Kumo desu ga, Nani ga?: Episódio 6 – Problemas a mil

Artigo por Jonh Vini. Podem enviar os vossos artigos aqui.

Antes de começar a falar sobre este episódio gostaria de citar que no canal oficial da Kadokawa no Youtube foi disponibilizado a versão full e até mesmo o storyboard do encerramento de Kumo desu ga,Nani ga?, sei que é uma curiosidade até que simplória, mas interessante, principalmente a versão storyboard pois fica claro, tanto que são apenas esboços no papel, como é genial essa musiquinha.

Indo por episódio, que foi bem melhor do que o anterior, pois todas as parte boas lá foram melhoradas, desde os momentos cômicos da Madoka até mesmo a parte humana que finalmente fugiu da dinâmica do protagonista de Isekai genérico falando do seu querido Aniki para finalmente mostrar  como o Yuusha é poderoso e destemido, no fim tivemos justamente o amigo do protagonista genérico finalmente expondo seu ponto de vista de não querer ser o amigo dele, neste ponto eu defendo ele já que falando do irmão dele já atrai a atenção das personagens NPC femininas é para ficar irritado com isso; e no fim tivemos a “introdução” da rei demônio, sei que escrevi com o gênero errado, mas desde Slime isso já virou uma questão antiga então deixa rolar esse “erro”.

Como podemos ver, ela consegue quebrar a quarta parede com facilidade.
Como podemos ver, ela consegue quebrar a quarta parede com facilidade.

Seguindo o grande Jão retalhador, vamos por partes começando com a protagonista que como falei teve seu lado cômico melhor trabalhado aqui, mas no resumo final do episódio a Madoka me lembrou mais a Maple de Bofuri do que o próprio Rimuru de Slime, pois as decisões delas sobre como evoluir em seus jogos, sei que é uma realidade não virtual o mundo de Kumo desu ga, mas graças ao uso duvido do CG nesse episódio que parecia que eu estava vendo um gameplay de um jogo de baixo orçamento, principalmente por causa da movimentação da enguia e mesmo o diretor conseguindo passar a informação que deveria, ficou estranho, mas voltando ao ponto de deixar tanto a Madoka quando a Maple superpoderosas, o fato que as decisões delas faz com que o jogo quebre, o que deixa bastante engraçado pois as decisões delas foram até normais já que se você não quiser se machucar no jogo ou construir uma build para te deixar forte para de novo não se ferir na jogatina, tomaria as mesmas escolhas que elas tiveram, só que os jogos delas não estavam preparadas para isso, pelo menos eu acho que o mundo de Kumo desu ga não estava preparado para surgimento de tantos heróis e heroínas reencarnadas simultaneamente, fazendo que elas fiquem super poderosas, apesar que acho que a Madoka demorará um pouco mais para chegar no nível da Maple.

Churrasquinho de Enguia.
Churrasquinho de Enguia.

Mas o fato que mais gostei na parte dela é não teremos apenas uma Kumoko, mas sim múltiplas aranhinhas fofas surgiram, mas como apareceu apenas a Madoka do corpo então a citarei como Diane e sinceramente, se o autor conseguiu fazer uma personagem tão cativante como é a Madoka, imagine criar uma dinâmica com mais três personas cheia de personalidade como será daqui para frente e antes de fechar a parte dela venho ressaltar que a abertura possui uma grande alteração da passada: a skin evoluída da Madoka, sim um detalhe besta que só é possível, claro imaginando custos limitados, com o uso do mesmo modelo 3D da obra para mostrar como nossa heroína está poderosa, tirando isso está igual a todos os episódios anteriores.

A união faz a força.
A união faz a força.

Indo para parte dos humanos tenho de passar uma dúvida para leitores do material original, claro colocando um aviso de spoilers nos comentários, o Yuusha foi caçar a tarântula grande por que a Igreja sentiu que essa aranha possui a classificação de Tabu, certo? Pois se for isso já delimita a possível conexão do grupo humano reencarnado com a Madoka já que esse ponto foi justamente levantado no mesmo episódio que o irmão do Yuusha disse que seu querido aniki serve para a igreja, já que como ele é o mais poderoso herói da humanidade deve fazer o bem; tirando esse ponto a dinâmica do grupo do Yuusha foi legal, pois é a afirmação das falas do irmão do Yuusha dos últimos episódio, ele mostra justamente tudo que um herói de RPG deve ser: poderoso, inteligente e admirável, fora justamente caridoso, é engraçado pois normalmente os protagonistas de isekai, pelo menos nas história que eu acompanhei, possui esses adjetivos, mas são mal trabalhados, já o Yuusha é bem trabalhado, talvez porque sua equipe é igualmente poderosa, o que faz a presença dele não seja singular e extremamente destacável, algo que difere a fala do seu irmão, tenho até que pena em saber que ele morrerá ou graças a tarântula grande, ou pela rei demônio já que a aparição dela está interligada a tarântula grande.

Eu e os boys indo upar.
Eu e os boys indo upar.

Finalmente chegamos a cena pós-crédito e volto a dizer que concordo com o amigo do protagonista, mesmo que o conflito dele seja besta, nunca foi trabalhado nesse tipo de obra, afinal de contas quem gostaria de ter o azar duplo em reencarnar sem “pegar” ninguém e quando reencarna num outro mundo, cheio de belas moças ou rapazes(depende de vossa escolha), mas você se torna o amigo(a) do protagonista, isso é um azar tremendo, mas como disse lá no episódio 3, era esperado isso, mas quero ver qual será o rumo desse conflito, será que ele virará a casaca e ficará no lado da Rei demônio ou da nossa rainha demônio, apesar que a Madoka ainda está bem distante para se tornar uma Maple.

Maldito protagonista genérico.
Maldito protagonista genérico.

Basicamente era isso que eu tinha para falar desta tentativa do anime da miranha, aqui é Jonh Vini e essa foi minha review desta série, estou à espera dos vossos Feedbacks do episódio e da review para melhorar minha escrita para vocês, não se afobem pois arrependimento mata, vamos discutir pacificamente, sem puxar palavras de baixo calão já que como podem ver eu não desferir nenhuma contra vocês é saudável porque enriquece a vida e até mais.