É inegável o potencial que o ano de 2017 estava nos apresentando depois que ao término de seu ano antecessor, nós já teríamos como estipulado muitos anúncios de grande renome para serem lançados já de cara nos seus dois primeiros meses e até mesmo nas suas três primeiras semanas de lançamentos. Mas assim como 1998 e 2007, 2017 olhou para o horizonte e disse: “Eu consigo ir além disso”, e não satisfeito com isso, ele aterrissou em nossas casas com uma porrada muito forte de jogos e o mais surpreendente disso tudo: Muito jogo maravilhoso! É muito difícil você olhar para esse ano e dizer que tivemos jogos genuinamente ruins, suas tentativas e até mesmo suas inovações dentro de suas franquias ou ressurgimento de figuras que já estavam desaparecidas a um bom tempo retornando… nos deixa sem palavras sobre o quão excelentíssimo foi o ano de 2017. Dado isso, eu – membro da Staff, Weslley de Sousa com a minha opinião extremamente pessoal e com muita dificuldade para ranquear esses jogos no meu coração, decidi presentar vocês com uma piscadela do meu mal gosto nesse ano maravilhosamente lindo de lançamentos em uma postagem sobre os 5 Melhores Jogos do Ano.

Vale repetir mais uma vez: Opinião extremamente pessoal e que ao longo dessa postagem eu darei o meu melhor para mastigar essas informações e argumentações, buscando convencer vocês de o quão bom e significativo foi esse TOP 5 para eu, jogador de videogames a anos e que se sentiu maravilhado com tantos lançamentos seguidos de jogos um atrás do outro. Caso você tenha discordado, por favor, não se segure e deixe nos comentários abaixo dessa postagem quais foram os cinco melhores jogos desse ano de 2017 na sua mais honesta opinião, argumentando ou não em cima disso para que possamos começar o ano discutindo a relevância desse ano para os próximos. Será que 2017 se aproximou de 1998 na sua importância de lançamentos e nas suas qualidades? Isso será extremamente difícil de dizer e honestamente eu ainda acredito que não, por conta de que só veremos os resultados desses jogos influenciando a indústria a partir de agora. Portanto, vamos prosseguir para a postagem e conversar um pouco sobre os meus cinco melhores jogos de 2017!

Mesmo eu sendo uma daquelas pessoas que defendem sem qualquer relutância ou preocupação da própria opinião o Resident Evil 6 e detestando a existência de coisas como Resident Evil: Revelations 2, é talvez unânime de que a série ela precisava se reinventar mais uma vez ou optar por um Reboot para que, ao menos, as suas raízes pudessem ser podadas e polidas para que a série ganhasse mais uma vez o reconhecimento que ela um dia teve. E foi no momento mais ideal que surgiu Resident Evil 7 que, para a surpresa de muitas pessoas que se questionavam durante os trailers e até mesmo durante as atualizações da demo “Beginning Hour”: “Isso é mesmo Resident Evil?” e a minha resposta para isso hoje é: “Sim, isso é Resident Evil”. Apesar das falhas que já foram constadas na análise que eu mesmo realizei aqui no site, o jogo ele possuí não somente o retorno de muitos elementos que fizeram a série ser reconhecida e colocada nos moldes mecânicas e lúdicos que são feitos na atualidade, como também traz um SENHOR LEVEL DESIGN! Claramente influenciado por Dark Souls, Resident Evil traz elementos de level design sobre áreas interconectadas e geograficamente dentro de um espaço real e familiar, quase que tirando a utilidade do jogador de ativar a opção de mapa. Ferramenta de jogabilidade que raramente eu assisti pessoas se utilizando durante suas gameplays e que durante minha exploração pelo cenário, tudo era tão natural e bem conectado que eu sentia ser burro ao utilizar essa mecânica. Apesar de a história ser, aos meus olhos, ridiculamente ruim desde o seu primeiro jogo com exceções durante seus lançamentos, o balanceamento dos inimigos, a exploração pelo cenário, os desafios e principalmente os quebra-cabeças conectados ao Level Design do jogo, eram elementos que sempre me fascinavam e que desde Resident Evil 4 eu sentia que nunca mais iria ver algo tão bem-feito ser realizado na série.

