Komi Can’t Communicate: Episódio 12 – Até para o ano

Artigo por Jonh Vini. Podem enviar os vossos artigos aqui.

Antes de tudo já vos desejo um feliz natal a todos, afinal esse será a última publicação do ano, pelo menos aos domingos, espero que tenham aproveitado bastante esse feriado pois sexta-feira tem mais; já eu aproveitei bastante o episódio final dessa parte de Komi-san, afinal de contas descobrimos que teremos mais uma temporada em abril, apesar que este último episódio serviria bastante com o ponto final da adaptação de tão bela ela está, bem como é a review “final”, vocês sabem que não irei muito longe para informar para vocês sobre alguma informação específica apresentada aqui, então não falarei da dubladora da fantasma.

Pelo menos ela é fofa.
Pelo menos ela é fofa.

Vocês lembram que falei no episódio do festival desportivo que a staff poderia alongar um pouco mais o arco de história criando algo novo, isso ocorreu aqui nesse episódio, primeiramente o segmento do Maid café, toda a animação inicial do esquema de Najimi foi espetacular, pois atendeu o que esperava sobre o capítulo em si, sim foi apenas um capítulo que nos foi entregue nesse segmento, mas parecia que tinha mais história por trás da animação, entretanto a staff demonstrou uma sintonia fascinante com a narrativa original, entregando algo tão belo como foi este e o próximo como foi o segmento da declaração pública.

Segura para ela não cair.
Segura para ela não cair.

Agora falando justamente sobre o segmento original com foi da dança, essa eu tomei spoiler da conta oficial da obra no Twitter, principalmente a cena onde a Nene e Otori estão como um par da dança, como falei na review passada, as duas são inseparáveis, até mesmo no neste episódio onde o quarteto aproveitou todas as atrações do festival, mas justamente na celebração final dos alunos tivemos algo perfeito, afinal de contas foi algo celebre ver a dança do nosso trio favorito e todos celebrando nossa deusa se regozijando este momento memorável como é um festival escolar, aliás Najimi também complica no festival do próximo ano, mas tenho certeza que vocês irão se surpreender.

Um belo sorriso.
Um belo sorriso.

Chegando ao segmento final que foi a reunião no Karaokê, aliás o Otaku cantou a abertura de Lucky☆Star cujo nome foi alterado por direitos autorais, a propósito que saída cômica da staff em mostra todos cantando trechos das músicas escolhidas, sendo as únicas com melodia e canto foi justamente a abertura e encerramento, ativando minha carta pleonasmo pois foi emocionante ver todos apareceram e o ponto final típico de animes passando a abertura no final da obra; este foi um ótimo encerramento para obra por mostrar todos os personagens, inclusive com cenas marcantes passando nos créditos, dando exemplos do porque essa obra é marcante.

No ritmo.
No ritmo.

A cena final onde Komi-Sama escrevendo os nomes de seus amigos no seu caderno fica dentro do nosso emocional, pois combinando com o texto final da obra e a narração encaixando a principal problemática desse trabalho ressalta algo que para o ocidente é algo raro que é a fobia de comunicação social, eu já falei que tenho esse problema, não tão extremo quanto nossa protagonista, mas as dinâmicas delas parecem tão próximas para mim que me faz acompanhar a obra até hoje e seria um deslumbrante ponto final, mas ai temos o anúncio pela boca da nossa deusa da segunda temporada.

Um belo final.
Um belo final.

Review da Série como um todo

No início não havia nada, então Tomohito Oda decidiu criar uma história e assim fez o mundo, enfim vamos falar um pouco sério, já que Komi-san não foi publicado logo na primeira tentativa, como Bushido diz neste post, mas eu recomendo ler o one-shot, que está disponível na internet e depois leia o primeiro capítulo, que estará disponível oficialmente pela Panini, e reparar que o clima presente no one-shot eleva bastante o primeiro capítulo, pois esse one-shot carrega uma aura bastante sombria, mas passa justamente o conflito que o primeiro capítulo suaviza de uma maneira que você acaba caindo da piada da deusa, a obra conquista desde seu primeiro capítulo, que saiu na Shonen Sunday desde do dia de 16 de Maio de 2016, tirando este fato é que esta é a primeira obra de Tomohito Oda e logo foi um sucesso, inclusive com anime, mesmo cinco anos depois do lançamento do mangá.

