Resident Evil: Village não será tão assustador como Resident Evil 7: Biohazard

Resident Evil 7: Biohazard foi de tal forma assustador que muitos evitaram jogar

Tsuyoshi Kanda, o produtor de Resident Evil: Village, esteve recentemente em conversa com o website VGC.

Num excerto desta entrevista, o produtor indicou que o capitulo anterior foi demasiado assustador, e ao produzir a sua sequela, a equipa de desenvolvimento teve o cuidado de não criar uma experiência demasiado assustadora, e produzir um jogo que qualquer jogador possa desfrutar.

Um excerto da entrevista podemos ler:

Quando desenvolvemos um novo Resident Evil, o nosso objetivo não é torná-lo sempre mais assustador do que o anterior, mas encontrar um equilíbrio entre entregar um jogo assustador, mas divertido para os jogadores. Algum do feedback que recebemos sobre RE7 é que foi demasiado assustador para jogar. Por um lado, foi exatamente o que queríamos por isso, foi um grande elogio para nós. Em contrapartida, o nosso objetivo é também criar algo que qualquer pessoa se sinta confortável em jogar, por isso suavizamos a curva de tensão em Village relativamente a RE7, para que os jogadores não estejam constantemente com medo. Um dos exemplos do que foi feito para reduzir a tensão é a nova aldeia, um espaço aberto, que cria um tipo diferente de tensão, distante da casa fechada de RE7, onde o jogador tem a constante sensação que tudo é estreito e sufocante. Algo ao qual prestamos sempre atenção é à curva da tensão. Também descobrimos que as pessoas podem ficar imunes ao medo se forem constantemente colocadas perante situações ou locais tensos.

Resident Evil: Village terá lançamento para a PlayStation 5Xbox SeriesPlayStation 4, Xbox OnePC Steam e Google Stadia a 7 de maio em todos os territórios mundiais.

Vindo de vários mundos e projetos, juntou-se à redação do Otakupt em 2020, pronto para informar todos os leitores com a sua experiência nas várias áreas da cultura alternativa. Assistiu de perto ao nascimento dos videojogos em Portugal até à sua atualidade, devora tudo o que seja japonês (menos a gastronomia), mas é também adepto de grandes histórias e personagens sejam essas produzidas em qualquer parte do globo terrestre.