Tetsuya Nomura revela também novos detalhes para Final Fantasy VII: Ever Crisis e Final Fantasy VII: First SOLDIER

No seguimento da entrevista conduzida pela revista Famitsu onde foram noticiadas novas informações para o jogo Final Fantasy VII Remake Intergrade, Tetsuya Nomura, o codiretor do jogo e diretor criativo dos atuais restantes projetos de Final Fantasy VII, revelou mais detalhes e informações acerca dos jogos Final Fantasy VII: Ever Crisis e Final Fantasy VII: The First SOLDIER que são desenvolvidos para smartphones Android e iOS.

Tetsuya Nomura revela novas informações de Final Fantasy VII Remake Intergrade em entrevista

Acerca de Final Fantasy VII: Ever Crisis, o diretor afirmou o seguinte:

  • Todos os capítulos serão oferecidos gratuitamente, não obstante, não ficará livre de micro-transacões, pois as armas só poderão ser adquiridas por intermédio de gacha, algumas quando forem equipadas também darão uma aparência diferente às nossas personagens.
  • A história do jogo original está a ser projetada para ter cerca de 10 capítulos, sendo que o ponto onde Final Fantasy VII Remake parou será apenas o terceiro capitulo, e as faixas musicais serão baseadas também na versão original de 1997, claro que arranjadas e adaptadas a esta era moderna. Embora este seja um titulo que retire como principal molde o jogo clássico, teremos alguns acontecimentos, inimigos e localizações que expandirão ainda mais o universo de Final Fantasy VII. Uma destas será o cenário First SOLDIER, que, na verdade, decorre 30 anos, antes da história que conhecemos, e no mesmo poderemos ver alguns heróis que conhecemos numa idade muito jovem.
  • Em cerca ocasiões poderemos criar uma party de elementos, os quais no jogo original seriam praticamente impossíveis.
  • Final Fantasy VII: Ever Crisis não foi desenvolvido para ser um substituto à Compilation of Final Fantasy VII, mas sim, projetado para que os seus jogadores conheçam de uma forma rápida e fluida este universo, existem muitos pedidos para que este título também receba lançamento nas consolas.

Quanto a Final Fantasy VII: The First SOLDIER, Tetsuya comentou o seguinte:

  • Final Fantasy VII: The First SOLDIER está a ser desenvolvido por dois grandes motivos, atrair outros grupos demográficos ao universo de Final Fantasy, e ser um novo competidor no mercado dos Battle Royales.
  • Os jogadores mais novos não conhecem ou jogaram Final Fantasy VII, e Nomura espera que Final Fantasy VII: The First SOLDIER sirva para estabelecer uma ponte para estes conheçam o universo Final Fantasy.
  • Embora tecnicamente não exista nenhum elemento de Jobs em Final Fantasy VII, muitos elementos alusivos à série Final Fantasy serão encontrados em Final Fantasy VII: The First SOLDIER.
  • De modo a destacar-se no género, cada jogador poderá definir um estilo de jogo como um Job, aqui será conhecido como “Style”, e será representado pelos ícones no canto superior esquerdo do ecrã. Usar continuamente um Style terá as suas vantagens.
  • Uma beta fechada está a ser planeada.
  • Ichikawa, o produtor do jogo foi quem propôs esta ideia originalmente e é um grande jogador de jogos de Battle Royale, que promete trazer a identidade e ser a voz de Final Fantasy para este mercado.

Quanto ao seu restante trabalho nos universos de Final Fantasy VII:

“Não será só durante este ano. No próximo também. E mesmo no ano seguinte. Parece que terei os anos ocupados com a série por algum tempo.”

Vindo de vários mundos e projetos, juntou-se à redação do Otakupt em 2020, pronto para informar todos os leitores com a sua experiência nas várias áreas da cultura alternativa. Assistiu de perto ao nascimento dos videojogos em Portugal até à sua atualidade, devora tudo o que seja japonês (menos a gastronomia), mas é também adepto de grandes histórias e personagens sejam essas produzidas em qualquer parte do globo terrestre.