Podem reparar o traço mais arredondado da nossa deusa. 
Podem reparar o traço mais arredondado da nossa deusa.

Sinceramente eu não esperava tanto de Kazuki Kawagoe(Storyboard de Beyblade Burst, Bungou to Alchemist e Youkai Watch!), pois eu não assisti nenhum trabalho, então me deixou com medo do resultado da direção, tanto que o nome Watanabe Ayumu(Doraemon, Nazo no Kanojo X, Ace Attorney, Koi wa Ameagari no You ni e Gurazeni) me passava uma certa segurança até assistir o primeiro episódio e ver que Kazuki Kawagoe se dedicou bastante a obra, a tal ponto de desenhar certos quadros no primeiro episódio, a escolha narrativa dele em brincar com os quadros ficam bastante convidativos, claro correlacionando com a gerência da produção da OLM e as suas mais diversas terceirizações, mas isso irei falar mais a frente.

Sempre bom ter gente experiente ensinando.
Sempre bom ter gente experiente ensinando.

Agora algo que me deixou agoniado foi descobrir  que Akao Deko(Akagami no Shirayuki-hime, Noragami, Arakawa under the bridge, Flying Witch, Koi wa Ameagari no You ni, Amanchu!, 3D Kanojo, My Roommate is Cat, Okaasan Online, Higehiro, Meikyuu Black Company, Tantei wa mou, Shindeiru e Vanitas no Karte) tinha pegado a estruturação da série, afinal de contas eu já comentei 3D Kanojo e My Roommate is Cat aqui no site, comparando Komi-san a eles existe uma certa similaridade, afinal estas obras seguiram seus originais, mas aqui ela acertou em pegar os ótimos momentos da obra e não fazer uma mudança abrupta como foi em 3D Kanojo, mas conseguiu estruturar um roteiro para ter um certo dinamismo que uma animação exigirá.

Dar por gasto.
Dar por gasto.

Agora aquela que “salvou” a obra do problema da terceirização afinal de contas Nakajima Atsuko(Ranma ½, Sakamoto Desu ga?, Tokyo Ghoul:Re, Sword Gai e Bungou to Alchemist) ficou responsável em manter uma certa continuidade do design, que são dela, com uma boa direção de animação, que também é dela, pois ela gerenciou os episódios dos inúmeros estúdios e conseguiu impor uma continuidade entre os episódios, fazendo que mesmo os episódios intermediários sejam bem produzidos.

Ela é espetacular.
Ela é espetacular.

Algo que posso ressaltar a obra é sua trilha sonora, pois como eu li o original, pude reparar em mais detalhes e entre elas as insert songs, efeitos sonoros e principalmente a trilha sonora, o engraçado é que Watanabe Jun(Bakuman.,     Medaka Box, Little Witch Academia, Honzuki no Gekokujou e Nana Maru San Batsu) na parte de efeitos e Hashimoto Yukari(Toradora!, MM!, Mawaru Penguindrum, Sankarea, Golden Time, Nozaki-kun Sore ga Seiyuu!, SanGatsu no Lion, Dumbbell Nan Kilo Moteru?, Kakushigoto e Maoujou no Oyasumi) na parte musical são excelentes profissionais e isso foi um destaque principalmente no primeiro episódio, já que foi o episódio que eu mais assisti e reparei bastante na parte sonora que me marcou, principalmente aquela OST de tensão do primeiro encontro de Komi-Sama com Tadano-kun que passou uma atmosfera tão marcante como foi aquela cena.

Música encantadora.
Música encantadora.

Abertura e encerramento.

Eu já falei sobre a abertura e encerramento da obra lá na review do episódio 2, mas é necessário uma explicação mais elaborada para por numa review final, até porque poderá ser a porta de entrada de pessoal que quer saber se esta obra será boa para eles, entretanto é complicado falar de Cinderella (por Cinder Girl) já que falei que foi estranho ouvi-la, pois eu não poderia imaginar uma abertura para Komi-san, uma obra pelo qual conheci por uma mídia que não possui áudio e mau possui cor, mas quando ouvi pela segunda vez e sabendo, um pouco já que não só fluente em Japonês, da letra faz surgir em mim uma sensação de alegria, mesmo que a letra parece ser escrita por um colegial era possível pensar que era nossa própria heroína que escreveu-a, pois é suave e possui desejos da própria Komi-sama, combina bastante com a própria animação que é belíssima. 

