Fate/Grand Order: Babylonia – Episódio 17: Preparação para final

Artigo por Jonh Vini.

Primeiramente me desculpem por demorar a publicar essa review pois eu não assistir o anime sábado pois estava me preparando para enfrentar minha própria singularidade, mas enfim pelo menos não fui o único que se complicou na missão de zerar uma singularidade pois mesmo com Ishtar soltando seu fantasma nobre, incrível que a produção jogou a obra pois o fato que o Gudao “liberar” o belíssimo fantasma nobre da Ishtar tem tudo haver com o jogo, na verdade com a franquia mas essa mecânica é mais perceptível no jogo pois ajuda a não gastar aquele suado Quartzos.

Valeu a pena.
Valeu a pena.

Sim os meus olhos também doeram quando viram a Tiamat em CGI, mas parando para pensar lembram que eu disse na review antepassada que a Tiamat, e as bestas demoníacas de maneira geral, representam os seres do abismo da mitologia criada por H.P Lovecraft na franquia então seria esperado ao fora do comum então nada mais que um CGI simples, sim simples pois não possui tanta movimentação no modelo que provavelmente irá ser usado no jogo de Arcade exclusivo no Japão, posso dizer que isso foi proposital pois em alguns episódios atrás tínhamos a Górgona em CGI mas com uma animação em 2D por cima, algo que a Ufotable faz em suas obras, mas aqui é Clover Works então não fica tão bonito, apesar que o GEMBA ser responsável pelo 3D, não ficou tão tenebroso como Berserk 2016.

Pelo menos tá bonito.
Pelo menos tá bonito.

Visto que não dava para peitar a Real Tiamat nossos heróis voltaram para Babilônia e tirando a apreensão pelo avanço da mãe de todos e do número de mesopotâmicos reduzido o episódio ficou bastante leve pois após descobrimos que não dá para peitar a moe beast na superfície e o douradinho ficar maluco com essa informação, vermos o lado cômico do diretor aparece com força primeiramente com a Ereshkigal dando um oi e logo depois da esperança despedaçada pela vênus do Eufrates-Tigre.

No batuque.
No batuque.

Por falar das deusas com a faceta da Rin, tivemos o resto do episódio basicamente dedicado às deusas gêmeas, primeiramente com a super sayaRin pois a Ereshkigal é a Rin com seu status de Tsundere no máximo pois ao ver nosso protagonista ativou sua habilidade passiva rapidamente e logo depois de revelar seu plano decano de mandar a babilônia no “inferno” por birra para ajudar nossos heróis na luta contra a Tiamat.

A cara do Gil é impagável.
A cara do Gil é impagável.

Por falar do plano é incrível pois nada mais lógico matar o ser que dar vida num local que remete a morte, mas graças a análise da mais esperta dos servos(Jaguarman, aquela que comanda o torno dos heróis) ainda havia uma apreensão no ar pois a preparação da Ereshkigal para abrir os portões do inferno tornaria três dias enquanto a Tiamat chegaria na capital mesopotâmia em dois então tudo mundo ficou esperançoso de novo já que a Ishtar possui um pokémon que consegue segurar ela, todo mundo ficou feliz, até eu pois até o Gudao falar o nome do Gugalanna fique boiando no sorriso do douradinho, mas o diretor nos lembrou o que Konosuba sempre nos mostra: uma deusa soberba sempre é inútil, pois como a Ishtar perdeu um touro faraônico como o Gugalanna e pior pois lembram que eu falei do evento de verão do ano passado do jogo, bem o plot termina com a Ishtar chamando seu gado com dinheiro, então não seria lógico que o douradinho da dinheiro para essa inútil cujo o nome é Ishtar para ela chamar ele?

Tem a Aqua.
Tem a Aqua.

Basicamente era isso que eu queria falar sobre esse episódio do gacha da babilônia, aqui é Jonh Vini e estou à espera dos vossos Feedbacks deste episódio e da review para melhorar, não se afobem pois as pessoas apenas morrem quando são mortas, discutir pacificamente é saudável e enriquece a vida e até mais.

 Dessa vez o douradinho não aguentou
Dessa vez o douradinho não aguentou
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