Resident Evil 7 possui obviamente os seus tropeços e ele, a meu ver, nunca mais retorna no pico de construção lúdica e até mesmo narrativa que o seu começo estabelece. Ouvindo ao podcast “Jogabilidade”, um de seus participantes “Eduardo Sushi” disse durante o programa falando sobre Resident Evil 7 de que aquele começo até o seguimento da garagem teria sido, talvez, um dos melhores começos de jogos da história dos videogames e eu não teria como concordar mais. Porque é tudo feito de uma maneira progressivamente impactante, mesmo que aos meus olhos em um ponto de vista narrativo a história e a falta de coerência fossem muito grandes pelo fato de o protagonista do jogo não esboçar reações a situações óbvias, é uma crescente muito grande que o jogo faz para que logo em seguida ele te apresente a família que será os principais antagonistas do jogo, para em alguns segundos te trazer elementos da série clássica dos três jogos em um microcosmo que nos faz nos sentir como se realmente estivéssemos jogando Resident Evil, seguida de duas Boss Fights que são avassaladoras de impressionante. Infelizmente, ele possuí seus tropeços, porém a sua relevância perante os jogos anteriores e tropeços que a série veio realizando foram significativos para me fazerem colocar ele como o quinto melhor jogo de 2017, pelo que ele trouxe de volta ao mundo mostrando: “Pessoas, é por isso que Resident Evil está onde está.”

Desde Twilight Princess que eu andava um pouco desgastado dos jogos de Zelda, talvez porque desde o momento que eu conheci jogos do Diretor que eu falarei mais quando chegarmos ao primeiro lugar, devido o carisma quase infinito e os jogos que ele produz, eu acabei ficando cansado de muitos outros jogos. Até mesmo de várias séries, em especial Zelda que eu sempre amei e dedicava horas e horas jogando repetidamente o mesmo jogo sem qualquer relutância ou medo de perder meu tempo em videogames em vez de produções. Mas Breath of the Wild me trouxe de volta para a série, porque mais uma vez ela mostrou o quanto eu amo ela e o porque eu gosto tanto de experiências novas dentro de séries que já se provaram, já estão estabelecidas, são renomes na indústria dos videogames… mas que só precisam de empurrões para experimentar! E esse jogo ele não somente pegou aspectos que The Elder Scrolls V: Skyrim estabeleceu desde o seu lançamento em 2011, como ele subverte essas expectativas e abre todas as possibilidades já vistas em um jogo de mundo aberto com uma riqueza de detalhes absurda!

Eu fui incapaz de terminar a sua história e até mesmo de prosseguir, por conta do quão vasto e divertido é explorar esse mundo. Para a produção dessa análise pessoal, eu procurei pesquisar um pouco temas e o quão vasto é o seu trabalho com a história e nada me surpreendeu muito – obviamente eu busquei sem spoilers e talvez eu devesse ter terminado, mas eu fui incapaz dado o número de jogos gigantescos que eram lançados esse ano, um atrás do outro. APESAR DISSO, em meio a tantos lançamentos, Zelda consegue deixar a sua marca pelas possibilidades que ele entrega ao jogador, a sua riqueza de detalhes no seu mundo gigantesco, um objetivo vago que ao ser dado ao jogador, deixa que a sua mente possa brincar com todas as suas mecânicas da maneira que ele bem entender, além de ser um jogo extremamente bem polido e talvez, quiça, o jogo mais polido de 2017. Uma fluidez de movimentos, mecânicas, ferramentas de jogabilidade, o seu mundo, seus personagens, suas interações, a sutileza com a qual nós vamos nos deparar com as nossas próprias execuções de maneiras a acreditar que estaríamos, talvez, quebrando o jogo quando na verdade é exatamente aquilo que ele requer de nós. Por esses motivos – e quem sabe, se eu tivesse terminado a sua história, ele estaria em uma posição maior, porém somente pela sua existência e pelas mais de 115 Horas de jogo e eu quase nem progredi na sua história tendo apenas como foco explorar esse mundo gigantesco… eu sem sombra de dúvidas digo que vale a pena você jogar Zelda e que, com certeza, é merecedor de ter recebido o prêmio na The Video Game Awards de “O Melhor Jogo do Ano de 2017”