Já não tenho tanto este sentimento com Hikare Inochi (ヒカレイノチ) por Kitri, pois mesmo fazendo referências as capas dos volumes do mangá e compartilhando a ideia de ser uma carta da nossa heroína, mas a melodia remete bastante a um anime genérico de romance, tanto que mesmo ouvindo na mesma frequência de Cinderella, prefiro a abertura do que o encerramento, talvez porque eu goste mais de batidas mais alegres, é só pegar o que falei na review de 3D Kanojo, mas uma composição da Kitri no anime que tive mais simpatia foi justamente a primeira ending{Sympathy (シンパシー)}, talvez porque pareceu ser algo mais autoral das duas, não algo planejado como foi Hikare Inochi.

Dubladores e dublados

Enfim chegamos na parte mais complicada de toda a review, pois achar o histórico da equipe técnica é até fácil, afinal de contas vermos os melhores trabalhos que eles participaram e listar para vocês, mas para dubladores entro numa área para lá de subjetiva, principalmente para uma obra com um cast “inflado” como Komi-san, pois é fácil selecionar trabalhos famosos ou do momento que todos acompanham, nem que seja através dos memes, entretanto quando busco mais trabalhos dos dubladores fica difícil escolher um trabalho popular se eu não assisti o anime dele(a), então posso cometer um erro a citar um trabalho que vocês desconhecem.

Tem muito personagem então vamos lá. 
Tem muito personagem então vamos lá.

Começando com a dubladora que teve o trabalho mais árduo de todos os escalados para a obra, aquela que praticamente “perdeu” sua voz pela quantidade de palavras que ela teve de interpretar em um episódio, estamos falando de Koga Aoi(Kaguya, Kaneshiro Sora de Tenshi no 3P!, Chima de Fairy Gone, Eruru de Kono Yuusha, Mikuni de Bokuben, Amabuki Maria de Zombie Land Saga, Rose de Isekai Maou e Yuuki Kaede de Full Dive RPG) que deu sua voz para nossa deusa, sinceramente não esperava que a Komi-san fosse dublada, afinal de contas não esperava que Komi-san ganhasse o anime e logo o anúncio oficial veio os nomes dos dubladores e me surpreendo o fato dela e Kajikawa Gakuto(Asta de Black Clover, Shinra Kusakabe de Fire Force, Kuribayashi Shun de Rent-A-Girlfriend e Kaim Kamui de Iruma-kun) como os dubladores principais, pois eu não tinha sequer uma ideia para as possíveis vozes de uma imaginativa adaptação, mas ao assistir o primeiro episódio senti que eram a vozes certas, principalmente a atuação de Gakuto, já que o nome de Tadano entrega bastante o que personagem é, algo recorrente a obra, então sinceramente eu não esperava qualquer um para interpretá-lo, mas logo no primeiro grito meio que Kajikawa Gakuto me conquistou, já Koga Aoi demonstrou o porque ela é a atriz das “waifus”, primeiramente em Kaguya e agora interpretando Komi-Sama.

O Casal do ano.
O Casal do ano.

Eu já falei que esperava que Aoi Shouta interpretando Najimi, muito pelo fato de ser bastante eclético para dublar personagens masculinos e femininos, mas Murakawa Rie(Beth Vanderwood de Fairy Tail, Ram de Re:Zero, Ageha de Kyoukai no Rinne, Constanze de Little Witch Academia, Kirameki Mamika de Re:Creators, Kurata Yui de Trinity Seven, Nishio Chinatsu de Tsuki ga Kirei, Anzu de Hinamatsuri, Natsu Megumi de Gochuumon wa Usagi Desuka?, Bubble Girl de Boku no Hero academia, Ichijou Hotaru de Non Non Biyori e Nya-tan de Etotama) conseguiu captar bem o ar do nosso amigx de infância, o tom de voz que ela pois na sua interpretação encaixou perfeitamente com o ser de caos que agora espero que ela continue interpretando Najimi numa possível segunda temporada.

