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Parte 3 de Final Fantasy VII Remake deverá ser revelada na Summer Game Fest 2026 segundo Leaker conceituado e Diretor do jogo

Há muita especulação quando a Square Enix vai finalmente revelar a Terceira Parte de Final Fantasy VII Remake (nesta altura do campeonato já é cansativo escrever o título desta forma). Será durante a transmissão Summer Game Fest 2026, como sugerem algumas pistas recentes que veremos de seguida, ou a editora japonesa vai esperar pela Gamescom 2026, Tokyo Game Show 2026, ou até para os The Game Awards 2026?

Durante este momento de especulação na comunidade, Naoki Hamaguchi, o Diretor do jogo afirmou na revista Famitsu que a sua equipa está empenhada em concluir a Terceira Parte de Final Fantasy VII Remake da melhor forma possível e que não existe qualquer intenção de deixá-la obra incompleta.

Não vamos, de forma alguma, deixar o terceiro capítulo num estado inacabado. Estou determinado a levá-lo a um ponto em que possa dizer com orgulho: ‘Concluí a série Final Fantasy VII Remake até ao seu verdadeiro final.’ É com esta determinação que estamos a desenvolver o jogo neste momento. Aguardem com expectativa!

As palavras de Hamaguchi deverão tranquilizar muitos fãs, especialmente tendo em conta a enorme responsabilidade de encerrar a trilogia iniciada com Final Fantasy VII Remake e continuada por Final Fantasy VII Rebirth. O Diretor deixa claro que o objetivo não é apenas terminar uma história, mas sim concluir todo o projeto de forma digna do legado de Final Fantasy VII. Esta declaração surge numa altura onde a transmissão Summer Game Fest 2026, está prestes a acontecer, será já amanhã dia 5 de junho de 2026. De salientar que Hamaguchi não termina com um “brevemente”, como fez nas outras ocasiões, mas sim com um aguardem com espetativa.

Para reforçar esta afirmação Nate the Hate, considerado um dos leakers mais fiáveis da indústria, afirmou que a Square Enix irá finalmente apresentar o terceiro e último capítulo da trilogia remake durante o evento de Geoff Keighley. O próprio anfitrião também afirmou que esta edição vai ser a maior de sempre do Summer Game Fest.

Embora não seja uma presença garantida, o timing da publicação de Hamaguchi e as declarações de Nate the Hate reforçam que finalmente vamos ter novidades de um dos jogos mais aguardados do momento.

A terceira parte de Final Fantasy VII Remake terá a difícil tarefa de encerrar a ambiciosa trilogia de remakes de Final Fantasy VII. Até agora, quer os fãs como a crítica têm elogiado o trabalho realizado pela Square Enix, mas existe naturalmente alguma preocupação sobre a forma de como a história será concluída neste terceiro e decisivo capítulo.

Felizmente, a equipa de desenvolvimento tem demonstrado confiança no projeto. Os responsáveis já afirmaram que o jogo proporcionará uma “nova experiência de jogo” e garantiram que o desfecho será satisfatório tanto para os veteranos da obra original como para os jogadores que conheceram a história através dos remakes.

Outra decisão curiosa passa pela tecnologia utilizada. A Square Enix optou por continuar a desenvolver o jogo com o Unreal Engine 4, em vez de migrar para o mais recente Unreal Engine 5. Segundo os produtores, manter a mesma base tecnológica permitirá um desenvolvimento mais eficiente e sem os desafios associados à mudança de motor gráfico a meio da trilogia.

O terceiro capítulo também deverá diferenciar-se dos anteriores ao nível do lançamento multiplataforma. Ao contrário de Final Fantasy VII Remake e Final Fantasy VII Rebirth, que chegaram nas consolas PlayStation, tudo indica que este novo capítulo estará disponível desde o primeiro dia em todas as plataformas principais. De salientar que Final Fantasy VII Rebirth foi recentemente lançado para XBOX Series, e Nintendo Switch 2. Curiosamente, o anúncio desta parte de Final Fantasy VII Remake não marcou presença na transmissão State of Play de 2 de junho de 2026, algo que poderá estar relacionado com a estratégia multiplataforma defendida por Naoki Hamaguchi. O responsável referiu recentemente que a Square Enix passou a desenvolver os seus jogos com múltiplas plataformas em mente desde o início e que se afastou do modelo tradicional centrado numa única consola.

Para ser sincero, o próprio fluxo de desenvolvimento mudou bastante. Anteriormente, a abordagem geral era concluir primeiro o jogo numa única plataforma e só depois considerar a sua adaptação para outras. Anteriormente a Square Enix também seguia amplamente essa filosofia. No entanto, algo que senti fortemente através de Final Fantasy VII Remake e Final Fantasy VII Rebirth é que, nos dias de hoje, esta forma de pensar já não é viável. Desde a renderização ao streaming, passando pela gestão de memória e pela configuração dos recursos do jogo, tornou-se necessário conceber tudo a pensar em múltiplos ambientes desde o início.

Anteriormente Hamaguchi referiu que a versão de PC vai ser a plataforma principal de desenvolvimento, o que poderá traduzir-se numa versão mais otimizada e rica em funcionalidades para os utilizadores com hardware mais potente.

Bruno Reis
Bruno Reis
Vindo de vários mundos e projetos, juntou-se à redação do Otakupt em 2020, pronto para informar todos os leitores com a sua experiência nas várias áreas da cultura alternativa. Assistiu de perto ao nascimento dos videojogos em Portugal até à sua atualidade, devora tudo o que seja japonês (menos a gastronomia), mas é também adepto de grandes histórias e personagens sejam essas produzidas em qualquer parte do globo terrestre.

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