O rumor de que a AMD FSR 4.1 não chegaria aos chipsets gráficos RDNA 3.5 integrados teve origem numa conversa entre a Hardwareluxx e David McAfee, o General Manager da Divisão de Clientes da AMD. Segundo a publicação, McAfee terá indicado que o suporte FSR 4.1 não estava planeado para os chipsets gráficos RDNA 3.5 integrados.
Contudo, após a circulação da informação, Frank Azor, o Vice-Presidente Corporativo de Marketing de Clientes e Gráficos da AMD, interveio publicamente para clarificar a situação e afirmou que nenhuma decisão interna foi tomada no sentido de cancelar ou excluir o suporte FSR 4.1 nas RDNA 3.5. Azor sublinhou ainda que a AMD continua a ouvir o feedback da comunidade e procura afastar a ideia de uma exclusão definitiva.
A resposta rápida da AMD foi amplamente partilhada e direcionada a vários meios e personalidades da indústria, tais como a Digital Foundry, o que sugere uma preocupação em conter a propagação do rumor. Embora especulativo, este movimento poderá também refletir a importância estratégica das futuras APU baseadas em arquiteturas como a Strix e Gorgon Halo, especialmente num momento em que a concorrência intensifica a integração de tecnologias de SuperSampling proprietárias.
Do ponto de vista técnico, alguns analistas defendem que a eventual limitação da FSR 4.1 nas RDNA 3.5 dificilmente estaria relacionada com restrições de hardware puro, uma vez que testes preliminares indicam que plataformas como a Strix Halo conseguem executar FSR 4 em modo INT8 sem a necessidade de soluções intermédias, tais como o OptiScaler em determinados jogos.
No entanto, a situação permanece em aberto. Caso se confirme qualquer limitação futura, e poderá ter mais que ver com segmentação de produto e estratégia de ecossistema do que com incapacidade técnica direta. Com a evolução rápida de soluções de SuperSampling concorrentes por parte da Intel e da NVIDIA, a decisão da AMD poderá ser crucial para a competitividade das suas futuras APU no segmento mobile e portátil.








