Fate/Grand Order: Babylonia – Episódio 13: pegou um Pokemon shiny.

Fate/Grand Order: Babylonia – Episódio 13

Artigo por Jonh Vini.

Primeiramente tenho de dar uma salva de palmas para Ueda Kana pois nesse episódio ela estava fantástica, sua atuação estava incrível, tanto para Ereshkigal na forma fofa e assustadora e como a própria Ishtar, se pararmos para pensar ela e Kugimiya Rie carregam esse estereótipo nos ombros. Bem focando do episódio não tenho muito para comentar pois foi focado na batalha dos nossos heróis contra a deusa do submundo.

Gil” —Já Cansou, nem ficou 2 minutos de pé”
Gil” —Já Cansou, nem ficou 2 minutos de pé”

Mas nem tudo foi perfeito pois o diretor de áudio desse episódio se superou no seu objetivo de ensurdecer o telespectador, pois se fosse o episódio totalmente focado na luta provavelmente a gente veria no jornais que esse episódio causou uma epidemia atípica de surdos no país do sol nascente, se eu não estivesse com o volume baixo muito provavelmente teria meus tímpanos gravemente machucados.

Imagine o Estrondo.
Imagine o Estrondo.

Já a direção estava muito boa, como sempre mas para não ficar repetitivo teve momentos que pareceu corrido, principalmente no final, antes da cena de Gilgamesh voltando para Zigurate e por falar disso o douradinho já sabia que iria morrer, já que ele possui a Clarividência, mas poderia no mínimo ter deixar uma tabuleta de informações para Siduri de como motivar os nossos heróis, mas enfim a aparição do Rei Hassan, sim aquele velhote que apareceu no episódio 3 ou 4 é na verdade o Grand Assassin (eu acho) da série e dava para perceber justamente na cena antes do corte, dizendo que liberou a Ereshkigal do contato com a Górgona com isso pondo um fim a Aliança da Tríade divina de uma maneira tão abrupta que chegou a assustar.

Satanás chegou.
Satanás chegou.

Por fim tenho de falar da Deusa dual-chip, afinal de contas a Ishtar é a Rin padrão pois ela agir de maneira igual com a nossa famosa Tsundere do Stay Night, mas é engraçado pois se pensarmos um pouco da Lore e sua staff a Rin é dublada por Ueda Kana e sua prima que seria sua contraparte europeia é dublada por Itou Shizuka (Himejima Akeno de High School DXD, Kujou Sakurako de Sakurako-san no Ashimoto ni wa Shitai ga Umatte Iru, Irina Jelavic de Assassination Classroom, Katori Mato de Amanchu!! e Michelle Kelvin Davis de Terra Formars) já interpretou uma personagem com essa peculiaridade (Morishima Haruka de  Amagami SS) então fico imaginando que rolou um workshop dela com a Ueda.

Versão Shiny/Versão padrão.
Versão Shiny/Versão padrão.

Encerrando de fato essa Review tenho de falar da Mashu, obviamente que a serva do episódio foi Ereshkigal mas ver como a Mashu evoluiu desde da primeira singularidade até aqui, vendo como o fantasma nobre dela está tão forte que consegue repelir um ataque de uma divindade fez-me sentir uma alegria desenfreada, afinal de contas cada ascensão dela só ocorre no final de uma singularidade então já imagino como seria no Lostbelt, se ela não sumir.

Olha esses raios de luz.
Olha esses raios de luz.

Basicamente era isso que eu queria falar sobre esse episódio do gacha da babilônia, aqui é Jonh Vini e estou à espera dos vossos Feedbacks deste episódio e da review para melhorar, não se afobem, discutir pacificamente é saudável e enriquece a vida e até mais.

O verdadeiro Lord Camelot.
O verdadeiro Lord Camelot.