conflito dela sendo resolvido de maneira lógica, mas todo o acompanhamento dele e o fato que a ambição principal dela, que é sua amiga de infância, ser a chave disso é chato e repetitivo, principalmente quando ela fica repetindo isso toda vez que lembra dessa amiga de

infância o que faz a personagem ser irreal pois ela não sobreviveria, pelo menos sã, numa máfia como que foi apresentada no primeiro episódio da série. Indo para os dubladores termos nomes respeitosos mas pouco conhecidos como Tomoaki Maeno(Juichi Fukutomi de Yowamushi Pedal, Kanejo Keiichi de B Gata H Kei, Charles Phipps de Kuroshitsuji, Pain de Naruto, Ooyama Takeru de Maken-ki, Tachibana Junichi de Amagami SS, o Glóbulo branco (neutrófilo) U-1146 de Hataraku Saibou e Dino de Blend S) para o grátis enquanto Ichinose Kana(015 de Darling in the Fraxx, Tuesday de Carole & Tuesday, Yuzuriha Ogawa de Dr Stone e Kurai Kako de Hitoribochi) para Vermarlya.

Os protagonistas. 
Os protagonistas.

Por falar dessa amiga de infância que virou uma espécie de vilã, na verdade tanto Veronica Thorne quanto Wolfam Row compartilham muita coisa como

serem amigos dos protagonistas, Wolfam Row foi companheiro de guerra do Free, ambos estão em busca de vingança por seus próprios meios e acabam se tornando “coringas” na série, mesmo que a Ver só está em busca de vingança sem se aliar a uma seita fundamentalista, tirando isso eles não são nada sozinhos. Para os dubladores tenho mesmo comentário dos dubladores de Free e Maryla pois possuem trabalhos conhecidos, principalmente Hosoya Yoshimasa(Dark Shadow de Boku no Hero, Hyuuga Junpei de Kuroko no Basket, Joe de Megalobox, Reiner Braun de Shingeki no Kyojin e Akatsuki Kojou de Strike the Blood) pois ele dublou o Kanata Hoshijima, o protagonista de Kanata no Astra, já Fukuhara Ayaka(Shibuya Rin de the Idolm@ster Cinderella Girls, Igarashi Sayaka de Kakegurui, Grea Shingeki no Bahamut: Manaria Friends e Rindou Hotarou de Qualidea Code) até dublou um personagem do clássico Captain Tsubasa(Misaki Tarou) na sua versão mais atual.

Os lourinhos 
Os lourinhos

Continuando com os personagens que não possuem relevância alguma da obra, Serge Tova e Klara Kysenaria formam um belo casal e só, eles não possuem nada além de um design bem feito e estereótipos que assim como Free eles raramente apresentam esses esteriótipos que é bom pois o esteriótipos dos dois(Garanhão para Serge e Tsundere para Klara) são extremamente repetitivos, tirando isso não tenho nada para falar, além que o design da Klara é bastante bela(desculpe-me por gostar de garotas de óculos). Para os dubladores a mesma coisa dos dois pares anteriores então dando nome aos bois temos Nakajima Yoshiki(Nitta Yoshifumi de Hinamatsuri, Yamashita Jirou de IDOLM@STER SideM, Yukimura de Senjuushi, Midorikawa Makoto do anime de Ingress,Okami Yuugo de My roommate is a Cat e

Karuma de Gundam Build Drivers)para Serge e Suwa Ayaka(Eris/Cris de Konosuba, Kanzaki Miki de Yowamushi Pedal, Katagiri Non de Akkun no Kanojo e Coco de Alice or Alice) para Klara.

Os sumidinhos 

Terminando os personagens termos o melhor personagem de toda a história, mesmo com o roteiro não ajudando muito pois Bitter Sweet tinha motivo para agir afinal de contas ela é respeitada pela máfia e por falar dessa organização que é ignorado durante toda a história, até aí ok se não fosse dado tanto enfoque durante a narrativa mesmo ser ter uma explicação tão clara sobre o funcionamento e olha que poderiam falar de maneira expositiva como sempre falam quando explicavam o plano durante a execução do plano, focando na Bitter Sweet possui um desenvolvimento parecido com a Marlya, mas de um jeito direto correto

sem ela sempre repetir a mesma coisa, alias tambem gosto de design dela como sua personalidade que funcionou corretamente com a personagem, talvez pelo fato que Kotobuki Minako(Tanaka Asuka de Hibike! Euphonium, Kongou Mitsuko de To aru Railgun, Takasaki Natsu de Baby Steps, Nanami Touko de Yagate Kimi ni Naru e Hikiotani Rio de Punch Line) dublou a Mugi-chan de K-on foram outras personagens fofas ou maduras.

