Fate/Grand Order: Babylonia – Episódio 12: Os portões da esperança

Fate/Grand Order: Babylonia – Episódio 12

Artigo por Jonh Vini.

Finalmente voltou babilônia melhor que nunca, mas antes de falar do episódio tenho de falar sobre o MoonLight que saiu no início do ano na Crunchyroll pois ele é o verdadeiro último episódio da babilônia pois esse OVA é a porta de entrada do Lostbelt que é basicamente a expansão do jogo pois ocorre logo após do fim das singularidades então já avisando que quando o anime acaba vocês devem ver esse OVA. Já falando do episódio tenho de destacar logo a nova abertura e encerramento, nem tão nova é a música de abertura pois é a segunda parte da primeira abertura, mas a animação ficou bonita, cheias de partículas e efeitos de luz que daria facilmente para dizer que foi feito em um console de nova geração, já o encerramento não me cativou, sei que a letra é boa e possui um significado da obra, sua animação é impecável, principalmente na parte que mostraram os servos antigos, mas essa música não conseguiu me conquistar.

Poeira de qualidade.
Poeira de qualidade.

Bem anime voltou naquele jeito, cheio de piada que adoro como o motivo que o rei dourado morreu, mas toda aquela reação do Merlin foi estranho e bastante forçado mas já a descoberta que Ishtar não fazia parte da Trindade divina salvou o seguimento e fiz a mesma cara da Roli quando descobrimos o que estava ocorrendo em Uruk enquanto nossos heróis estavam fora buscando o martelo.

Não infla ainda mais o ego dele não.
Não infla ainda mais o ego dele não.

A revelação que nossa deusa dual-chip foi interessante pois brincaram com os conceitos básicos das deusas para correlacionarem na nossa querida Rin e foram rápidos para mandar irem buscar o douradinho, muito por causa da Skill de protagonismo do Gudao, mas como venho falando durante as reviews, eu ainda estou no início das singularidades então não conheço muito o que ocorrerá mas no mínimo Gudao deveria ter levado os demais servos deles, para fazer número já que eles não teriam os poderes deles para utilizar, mas teriam criado uma abertura mais suave tanto para o nosso casal principal.

Mas que deusa inútil.
Mas que deusa inútil.

Chegando ao inferninho, relaxem pois nos tempos antigos lugares eram creditados como aberturas do inferno ou submundo de acordo com as religiões dos lugares, foi a vez da nossa tsundere brilham com um misto de mitologia e orgulho, mas como eu tinha falado no episódio 10 é incrível como o diretor consegue transformar eventos demorados em coisas rápidas pois aposto que além das perguntas os sete portos teriam inimigos os guardando mas pelo menos a dificuldade foi mostrada com um questionamento incrivelmente dubio: Quem é a mais bela Ereshkigal ou Ishtar?

Ai é complicado, rapaz.
Ai é complicado, rapaz.

Gilgamesh confirmou algo que eu já desconfiava: ele é um preguiçoso, pois ele não estava preso perto da Eresh, mas demorou em confortá-la pois alguém que já matou um divindade em busca do seu amigo mas não aguenta cinco minutos de porrada com uma deusa taboa, sem a desculpa de vantagem de terreno pois ele possui a clarividência ativada, mas enfim ele se juntou a trio, duas pessoas e ⅛ pois a Ishtar estava miniaturizada e com uma skill passiva que deixava ela mais fofa, para bater de frente da deusa da morte que mostra uma face legal, provavelmente a imagem mostrada no anime é uma melhora do sprite do jogo mas que será inutilizada no próximo episódio graças ao skill de protagonismo do Gudao.

Esta até legal.
Esta até legal.

Basicamente era isso que eu queria falar sobre o primeiro episódio do ano do gacha da babilônia, aqui é Jonh Vini e estou à espera dos vossos Feedbacks deste episódio e da review para melhorar, não se afobem, discutir pacificamente é saudável e enriquece a vida e até mais.

Vem com o Bonde.
Vem com o Bonde.