Chaos.
Chaos.

Enfim fazendo cosplay do advogado do diabo para defender a Yamai, sei que muita gente, para não dizer a maioria, detesta a Yamai, com razão pelo que ocorreu  no arco dela, mas eu vejo a Yamai com uma personagem necessária, pois em obras com uma grande quantidade de personagens, geralmente haverá um ou vários personagens que os fãs vão odiar, então ter uma personagem servindo como Judas é excelente para obra, principalmente com vários estereótipos de obras como Komi-san, mas todos devem concordar que a Hidaka Rina(Silica de Sword Art Online, Azuki Mina de Bakuman, Shirakiin Ririchiyo de Inu x Boku, Last Order de Index, Wang Kochou de Kishuku Gakkou no Juliet, Akatsuki Nagisa de Strike the Blood, Iris Freyja de Unlimited Fafnir, Filo de Tate no Yuusha, Nemesis de To Love-Ru Darkness, Kawashima Urara de Shokugeki no Souma, Tamaki Ako de Netoge, Nukui Kurumi de Tenshi no 3P!, Mimi de Priconne, Wiene de Dungeon ni Deai, Belial de Sentouin, Hakenshimasu! e Milim Nava de Slime) praticamente incorporou a personagem e nos entregou um trabalho espetacular, mesmo se você odeie a personagem, ela conseguiu captar a Yamai de uma maneira que se ela não estive presente numa possível segunda temporada(estou falando da dubladora), muito provavelmente a nota da obra irá desabar.

U Mauuuuuuu.
U Mauuuuuuu.

Talvez a Hitomi e Shousuke seja o exemplo mais claro que venho testemunhando no mangá, alguns de vocês já consumiram uma obra que já possui animação e quando você vai para original acaba associando a voz do dublador(a) aos personagens, isso ocorreu comigo ao ler os capítulos mais atuais de Komi-san e isso é bizarro pois como falei eu não imaginaria que muitos personagens seriam dublados e ainda fiquei curioso com os anúncios dos demais dubladores foram anunciados para os personagens, mas quando soube que Uchida Maaya(Catarina Claes de Hamefura, Norman de Yakusoku no Neverland, Sanka Rea, Takahashi Rika de Chuunibyou, Iki Hiyori de Noragami, Yoshioka Futaba de Ao Haru Ride, Dora-san de Etotama, Liliruca Arde de Dungeon ni Deai, Yoshino Yuuki de Shokugeki no Souma, Shidou Irina de DXD, Frenda Seivelun de Index, Shiro de Senko-san, Tachibana Rui de Domestic na Kanojo, Atendente(aquela lá) de Goblin Slayer, Melty Melromarc de Tate no Yuusha) iria dublar a Hitomi, eu automaticamente associei ela a personagem, mesmo no dia do anúncio da escalação dela, pois Hitomi e Shousuke, que é dublado por Enoki Junya(Itadori Yuuji de Jujutsu Kaisen, Yazaki Nasa de TONIKAWA, Asanaka Yomogi de SSSS.Dynazenon, Globulo vermelho AA2151 de Hataraku Saibou Black, Honjou Rika de Tenkuu Shinpan, Jack de Beastars, Kurata Takezou de Kono Oto Tomare, Fugo Pannacota de Jojo Parte 5, Tsuji Keisuke de Tsurezure Children e Tatewaki Shoutarou de Sakurako-san), só terão um protagonismo real no segundo ano do mangá, mas o que foi mostrado nessa primeira temporada são fico tranquilo para uma adaptação do segundo ano.

O Casal do próximo ano.
O Casal do próximo ano.

