Fairy Gone: Episódio 5 – Movimento e Revolução

Fairy Gone: Episódio 5

Artigo enviado por Jonh Vini.

Tivemos um episódio bastante movimentado, tivemos bastante informação para o decorrer da série e finalmente ficou claro qual é o problema dessa série: os personagens sem carisma, o diretor basicamente estava em casa com as lutas que ocorreram nesse episódio, o escritor apenas fez o simples desenvolvendo a história mostrando os atores, mas ainda faltava algo para transformar essa série em algo interessante, talvez porque os personagens sejam genéricos?

Pela pátria!
Pela pátria!

Vamos começar a comentar a história do episódio que começou mais uma vez com flashback, mas tivemos muita informação importante como que a Ichigo não conhece seus pais biológicos, o que provavelmente criará um Ex-Machina lá para frente da série e que Lay Dawn, o velhinho que queimou a vila das amigas principais da obra, se tornou rei da província e que seu Stand-Fada tem sua habilidade especial é oxidar objetos, isso foi mostrado justamente quando a Verônica estava adentrando “na perdição” para tentar recuperar sua antiga vida; voltando ao tempo atual, tivemos sete minutos de animação(luta) fluida do que acabou o episódio passado, no fim acabou com a derrota dos assassinos da Agridoce, Veronica salva Ichigo da igreja em chamas e logo se despede com sua frase típica e Free se salva por baixo; quase esquecendo de algo bastante interessante que é a intangibilidade dos Stands-fada a balas de fogo pois durante a luta no subterrâneo Patricia atirou no Stand de Free e o mesmo não sentiu nada, com isso é fácil aceitar a existência dos regimentos isolados dos soldados-fada na guerra de unificação.

De novo.
De novo.

Antes de chegamos no ponto que quero destacar nesse episódio vemos que o líder da cidade sagrada do episódio passado está começando a agir pelas sombras para derrubar Lay Dawn, ainda com a ajuda de Lobinho; por fim o mesmo questionamento no início dessa review é respondida pela segunda metade do episódio pois depois de um dia de trabalho, alguns membros da Dorothea, incluindo nossos protagonistas e os agentes do episódio 2, foram para o bar para aliviar o estresse desse dia cansativo e lá conhecemos alguns veteranos de guerras passadas da região, mas eles não são importantes pois o maior tempo de tela é justamente dos membros da Dorothea, cada um com seu estereótipo-base, temos a mãe de todos que basicamente é a médica da corporação, a durona, o paquerador(Sergin), a fria(Karla), o cara esquisito/apreciador de álcool, o cara de óculos e o cara chato(Free), eles ficam conversando sobre a corporação e que a chefe deles salvou a pele dele em algum momento, enquanto isso a Ichigo contempla a lua imagino que sua amiga esteja fazendo a mesma e surpresa(sarcasmo on), ela está numa localidade que provavelmente será abordada nos próximos episódios.

Sextou.
Sextou.

Como disse antes, mesmo com um bom episódio, a série não encanta por causa dos seus personagens que não são originais, basicamente são cópias de outros personagens de obras similares, com estereótipos e tudo que há direito, e como a narrativa foca no desenvolvimento deles, mostrando o passado deles e como foi triste isso, mas o fato que os personagens não tem carisma praticamente transforma esses flashbacks em tempo inútil a tela, sei que ainda está cedo para dizer que essa série é genérica, afinal estamos no quinto episódio de 24, mas é complicado defendê-la se os personagens não mostram nada original.

A Única que pode salvar essa serie.
A Única que pode salvar essa serie.

Basicamente era isso que eu queria falar sobre esse episódio de Fadas foram, aqui é Jonh Vini e estou há espera vossos Feedbacks desse episódio e da review, não se afobem, discutir pacificamente é saudável e enriquece a vida e até mais.