Kumo desu ga, Nani ga?: Episódio 16 – Episódio de Praia, yeah!

Artigo por Jonh Vini. Podem enviar os vossos artigos aqui.

Um episódio cheio de coisas para comentar, ainda bem, pois pensei que seria bastante focado exclusivamente no lado mocinho, falando com o plano seria feito e mostrando os desafios que o Novo Herói tem de superar daqui para frente, claro que tivemos isso, mas essa parte foi diminuída para focar onde mais interessa: Vende bonecos com roupagem de praia, apesar que eles não gastaram tanto dinheiro nessa parte, diferente da modelagem da Rei Demônio.

Nem parece que é o mesmo anime.
Nem parece que é o mesmo anime.

A primeira parte da Madoka serviu apenas para definir um pouco de construção de mundo, mostrando que Kumo Desu ga? e Hataraku Maou-sama estão interligados graças a uma Admin incompetente, claro que não dar para cobrar tanto de uma colegial, mas aí criar um mundo com magias extremamente quebradas que permitem burlar o próprio sistema é pedir demais para ignorar incompetência, mas é cômico pensar que a Madoka é uma das únicas que teve uma “vantagem” de nascer numa raça superior(e não acredito que falei isso), entretanto saber que essa vantagem ser quinze anos incomoda, muito porque a diferença da produção da parte da Madoka para parte humana ser gritante, mas é fascinante saber que as duas narrativas ocorre num espaço temporal diferente, mas acaba se unido em momentos específicos, o que ajuda na compreensão da história, que se não fosse a produção está nos trends de muita gente.

A treta do Satan e Emília atravessou mundos
A treta do Satan e Emília atravessou mundos

Já a parte humana dar para ser resumida com a Waifu-pet virando finalmente mais uma Waifu para o harém do Novo herói, como se fosse novidade; mesmo tendo maior tempo de tela, o seguimento dos mocinhos praticamente não mostrou nada de novo, o que me deixa triste pois desde o ponto de virada no episódio 14, esperava algum de novo na secção deles e mesmo seguindo o clichê, não significa que ficou horrível, só que me faz lembrar do início da série onde quase tudo relacionado a eles era um estereótipo de uma história de Isekai, cujo o único diferencial era os conflitos dos personagens presentes, mas aqui nem isso temos, tudo está trilhando para uma monótona aventura de um herói quisto por todos buscando salvar o mundo e como a produção dessa parte começou a pecar então aconselharia a explorar a parte da Madoka com mais tempo de tela, assim os animadores da parte humana terão tempo suficiente para focar em diminutas aparições do herói e sua trupe.

União de mestre e servo.
União de mestre e servo.

E por falar da Madoka, eu fico pasmo no esmero dessa parte da produção, pois se lembramos justamente dos episódios iniciais, a animação em CG era precária, mas agora vemos que outros personagens, Madoka sempre teve um enfoque enorme para lembrar uma personagem fofa para quebrar a barreira da aracnofobia, tem um trabalho fantástico em sua animação, especialmente a Rei Demônio que eleva minha empolgação para o próximo episódio para ver a pancadaria de dois membros da mesma família.

Inúmeras figures de Madoka de bikini
Inúmeras figures de Madoka de bikini

Basicamente era isso que eu tinha para falar desta tentativa do anime da miranha, aqui é Jonh Vini e o foi minha review desta série, estou à espera dos vossos Feedbacks do episódio e da review para melhorar minha escrita para vocês, não se afobem pois arrependimento mata, vamos discutir pacificamente, sem puxar palavras de baixo calão já que como podem ver eu não desferir nenhuma contra vocês é saudável porque enriquece a vida e até mais.

Fundou o OtakuPT em 2007 e desde então já escreveu mais de 40 mil artigos sobre anime, mangá e videojogos.