Se tem uma coisa que esse ano foi marcado, é de experimentações e coisas novas que talvez nunca antes tínhamos vistos ou nunca antes tínhamos presenciado suas execuções serem tão bem-feitas de maneiras exemplares para o futuro dos jogos. E dentro de uma delas, está o crescimento da Guerrilla Games investindo em uma nova IP com Horizon: Zero Dawn – o jogo favorito do ano para o nosso gracioso Bushido. A Premissa em si já me conquistas pontos que Zelda não conquistou, pela sua premissa maluca de nos colocar em um ponto avançado da nossa sociedade onde nós, seres humanos do mundo da tecnologia, ruímos e tribos anos e anos depois se apropriaram dessas ferramentas para crescerem cada vez mais e uma mitologia se desenvolveu a partir disso. Porém, um dos elementos mais impressionantes em questão aos meus olhos é a sua maneira de contar uma história, a riqueza de detalhes e o quão único esse jogo consegue ser. Não é de hoje que vemos jogos de mundo aberto, porém com certeza uma coisa que não vemos em lugar algum é a ideia dos inimigos desse jogo que nos é apresentada: Dinossauros Robóticos ou Criaturas de carne que veríamos em livros ou até mesmo no nosso cotidiano, subvertidas para o contexto de máquinas. Além disso, a introdução de um jogo inteiramente focado na mecânica de flechas e a maneira como essas ferramentas funcionam de maneira única para cada inimigo é simplesmente brilhante.

As estratégias que o jogador pode montar na hora de enfrentar seus inimigos é vasta, as possibilidades são únicas e o mundo desse jogo é rico de detalhes visuais de uma maneira que enche os olhos, nos deixando animados já que essa mesma Engine será a que nos trará Death Stranding em um futuro próximo. A História é uma alegria a parte e o desenvolvimento dos personagens apesar de ser demasiadamente lento, típico de histórias que quer te introduzir um universo, basicamente, de informações novas ao mesmo tempo: similares. Sem entrar na zona de Spoiler, mas a sua reta final é uma das partes que mais me emocionaram esse ano – perdendo, claro, para os subsequentes da lista, mas sem tirar qualquer mérito da sua execução narrativa que com certeza, é um dos fatores que melhor me fazem pensar em colocá-lo na lista dentre os melhores jogos do ano de 2017 na minha opinião.

Não sei se estou capacitado para poder falar mais do que eu disse na minha análise ou se eu conseguiria fazer jus ao jogo do ano para o nosso membro da Staff, João Pedro, porém uma coisa é certa: Até o fim de 2017, Persona 5 estava sendo de forma disparada o meu jogo do ano e talvez um dos melhores jogos de RPG que eu já joguei na minha vida pelo quão gostoso era o seu sistema de combate já estabelecido que não sofreu mudanças e somente retornou com elementos anteriores da série e adaptando-as para os novos moldes que quando você olha, imediatamente pensa: Isso é Shin Megami Tensei! A Assinatura da série está basicamente no seu combate que é uma das coisas mais gostosas e fluídas que eu já vi em muito tempo quando se trata de um jogo RPG que possuí o sistema de combate focado em turnos. Mas de longe, o que mais me surpreendeu foi a história que ele está contando e o quão bem conectada com a nossa realidade ela consegue ser, além de desenvolver de maneira excelente e que nos mostra a gigantesca diferença que Persona possuí dos demais RPGs de seu gênero, os seus personagens. Esse jogo transborda personalidade de uma maneira que só encontraremos em um RPG desenvolvido por essa equipe fantástica que trabalha na Atlus desde Persona 3.