Indo para algo raro para um Shounen: os pais do protagonista, Komi Shuuko e Masayoshi são aparecem tanto nesse primeiro ano até mesmo no mangá, mas no segundo ano eles ganham até mesmo alguns capítulos dedicados para eles, mas sabemos muito bem a dicotomia da mãe, de um membro externo que esbanja sua desenvoltura social sendo a antítese de seu marido que carrega o “fantasma” da fobia social, mas como sabemos que o filho é feito pela “metade” de cada um acaba formando nossa heroína vermos que mesmo com sua fobia de comunicação desejando fugir desse status quo, que é exemplificado bastante no one-shot, dando início a obra que conhecemos, enfim quando a Shuuko apareceu na obra, logo falei que esperava a Tamura Yukari(Takamachi Nanoha de Mahou Shoujo Lyrical Nanoha, Tenten de Naruto, Jonh Titor de Steins;Gate, Tooyama Saku de Tantei Opera Milky Holmes, a famosa HIMEko Kotori de Yowamushi Pedal, Ohara Rinne de Island, Yamada de B Gata H Kei, a Mãe do Jouro de Oresuki, Furude Ruka de Higurashi e a Deusa do anime do assassino) a interpretando por toda a fama da dubladora/cantora tem, sério procurem sobre ela e se surpreendam; mas Inoue Kikuko(Tendou Kasumi de Ranma ½, Belldandy de Aa Megami-Sama, Minerva Orlando de Fairy Tail, Cecile Croomy de Code Geass, Macrofago de Hataraku Saibou, Tsukumo Nanase de Chuunibyou, Mirelia Q. Melromarc de Tate no Yuusha, Lulutia de Kami-Tachi, Luxúria de FMA, Fukukawa Sanae de Clannad e Uraha de Air) conseguiu atender bem a principal estereótipo da personagem, mas a própria dubladora carrega esse mesmo estereótipo, então talvez a staff a escolheu por causa disso, já Hoshino Mitsuaki(Shichou de Beastars, Tochiji de Active Raid, Jake Russell de D-Gray Man e Magellan de One Piece) não teve esse mesmo problema, pelo menos para mim, já que Masayoshi, assim como demais Komis de sangue, não fala muito, entretanto espero que ele continue numa possível segunda temporada, já que ele possui um tom de bom pai.

Os progenitores.
Os progenitores.

Voltando aos amigos da Komi-sama com a primeira amiga feita por nossa deusa; mesmo eu já tenha falado sobre a Agari, ela acaba sendo esquecida até mesmo para Tomohito Oda, tanto que ela aparece esporadicamente na obra, inclusive no capítulo do anúncio da animação onde o autor “ressuscitou” os personagens que apareceria no anime, mas voltou a falar que ela é marcante por ser a primeira, e ter outros atributos que muita gente reparou no episódio de apresentação dela, talvez muito da atuação da Fuji Yukiyo(Mimi Pearlbaton de Re:Zero, Hayakawa Tazuna de Uma Musume, Alpaca Suri de Kemono Friends, Millianna/Gemini de Fairy Tail, Latifah Fleuranza de Amagi Brilliant Park e Sashigami Musashi de Gyakuten Sekai no Deshi Shoujo) que consegue capturar todos os significados presente no nome da Agari, dentro da lista de vozes que não esperava muito, a atuação dela me surpreendeu, não tanto que a próxima, mas ela conseguiu imprimir sua marca na personagem e mesmo se a personagem não apareça numa imaginada segunda temporada, toda ver que a Agari apareça no mangá lembrarei a voz da Fuji.

Nossa mascote.
Nossa mascote.

Chegando aos louros, pelo menos para dubladora já que Kotori(Inaka Nokoko), nos mostra apenas uma das múltiplas atuações da Han Megumi(Kagari Atsuko de Little Witch Academia, Gon de Hunter X Hunter de 2011, Kahono de Black Clover, Banryuu Reoko de Bubuki Buranki, Shiina Kagari de Steins;Gate Zero e Horie Chie de Tokyo Ghoul, Otama de One Piece, Souma Momiji de Fruits Basket, Jackie de BNA, Yamato Rinko de Ore Monogatari, Sortiliena Serlut de SAO-Alicization, Glass de Tate no Yuusha, Hetaro Pearlbaton de Re:Zero e Tachibana Aya de Yowamushi Pedal) que se mostrou ser uma dubladora fantástica e eclética, principalmente no episódio onde a Kotori apareceu onde tivemos o “estereótipo padrão” e a imaginação dela foram dubladas por Han Megumi e fato curioso é que no episódio seguinte ela dublou a   Netsuno Chika de maneira maestral, fato curioso é saber que ela demorou a aparecer e quando apareceu logo “pegou” duas personagens marcantes para obra.