A bela 
A bela

Considerações como um todo: 

Bem neh. A obra se vende como um novo hit do meio com uma história complexa, lutas memoráveis e personagens marcantes, mas entrega ao abaixo que a obra propôs, Fairy Gone não me surpreendeu nada pois o anime foi pior executado em relação ao seu

trailer de propaganda, quando falei lá na review do final da primeira parte, eu tinha escolhido Amazing Stranger na temporada de abril para comentar mas como a média de duração do episódio era 12 minutos e nesse tempo não teria tanto conteúdo, para comentar então passei a comentar Fairy Gone mas depois de ter visto os 24 episódios, sim eu vi os doze episódios dessa segunda parte, por dizer que se o anime tivesse quinze minutos não teria tanta diferença pois o que foi mostrado durante vinte e quatro minutos facilmente poderia ser colocados em quinze, doze minutos não pois provavelmente eu colocaria culpa do roteiro fraco.

A única coisa que se salva do anime. 
A única coisa que se salva do anime.

Como falei antes o problema não é ser clichê mas sim o clichê ser mal introduzido e esse é o caso de Fairy Gone pois a premissa já existem em outras obras, o desenvolvimento dos personagens é incrivelmente

fraco, os personagens por si só não possuem personalidade e ainda o inexistente desenvolvimento de mundo que deixa facilmente esse anime no limbo dos animes que se diz “maduro”.

Vilões desbalanceadas.
Vilões desbalanceadas.

Por fim tenho de falar do episódio final e tentando fugir do pleonasmo pois a história é fraca assim como nos demais episódios, mas a produção desse episódio ficou abaixo que foi apresentado durante toda a segunda parte, bem o final foi ok pois já esperava um final final fantasy, com todo mundo terminando feliz, mas o que me incomodou mesmo foi a animação que ficou a que que ficou abaixo que foi apresentado nos onze primeiros episódios dessa segunda parte.

Final feliz. 
Final feliz.

Uma nota para Fairy Gone seria um 05/10 pois a produção conseguiu segurou minha atenção mas todo resto não conseguiu só me deu angusta para terminar essa obra rapidamente, para aqueles que gostam de uma ação cadenciada sem necessidade de historia mas com um design bonito vai fundo neles, mas você que assim como eu gosta de algo mais desenvolvido então procure outra obra pois Fairy Gone não irá lhe prender

Ainda é bizarro
Ainda é bizarro

Basicamente era isso eu queria falar sobre essa série, aqui é Jonh Vini e estou há espera vossos Feedbacks desse anime como um todo e da review para melhorar, não se afobem, discutir pacificamente é saudável e enriquece a vida e até mais.

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Shiba
Shiba
25 , Dezembro , 2019 16:06

Fairy Gone foi uma das piores coisas que vi da P.A Works nos ultimos tempos. Desde Glasslip que eu não me decepcionava tanto com um anime original do studio.

A proposta é interessante, mas a forma como foi executada foi muito sem emoção.
Os personagens não tem carisma nenhuma. Maryla é um saco. A garota é muito chata PQP.
Os vilões muito mal trabalhados. E é incrivel o quanto a Dorothea é incompetente. Já que passa o anime todo apanhando desses vilões.

A parte tecnica eu acho ok. A animação 2D não esbanja muito e o CG é horrivel. O Design é até bonito, mas perde a consistência até em cenas cotidianas.
A trilha sonora é muito boa. Acho que unica coisa que posso elogiar aqui.
Eu nunca achei a direção do Kenichi grande coisa, porém Fairy Gone é seu pior trabalho.

Joe
Joe
25 , Dezembro , 2019 16:06

P. A Works só vem fazendo projetos originais merda, algúem chama o Gen Urobuchi ou algum roteirista decente pra ajudar esses caras.