A Trilha Sonora é talvez uma das coisas mais maravilhosas que compõe todo o seguimento narrativo e lúdico desse jogo, perdendo somente para o Jogo do Ano na minha opinião mas que não possua deméritos. A Maneira como elas contribuem para a construção da ambientação do jogo ou até mesmo prestando serviços que você jamais encontrará em outros jogos. Eu poderia citar diversos outros exemplos de músicas aqui, mas eu quero que vocês escutem a trilha sonora que compõe o fundo de uma das LOJAS DO JOGO! Isso que vocês ouvirão é a música feita para UMA LOJA!

É de uma magnitude inimaginável! Ela começa com um tom ameaçador, afinal de contas tem todo o contexto por trás do personagem que está cuidando dessa loja e prestando serviços ao nosso protagonista, nos ajudando a progredir. Ela tem um ar intimidador que combina com esse background do personagem… mas de repente… ela se transforma! Ela vira o que o Shoji Meguro não tem vergonha e falta de coragem para fazer, simplesmente a inovação e a desconstrução sonora de uma trilha em torno de um ambiente. E eu acho que somente por isso, eu deixarei por aqui as minhas opiniões sobre Persona 5 que não somente é composto por uma sensacional trilha, mas por vilões excelentes, um ritmo muito bem executado – decaí um pouco em um determinado momento de exposição na reta final, mas que com toda certeza merece a sua atenção porque o tipo de história que ele conta precisa ser absorvida pelas pessoas!

E aqui estamos e provavelmente esse jogo será o mais difícil de se explicar, porque assim como nas palavras de Yoko Taro, eu também acredito que a qualidade técnica de Nier Automata está bem “a quem” para os dias atuais. Esse começo será estranho, mas Nier Automata possuí de fato uma enxurrada de erros e eles são muito facilmente perceptíveis. O Número de paredes invisíveis é ridiculamente alto, as texturas são muito feias, os modelos dos personagens são feios, o combate é muito bom mas ele não é nem um pouco a melhor coisa que a Platinum Games já fez e sequer consegue alcançar coisas em nível de Metal Gear Rising ou até mesmo Bayonetta. O Mundo é vazio, apesar de ter um propósito narrativo para isso e o principal de todos: Ele pode ser até mesmo repetitivo para as pessoas que estão experimentando um jogo do Yoko Taro pela primeira vez, porque afinal de contas são sempre missões para ir pegar um item e voltar, sem diálogos e muitas vezes um pouco longas com mensagens abstratas demais. PORÉM, e é nesse momento que eu começo a defender Nier Automata e explicar o que me faz amar esse jogo de maneira incondicional em nível de todas as outras criações de Yoko Taro: Tudo nesse jogo conversa com a narrativa dos personagens e nada é jogado “do nada”, até mesmo as missões secundárias que podem parecer extremamente repetitivas. O que direi não é spoiler, mas por via das dúvidas, pule essa parte que eu deixarei em Itálico: em dado momentos, nós conversamos com uma NPC e pegamos uma missão secundária com ela onde devemos ir em certas partes do mundo para conseguir e resgatar fotos para ela, no objetivo de que ao obtê-las, essa NPC reconquistará memórias que ela obteve junto de seu amante ou pessoa amada – e ela quer essas memórias para buscar significado por trás de sua existência naquele momento, pois ela está em dúvidas. Ao conseguir, ela finalmente se lembra do porque aquela pessoa está desesperadamente querendo mantê-la viva naquele mundo e o porque é importante ela estar, mesmo seu amante estando morto. PORÉM, ela não quer isso, porque ela já está cansada. E toda essa missão que, basicamente, você só precisa andar de um lugar ao outro, apertar um botão, tirar uma foto, ler um diálogo e voltar, é basicamente uma missão dizendo tudo que a protagonista, 2B, está passando ao ter que ver o seu parceiro de missão 9S morrer e ser a única que possuí as memórias restauradas daquele momento importante que eles tiveram.