Nosso favo de mel.
Nosso favo de mel.

Voltando aos estereótipos simplórios com atuações medianas, nada contra Aoki Ruriko(Air Groove de Uma Musume, Tada Riina de The Idolm@ster, Kikuchi Juri de Puraore e Nonna de Cross Ange) para a Onemine Nene e Moriyama Yurika(Yanagida Kaoruko de Puraore) para a Otori Kaede, mas elas conseguiram atingir a expectativa das personagens, não tenho muito a falar delas, já que eu disse nos últimos episódios a minha opinião sobre as personagens e até mesmo as atuações das dubladoras que como disse atingiu as expectativas minhas, muito porque era zona de conforto delas, inclusive a Moriyama Yurika que falei na review passada que no seu único trabalho sem contar Komi-san, ela atuou num papel de uma Ojou-sama, claro nada tão forçado, mas o tom aéreo da voz é presente nas duas, já Aoki Ruriko acertou perfeitamente na Nene, mas de novo nada tão excepcional.

As inseparáveis.
As inseparáveis.

Vocês já sabem minha opinião sobre Omoharu desde que ela apareceu e parece que vocês também gostaram, me deixando feliz, mas fato curioso é que existe um desenvolvimento dela com a Yamai, é meus senhores e senhoras, para falar a verdade se a segunda temporada for diretamente para o segundo ano, existirá um arco exclusivo para elas, mas a abertura já mostra o conflito entre elas, entretanto achei a atuação da Oukubo Rumi(Astolfo de Fate/Apocrypha, Hiiragi Nana de Munou na Nana, Yoshikawa Chinatsu de Yuru Yuri, Souka de Slime, Sylvie de Isekai Maou, Kotetsu de Tsugumomo, Aguri de Gamers!, Emile Crossfode de Hundred, Nona de Death Parade, Ichimiya Touko de Servant x Service, Pisti de Magi, Miniwa Tsumiki de Acchi Kocchi e Hiiragi Kaho de Freezing) mediana, pois se repararam ela dublou Astolfo e conhecendo a lenda desse personagem faz que parece que ela poderia fazer algo a mais, entretanto como tinha falado antes, graças ao anime já associo a voz dela com a personagem, mas eu esperava mais dela.

A “knight” da deusa.
A “knight” da deusa.

Yadano Makeru é um exemplo de um problema da narrativa que por causa de seu elevado número de personagens acaba deixando alguns personagens para o terceiro plano e nunca mais aparece da obra, até o autor queira e o fato engraçado é que ela reaparece dois capítulos depois do anúncio do anime, ela aparecerá bastante no primeiro ano, mas “virando” o ano, ela praticamente some e só reaparece justamente no dito cujo, muito por causa da meta criada a partir do primeiro episódio de que Komi-sama quer ter cem amigos, mas você me pergunta o motivo da minha crítica, bem eu, para falar a verdade os leitores mais assíduos do original, se lembra da personagem com o mesmo senso afetivo de nossa heroína tem com seus amigos, por isso também eu não fixei na minha mente o trabalho de Maeshima Ami(Maruyama Aya de Bang Dream, Nina de BNA e Niijima Ibuki de D4DJ) que é uma pena pois eu gostei dela atuando como a Makeru, pois não é irritante a atuação dela, na verdade é confortável ver ela em tela, ai dar pena saber que ela não aparecerá mais numa segunda temporada.

Adivinha quem vai perder?
Adivinha quem vai perder?