João Vítor
João Vítor
25 , Dezembro , 2019 16:06

uma staff tão espetacular e saiu desse jeito, e uma perda de tempo desse estúdio maravilhoso

Aleksey K. "Лонелy Деемо"
25 , Dezembro , 2019 16:06

Gostei da análise. Gostaria de parabenizar os guerreiros que conseguiram concluir isso, pois como mencionado aqui a trama é excessivamente genérica e mal trabalhada. O P.A ultimamente vem fracassando em suas produções originais, é triste ver isso.

tigmmp
tigmmp
27 , Dezembro , 2019 12:49

Em geral discordo, mas gostos não se discutem, não é?
Acho que a série foi muito bem executada, sendo intrigante e dando muita vontade de ver o próximo episódio. Especialmente a segunda temporada que na minha opinião melhorou devido à progressão da história

josenilson vinicius
josenilson vinicius
Reply to  tigmmp
28 , Dezembro , 2019 14:31

Poderia falar os pontos fortes da obra para você por favor

tigmmp
tigmmp
Reply to  josenilson vinicius
29 , Dezembro , 2019 12:57

Basicamente fiquei envolvido na narrativa que para o final desenvolveu-se muito rapidamente.
Principalmente na segunda temporada, em que se encontrou o verdadeiro livro negro que faltava, que posteriormente foi roubado, e para recuperá-lo tiveram de derrubar uma grande organização que tinha como membros pessoas importantes que ajudaram a cidade depois da guerra a crescer. Depois veio a revelar-se outro grande inimigo (aquele culto) que tinha como líder um ministro, sendo que essa organização descobriu que a Marlya foi possuída por fada. No final todas as personagens importantes da obra participaram e o passado da Marlya e da sua terra natal foi explicado.
Se calhar foi por não ter expetativas elevadas, como tu disseste que esperavas um mega hit.
É claro que a obra tem falhas. O que me fez mais impressão foi a Verónica e o Wolfam Row nos últimos episódios alterarem os seus ideias tão facilmente.
Também gostei muito da reação da Marlya depois depois do seu colega ter-se sacrificado por ela, em que ela ficou muito deprimida e em baixo durante algum tempo, dando um grande peso à sena.
Em geral achei a estória muito cativante com vários plot twists, apesar de ter algumas senas clichés.
Por exemplo, comparando com o Katsute Kami Datta Kemono-tachi e, que estreou na season seguinte e foi muito comparado a fairy gone por ter uma proposta semelhante, vejo muito mais falhas a nível de roteiro com a estória muito repetitiva e pouco apelativa (pessoalmente achei mais aborrecido de acompanhar). Honestamente não percebo porque é que existe tanto ódio em ralação a Fairy Gone, mas eu gostei de acompanhar e isso é que interessa.

josenilson vinicius
josenilson vinicius
Reply to  tigmmp
1 , Janeiro , 2020 11:57

a maioria das coisas que você citou são problemas para mim na obra, pois já vir muito desses artifícios sendo usados a exaustão em outros animes, obvio que eu esperava que o Folhetim negro fosse importante por algo, até mesmo o heróis desconfiavam dele, apenas no episodio de introdução da trama desse objeto na primeira temporada e depois eles só aceitaram como soldados essa missão, mesmo sendo uma equipe de investigação, que fala o que vai fazer em voz alta.
Já o inimigo final(O Culto) cai fácil no clichê de vilão genérico pois eles buscavam concertar o mundo fazendo a mesma coisa que falavam que detestavam, mesmo com um discurso logico, já a contra-parte dos protagonistas(Ver e Wolfram) eu fiz como o anime fez:
Ignora-los, até mesmo no clímax deles nos últimos episódios, pois como disse na review foi muito genérico como a obra trabalhos os conflitos.
É por fim também não esperava nada, na verdade esperava que essa obra fosse no minimo um ACCA da vida com um pouco de ação, já que estamos falando do diretor de JOJO, mas acabou se tornando monótono e repetitivo atras dos episódios

Nuno Alves
Nuno Alves
28 , Dezembro , 2019 14:31

Pelo contrário, acho que o nível e a história ficaram muito mais interessantes agora na 2ª parte.