Kumo desu ga, Nani ga?: Episódio 8 – Madoka^4

Artigo por Jonh Vini. Podem enviar os vossos artigos aqui.

É de se espantar cada novo episódio da série, pois devido sua irregularidade fica difícil saber como será o próximo episódio é sinceramente este foi um bom episódio já que foi um pouco mais completo em relação ao anterior onde o único ponto importante foi o “surgimento” de um vilão para o irmão do Yuusha e suas consortes, mas aqui aparentemente o diretor de episódio, se tivermos um já que meu Japonês é ruim para péssimo, conseguiu entregar algo mediano por dia, lembrando que Kumo desu ga,Nani ga? sai no mesmo dia de Jujutsu Kaizen, então ver que mesmo na mediunidade do gênero empregando clichês em sua história, a obra ainda cativa por conseguir construir uma narrativa coesa, mesmo com os dois pontos de vista sendo trabalhados aqui que como mostrado num ótimo cliffhanger para o diretor, têm de ser louvado ser foi mesmo um trabalho de um único diretor, faz com que a teoria que ando vendo por aí que a obra trabalha com duas linhas do tempo congruentes seja afirmada neste episódio.

U que?
U que?

Começando com o lado humano que teve como ponto importante justamente o flashback do mundo humano e sinceramente tirando o clichê clássico que aparentemente os personagens mantinham mesma aparência do mundo anterior nesta nova vida, inclusive a índole do protagonista, pois sinceramente um herói não ter a “índole heroica” no novo mundo se tornou um clichê justamente com obras Isekai mais atuais, então ver aquela cena do Shun(irmão do Yuusha) “salvando” a Wataba(Madoka) do bullying da Shinohara(waifu-pet) foi um contrassenso para mim já que possivelmente ele renegava ajuda antes sendo contraproducente ele simplesmente fazer isso “agora”, claro que foi apenas este momento para reforçar o estereótipo dele, mas eu aceitaria se ele apenas ignorasse já que teríamos um personagem humano, diferente de outras obras que tem um protagonista “malvadão”.

 Madoka entra no harém do irmão do Yuusha
Madoka entra no harém do irmão do Yuusha

Mas tirando isso foi interessante ver os personagens no mundo original, não há problemas em contar histórias cronológica-narrativamente antigas, principalmente se for adicionar a narrativa com foi ver a vida passada de todos, inclusive a professora que se ensinasse inglês seria a Taiga da série, então ver como era a dinâmica entre o Irmão do Yuusha, o Ruka(Oushina) e um amigo, fora os outros, no mundo humano foi reconfortante pois dá peso na mudança do amigo do protagonista e afirma o conflito de uma troca de realidade, mesmo que a professora queira evitar ao máximo.

Será que ele é?
Será que ele é?

Por fim chegamos a Madoka e aparentemente o conflito existencial se tornou piada rápida, com referência a Kiss e só, ok já basta saber que nossa garota mágica é bastante roubada, ter acesso a Deus ex machina acabaria com o conflito do lado dela da história, então até aceito, mas tirando o fato que ganhamos mais duas Kumoko(Tanya para a chapéu de bruxa e Yoshiko para de óculos) e a batalha com o Undead-dragon, não dar para simplesmente narrar uma lutar que já seria de baixa qualidade por causa do histórico da série, não teve algo muito interessante no lado dela, apenas mostrar o sistema de magia da obra foi legal, sinceramente era algo que deveria ter sido “ensinado” para nós no lado humano justamente no episódio 2, pois tirando exemplificar como a magia funciona do mundo, explicaria a diferença de nível e obtenção de experiência dos dois lados quando os dois lado se encontrarem, um dia, fora isso é estranho ver que o lado da Madoka começou a ficar apagado, claro que o desfecho da luta com o Undead-dragon gera uma empolgação para o próximo episódio, mas só isso fica desinteressante acompanhar a obra, claro que não tivemos tantas piadas com a Madoka quanto nos episódios anteriores, mas espero algo épico como foi o episódio 4, talvez no futuro como um possível conflito com o Yuusha no meio da temporada, mas enquanto isso não ocorre me faça rir enquanto vejo a obra, me façam lembrar de Hamefura, mas ponham conteúdo com fez neste episódio, claro que minha crítica se torna infundada se lembramos que Itagaki Shin que dirige a obra, então desconsiderem a crítica já que são recursos da obra(POR QUE???).

Hexenspinnennacht.
Hexenspinnennacht.

Basicamente era isso que eu tinha para falar desta tentativa do anime da miranha, aqui é Jonh Vini e essa foi minha review desta série, estou à espera dos vossos Feedbacks do episódio e da review para melhorar minha escrita para vocês, não se afobem, pois arrependimento mata, vamos discutir pacificamente, sem puxar palavras de baixo calão já que como podem ver eu não desferir nenhuma contra vocês é saudável porque enriquece a vida e até mais.

Fundou o OtakuPT em 2007 e desde então já escreveu mais de 40 mil artigos sobre anime, mangá e videojogos.