Chegamos aos personagens que não aparecem tanto, no anime já que Onigashima Akako, Chiarai Shigeo, Sonoda TaiseiShinobino Mono não falaram tanto e a Kishi não tem dubladora, então vamos falar dela já que prometi falar dela, Kishi Himeko(岸 姫子/きし ひめこ) como seu nome diz é a cavaleiro da Princesa, que todos já sabem que seria a vossa majestade, ela basicamente é a cavaleira, apenas isso, mas ela, como demais não apareceram tanto, mas apenas a Himeko não possui dubladora, diferente da Onigashima de Sarah Emi Bridcutt(Hydra Bell de Blood Lad, Nonaka Yuki de Shinmai Maou no Testament, Malty S. Melromarc de Tate no Yuusha, Tisalia Scythia de Monster Musume no Oisha-san, Selma Kenworth de Hitsugi no Chaika e Tougou Sarina de Id:Invaded) do Chiarai de Akabane Kenji(Sakurai Shinichi de Uzaki-Chan,Hida Kizuna de Masou Gakuen HxH, Mi Liu de Bloodivores, Mikami Arashi de Triage X, Ivan Perepelkin de Terra Formars, Produtor de The Idolm@ster e Lugh Tuatha Dé do anime do assassino) do Sonoda Taisen de Satou Yuuga que é estreante e Shinobino de Kenshou Ono(Kaizaki Arata de ReLife, Nagatsuka Tomohito de Koi no Katachi, Kuroko Tetsuya de Kuroko no Basket, Giorno Giovannia de Jojo parte 5, Akutagawa Ryuunosuke de Bungou Stray Dogs, Mikazuki Subaru de My Roommate is Cat, Fumio Atsuhiko de Babylon, Kite de Japan Sinks, Leonardo de Taisou Samurai, Hathaway Noa e Saionji Ukyou de Dr. Stone) mas eles entraram perfeitamente aos personagens e mesmo a participação diminuta deles.

Esperem o especial dos dias dos Namorados.
Esperem o especial dos dias dos Namorados.
Membros do conselho.
Membros do conselho.

Considerações Pessoais.

Komi-san wa, Komyushou desu(Komi Can’t Communicate) foi uma obra que me surpreendeu desde que o descobri navegando pelas redes sociais, muito pela fofura de sua protagonista, mas quando comecei a ler, principalmente seu one-shot de apresentação, ficou claro que essa obra tem muito mais a oferecer, a arte de Tomohito Oda é muito convidativa, principalmente nos primeiros volumes onde nossa heroína era muito mais arredondada e possuía menos traços, os múltiplos capítulos eram cativantes por mostrar as múltiplas facetas do dia a dia de Komi-sama e seus amigos, claro com capítulos regulares, com dezenove páginas, com capítulos que mal chegaram a ter uma página, mas ambos com repletos de informação, humor e fofura que não fica exclusiva na nossa heroína, mas sim para os demais personagens que possui capítulos próprios para se desenvolver, esse desenvolvimento é sentido por nós, leitores, que acabam gostando dos personagens que fixa seus nomes nos nossos imaginários, seja o jeito caótico de Najimi, a agitação da Agari, Chuunibyou da Omoharu, a competitividade da Makeru, o jeito interiorano da Inaba, ou até mesmo o jeito jovial da Shuuko e tem a Yamai, todos os personagens memoráveis do seu próprio jeito.

Olha esta fofura.
Olha esta fofura.

Dito isso vamos falar do anime e a principal crítica que eu venho vendo nas mais diversas outras redes onde eu acesso é: “Eis repetitivo, não há desenvolvimento para os personagens com exceção da Komi-Sama e por causa disso o anime é ruim”, para esse tipo de pensamento eu tenho a cartada na manga: Akao Deko, se você já acompanhou algum dos trabalhos listados por mim, sabe muito bem que ela segue bastante o original até certo ponto e isso ocorre também aqui, mas alguns capítulos foram burlados para manter um certo dinamismo narrativo, pois se você considera o anime lento, seria “pior” se todos os capítulos entre o primeiro ao último escolhido pelo anime fosse adaptado, mas o anime poderia ser melhor?: é claro, principalmente a staff que mostrou em todos esses episódios uma qualidade admirável, mas algo que supere Kaguya, quase impossível pois as condições impostas na produção da Kaguya é quase totalmente diferentes de Komi-san, sinceramente não sei se teve alguns episódios de Kaguya terceirizados, mas toda staff era boa, aqui o único membro “fraco” é a Akao Deko, muito por ser bastante mediana, mas se fosse uma produção mais fechada, quis sã com um grande tempo de produção para conseguir bons animadores e que eles possuíssem tempo para entregar um material excelente, pois geralmente um anime de doze episódios leva de um a dois anos para ser feito, pegando Maid Dragon como exemplo que se não fosse o incidente dentro de dois anos(do lançamento da primeira temporada para a segunda) já teríamos uma segunda temporada, entretanto a terceirização não é de todo mal, pois de novo é só pegar os episódios e vermos o tão bem animado a obra está, inclusive nos capítulos onde não há tanto uma dinâmica que condiciona ação, toda a staff de produção demonstraram o seu amor a obra animado de maneira quase divina, talvez tenha sido a escolha da Akao Deko em cortar os capítulos que poderiam acrescentar para alguns personagens, mas os capítulos adaptados serviram para encantar aqueles que descobriram a obra pelo anime.

