Fate/Grand Order: Babylonia – Episódio 01: A Epopeia de Gilgamesh

Artigo por Jonh Vini.

Ok eu admito, não joguei o suficiente para chegar a essa singularidade, só joguei o evento de verão que começou no período e acabei pegando Ishtar quarto estrelas e Helena swimsuit quarto estrelas duas vezes no mesmo gacha, mas enfim vamos falar dessa que é a última singularidade que começou justamente com o título dessa review pois vemos Enkidu esfarelando no colo do rei debaixo da grande chuva do dilúvio, sim tem algo a ver com a bíblia cristã, e após de relembrar dessa lembrança nosso caster, sim como Artoria e lancer, Gil também possui múltiplas formas das mais diversas classes; foi observar as estrelas é ver que a Chaldea essa se aproximando e os “recebendo”.

Argila que não está assada.
Argila que não está assada.

Logo após mostrarem o logo vemos que o círculo estava se fechando, afinal de contas estamos na última singularidade e depois de uma sessão de referências aos outros eventos que não foram animados o que complica pois ele citam o rei Salomão(quando citam um personagem com nome em nossa língua) é que fez essa bagunça que chamamos de Fate de gacha, mas enfim já termos a primeira e a sétima singularidades animadas e a sexta vai ser um filme, bem a informação útil é que eles vão para o ano do fim da era dos deuses na terra onde a civilização humana se emergiu: a mesopotâmia, basicamente a única coisa que posso fazer um enforque nessa sessão é justamente como foi a passagem das informações da missão que no roteiro é algo simples até porque esse tipo de cena no jogo é mostrado como uma visual novel, vendo e ouvindo toda a cena animada, principalmente a Da Vinci, mexe no coração sofredor do free-to-Player que sou.

A Poderosa.
A Poderosa.

Bem a chegada na bacia de Tigre-Eufrates não foi tão confortável para nossos heróis pois primeiro eles estavam caindo, segundo eles logo foram atacados e terceiro o Gudao vira um travesseiro de Ishtar que não se apresentou e ainda estranhou o fato que Gudao e Mashu não saberem quem ela é mas isso ficará mais para frente pois ela já deixou eles ao leões, as partes das lutas são bem feitas, esperado para uma obra que possui muito dinheiro para gastar, cenas fluidas com uma física “realista”, o storyboard mesmo parecendo ser em CG é bem feito lembrando bastante o cenário do jogo, inclusive aquela floresta que é genérica até no jogo é mostrada com todo seu clima ameno.

Mashu temos um problema.
Mashu temos um problema.

Pouco depois da Ishtar sair tivemos a chegada Enkidu que logo resolveu os problemas dos leões, quando ele se apresentou tivemos a comunicações reestabelecidas com ele tivemos o Romani explicando o que seria Enkidu, a arma dos deuses, aquele que foi criado para elevar Gilgamesh aos céus, mas naquele momento é um enviado de Uruk para buscar os nossos protagonistas e Fou, durante a ida dos quarto para Uruk, Enkidu fala que o problema é sério pois invés de magos querendo alcançar os registos akáshicos são os deuses que querem acabar com os humanos antes que o inverso ocorra, esse fronte é encabeçado com uma tríade de deusas, sendo uma delas é a Ishtar, e que a humanidade estava preparado com uma fortaleza demoníaca absoluta e assim o episódio acaba mais com um pós-créditos com mais servos, inclusive o maior inimigo do nosso Gato-cachorro demoníaco.

A salamandra mágica.
A salamandra mágica.

Parte técnica e produção foi boa até surpreender em saber que a ClockWorks que animou essa obra se pegamos seu últimos trabalhos para avaliar chega a ser desleal, já o roteiro só Nasu dirá afinal de contas tem dedo dele nessa obra.

Como podem ver que Gil não se importa tanto com Enkidu
Como podem ver que Gil não se importa tanto com Enkidu

Basicamente era isso que eu queria falar sobre o gacha da babilônia, aqui é Jonh Vini e estou à espera dos vossos Feedbacks deste episódio e da review para melhorar, não se afobem, discutir pacificamente é saudável e enriquece a vida e até mais.

Backstage do episódio 1
Backstage do episódio 1