A História ela começa de uma maneira simples: Nós controlamos personagens androides que foram mandados em mais um avanço para reconquistar a terra que foi tomada dos humanos que foram obrigados a se refugiarem na lua e que, após alguns anos após uma guerra entre alienígenas que atacaram a terra e os forçaram a estar nesse estado, os humanos criaram androides e que depois de muitos anos, estabeleceram uma colônia/grupo chamada “Yorha”. É basicamente com essa premissa que nos vemos controlando 2B e ao nosso lado o personagem 9S. E por enquanto você deve estar se perguntando: “Por que eu devo me importar com isso?” e eu vou além e digo para que, inicialmente, você não preste tanta atenção na história e apenas se deixe levar pela experiência, porque o grande atrativo de Nier Automata, assim como todos os jogos do Yoko Taro, é o “flow” desses jogos que gradativamente vão te levando para lugares que você não esperava – não somente na sua história! Constantemente o Game Designer irá brincar com elementos de Bullet Hell em terceira pessoa, ou em dado momento seu personagem está caminhando com uma visão normal que passa a ser isométrica, depois vira um Side-Scrolling ou até mesmo… uma visual novel. E tudo isso de maneira natural com um ritmo bem tranquilo que cada vez mais te pega desprevenido para te fazer experimentar novas visões diferentes sobre aquela instância. Você está controlando seu personagem normalmente, realizando combos, quando de repente você está jogando um jogo de nave e atirando em outras naves!

Mas uma coisa deve ser dita – sem que eu precise dar spoilers para isso, uma coisa que os jogos do Yoko Taro faz que você provavelmente não encontrará em quase nenhum lugar, é o quanto ele brinca com as expectativas do jogador quanto as ideias que ele possuem inicialmente preestabelecidas quanto a uma figura. Fazendo você se importar com seres robóticos que – por si só, possuem um design MARAVILHOSO! – até a pouco tempo atrás estavam te atacando de maneira a querer te matar, mas logo em seguida, em uma diferente instância: Ele quase faz você derramar lágrimas por esses robôs. E tudo isso é construído por uma trilha sonora divina onde todas as músicas do jogo possuem diferentes instâncias para cada momento que você estiver jogando, uma quando tudo está calmo, outra quando acontece um enfrentamento de inimigos e uma outra para momentos de impacto onde o jogo brincará com essa ferramenta para enaltecer uma construção narrativa.

Essa eu sinto que posso mostrar, pois é uma das músicas que você mais ouvirá no jogo pois é a trilha sonora que compõe a primeira área do jogo e que também nomeia a música: City Ruins.

Mas se vocês ainda não acreditam no que estou falando sobre o poder de Keiichi Okabe, o compositor e amigo de longa data do Yoko Taro, joguem e cheguem até o momento “This Cannot Continue” que estará na primeira rota do jogo e narrativamente, é um ponto cedo e rápido de se chegar caso você não esteja focado em missões secundárias e na exploração do mundo. Por sinal, esse é o jogo que nos reintroduz ao que Yoko Taro sempre fez em seus jogos que é os vários finais – especificamente 26, um para cada letra do alfabeto. Eu gostaria de dizer que apenas 5 deles são canônicos e que chamar de “finais” é um exagero, porque eles parecem mais “Capítulos”. E confiem: Se vocês começaram Nier: Automata, conseguiram o primeiro final e pararam? Por favor, continuem. Seguem, confiem no Yoko Taro, porque a experiência que ele irá te dar você JAMAIS NA SUA VIDA vai encontrar em qualquer outro jogo que não esteja sob a sua direção.

Realizar esses cinco melhores na minha opinião foi algo extremamente difícil, mas espero ter conseguido convencer vocês do porque eu gosto tanto desses jogos mesmo tendo um deles como não-terminado mas que passei tempo o suficiente para dizer que eu não consegui largar ele de mão, ainda quero retornar e passar mais centenas de horas jogando mesmo sequer progredindo na sua história pelo fato de o quão divertido ele é. As proporções e picos de diversão que os jogos me trouxeram esse ano foi algo de extrema importância para mim, resultados incríveis foram atingidos e seus desenvolvedores estão de parabéns pelas suas criações. A Positividade é a única coisa que se mantêm depois de tanto folego tirado por esses joguinhos e que, se tudo ocorrer bem com a indústria e seus desenvolvedores, nós não somente veremos de 2017 chegou nos calos de 1998 como também veremos se 2018 e seus anos subsequentes irá nos proporcionar com jogos tão maravilhosos quanto.

Até a Próxima!