Todos os Endcards. 
Todos os Endcards.

Já a adaptação em si, bem vocês sabem que meu desejo era que a obra caísse na mão da Kyoto Animation, pelo know-how que estúdio possui nos gêneros que a obra apresenta, provavelmente isso ocorreria se não fosse o incidente, mas ver que a OLM conseguiu entregar bem me deixa feliz e alegre, claro que espero que a segunda temporada seja mais bem produzida em relação à primeira, mas ver todos os capítulos que eu li animados foi fantástico, pois é bom saber que o conjunto da obra atingiu o grau de importância que o original possui é fabuloso, mas ainda falta algo, tanto que eu vou atribuir duas notas a ele, numa visão técnica dou 08/10, pois além do principal problema da escolha dos capítulos, ainda possui o problema do “decaimento” da qualidade de animação durante a temporada, não que os episódios fosse mal animado, mas havia uma diminuição da quantidade de traços dos personagens em relação aos primeiros episódios, fora que parecia para mim que a saturação das cores dos personagens estavam elevados em relação aos episódios anteriores e a estranheza de ver a Komi-Sama com um design mais próximo ao traço atual em relação aos capítulos, na verdade o design do anime é até mais detalhado em relação ao traço atual de Tomohito Oda, mas me incomodou pela memória afetiva criada por mim nesses capítulos adaptados.

Celebrando uma ótima adaptação.
Celebrando uma ótima adaptação.

Mas ativando o ufanismo de fã já colocando um 10/10, pois foi gostoso ver os capítulos muito bem animados, capítulos marcantes como inclusive no primeiro episódio onde vemos o momento catártico do início da obra e criação de momentos catárticos como foi a dança no episódio final, este foi uma ótima adaptação que me deixa agoniado para Abril chegar e acompanhar a segunda temporada.

Foi um filme para meus olhos.
Foi um filme para meus olhos.

Sinceramente eu pensava que Komi-san seria meu último anime comentado aqui, pois eu estava pensando em parar um pouco de comentar para me concentrar novamente nos estudos, é bizarro pois esse ano consegui voltar a estudar e meio que comentar obras por aqui dificultaram meu foco nos estudos, não tanto, afinal de contas sou relapso com inúmeras coisas, mas não tenho um título idealizado para a temporada que chegará que quero comentar, fora um desejo de alterar um pouco minha rotina dos últimos dois anos de sempre comentar algo por aqui, afinal de contas foi o Bushido abriu as portas para mim na temporada de Julho/Verão de 2018 e sempre só agradecido a ele e todos aqui no site por me disponibilizar essa porta, tanto que está pensando numa despedida melhor, mas estou feliz que minha última obra que comentei aqui seja uma obra que só apaixonado como Komi-san, entretanto teremos uma segunda temporada que como esperado foi anunciado no final da primeira temporada, fez que meu vínculo continue, pelo menos na temporada de Abril/Primavera do ano que vem, até lá este foi minha última review do anime da Nossa Imaculada Senhorita/Rapariga, aqui é Jonh Vini estou à espera dos vossos Feedbacks do episódio, da série e até da review para melhorar minha escrita para vocês quando voltar, não se afobem pois arrependimento mata, vamos discutir pacificamente, sem puxar palavras de baixo calão já que como podem ver eu não desferir nenhuma contra vocês, fora que é saudável porque enriquece a vida e lembre-se vivemos numa realidade quadridimensional, mas trilhamos um caminho bidimensional, pois o destino segue uma linha e o tempo é nosso condutor.

Até o ano que vem.
Até o ano que vem.
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