Fate/Grand Order: Babylonia – Episódio 19: Grand Assassin

Artigo por Jonh Vini.

Foi horrível ficar esperando duas semanas para esse episódio, traz algo ruim quando a expectativa não é entregue na realidade e por algo que está presente desde o começo da obra, não me entenda mal pois gostei do episódio, mas a sonoplastia incomodou, ficou faltando algo durante as cenas para conseguir criar a emoção necessária para gerar simpatia da história contada e olha que é algo importante, mas quando você vai ouvir o episódio você acaba ficando perdido com todo o som de panelas batendo entre si e só isso foi o ponto negativo do episódio como um todo para mim pois normalmente os animes da franquia sempre apresentam uma sonoplastia boa, o único que não possui esse ponto é o Apocrypha, que já caiu nas mãos do CloverWorks, na época ainda junto com a A-1, então é meio explicado esta falha crônica.

Só coloquei o Ishtar para cota da Rin
Só coloquei o Ishtar para cota da Rin

Já o episódio pode ser dividido em três partes: no fronte do episódio passado, na cidade(onde o problema da sonoplastia ficou evidente) e no submundo, tentarei fala das três partes separadas mas não é garantia que citarei o que ocorreu nelas em ordem; começando com a luta no fronte, como tinha dito no início, todo o hype criado no final do episódio anterior foi diluído durante as duas semanas, muito porque foram quase quatorze dias de muitos animes durante a semana e eu acompanhando quase todos eles, mas a cena que apareceu a Medusa não saia na minha mente e esperava algo épico, mas ao descobrir que a Medusa Górgona em questão é a Roli evoluída e ainda por cima a Asakawa Yuu dublar com a voz da Roli deixou minha mente congestionada pois não era necessário, temos o episódio 15 mostrando que elas(Roli e Górgona) eram a mesma figura mitológica então era dispensável usar o tom de voz da Roli, poderia ter usado o tom de voz da Rider um pouco mais alto para repassar a mudança dupla(tanto o relacionamento da Roli com Gudao quanto a Górgona retornando a sua “humanidade”) e não usar um tom de voz mais agudo para dizer que ela sempre esteve ao nosso lado, tirando isso a cena foi marcante, ver que nossa Medusa se sacrificou para salvamos da Tiamat e no instante seguinte ver que esse esforço foi inútil foi de doer o coração, engraçado que depois ver o episódio todo fez com que aparição dela ganhe o significado de prelúdio com o que ocorreu no final do mesmo.

Um sorriso libertador
Um sorriso libertador

Antes mesmo de chegarmos na cidade tenho de pontuar que foi interessante a fala com que ocorreria  com Gudao quando seus selos de comando estão zerados, na verdade nunca nas séries foi mostrado um mestre com todos os seus selos de comando zerados, óbvio o que ocorre aqui é diferente o que acontecia em outras séries já que Mashu sempre estará lá quando isso ocorre, mas saber que o braço irá necrosar por falta de mana é algo marcante para todo o universo do jogo; agora na cidade tivemos a última luta dos amigos no anime e que luta, óbvio que não está na totalidade das forças pois Gilgamesh não usou seu fantasma nobre, mas ver ele salvando alguém já é de grande proveito para aumentar a já alta moral dele, pelo menos como rei, para mim, tanto que quando vemos ele morrendo em serviço fez com que ele já entre no hall dos servos que devemos admirar finalmente, já Kingu/Enkidu não me convenceu a gostar dele pois todo aquele drama sobre sua identidade foi estranho, para não dizer forçado pois desde do início este conflito estava previsto, mas tal característica do personagem é chata, tanto que isso é jogado ao segundo plano durante a série toda, por isso que achei o desfecho dele bem sem graça, óbvio que foi bonito ver o Enuma Elish em CGI e de novo uma catarse com fantasma nobre sendo inútil para deter a mãe de todos, mas serviu para dar alguma utilidade na obra para a cópia da argila; antes de ir para o inferno tenho de lembrar as emoções vividas do Gudao e Mashu tiveram até aí que me fez pensar que se todas as singularidades se tornasse um anime esta série ainda existiria em corpo separado e o início da entrada da Tiamat pela cidade serviria perfeitamente como catarse para a série(as primeiras singularidades junto a esta) como um todo com tudo que eles passaram desde do incidente do First Order até o clímax da batalha na capital mesopotâmico.

Parece ser outra coisa.
Parece ser outra coisa.

Por fim o clímax do episódio: o submundo, sinceramente a Ereshkigal não fez muita coisa quando a briga chegou no seu quintal, muito por causa da ultimate form da Tiamat que ficou bem feita em 3D e explicando o que eu sei que não é muita coisa, Salomão possui até o momento cinco bestas conhecidas e como Merlin falou a mãe de todos é, além do mal da regressão, a besta II, como mais nenhuma besta foi apresentada antes(eu acho) então as demais irão aparecer em eventos posteriores, mas também pela chegada do incômodo(leia-se Merlin) salvando geral com suas flores do paraíso já que em algumas lendas Avalon seria um paraíso móvel de Arthur, mas as informações dadas por ele são essenciais para o decorrer dos eventos da história como por exemplo citar o Rei Hassan como um Grand servo e não é engraçado quando o personagem fala o nome do anime, possivelmente teremos informações sobre isso no próximo episódio então posso deixar um pedido de desculpas para aqueles que não tiveram a surpresa máxima de descobrir o tal legal é o Rei Hassan.

O Vovô chegou.
O Vovô chegou.

Basicamente era isso que eu queria falar sobre esse episódio do gacha da babilônia, aqui é Jonh Vini e estou à espera dos vossos Feedbacks deste episódio e da review para melhorar, não se afobem pois as pessoas apenas morrem quando são mortas, discutir pacificamente é saudável e enriquece a vida e até mais.

A mama Tiamat.
A mama Tiamat.
Fundou o OtakuPT em 2007 e desde então já escreveu mais de 40 mil artigos sobre anime, mangá e videojogos.