Sword Art Online: Alicization – War of Underworld 2: Episódio 11 (47|96) – Chobits com Tenchi Muyo

Artigo por Jonh Vini.

Ainda bem que é o último episódio, pois aquele critério de uso mínimo de palavras vai para casa do caramba, já que eu também faço as referências técnicas sobre a produção do anime, com isso posso escrever apenas dois parágrafos para o episódio e acredito que isso será demais para esse daqui.

Sem Waifu enviada pelos correios.
Sem Waifu enviada pelos correios.

Primeiramente a parte Chobits, sei que essa comparação é desproporcional já que Chobits possui uma história superior à que WOU apresentou, mas foi basicamente quase todo episódio nisso, já esperava que seria uma farofada típica de comédia romântica que a franquia se tornou, mas teve algumas coisas que gostei com a produção, isso é claro, mas a cena da luta no dojo mostrou como a evolução que teve gerou riqueza através dos anos, pois a primeira memória que temos do mundo do Kirito é justamente ele adentrando no dojo e se comparamos a mesma cena lá na primeira temporada e aqui mostra como Sword Art Online se tornou uma franquia rica, falando em dinheiro, para conseguir bancar uma produção que poucos estúdios conseguem entregar num trabalho de temporada e normalmente vemos esse tipo de detalhe em filmes de enorme orçamento.

Moça bonita, take bem feito.
Moça bonita, take bem feito.

Já outra cena foi justamente do pai adotivo de Kirito reclamando dele, quando chegou a cena pensei que a bronca seria por trazer mais uma waifu para casa, mas a “reclamação” me fez lembrar Aincrad, pois quando ele adentrou no jogo, e provavelmente estarei dando uma informação errada, Kirito só tinha 15 anos, estava no fundamental II(não sei qual seria comparação com nos demais países lusófonos, mas é o ensino ginasial) e desde saiu de lá fazem apenas 2 anos, ele está no 2º ano do ensino médio com 19 anos, justamente a idade para adentrar numa universidade no Japão, então há um peso, mesmo que não seja mostrado ou citado durante a obra, para que Kirito arrume uma “vida digna” para esquecer do fantasma do passado que foi o Aincrad e mesmo pretensiosa, tal cena me fez pensar qual peso Kirito carrega graças a essa informação.

Aprontava muito quando pequeno em?
Aprontava muito quando pequeno em?

Agora parte Tenchi Muyo!, a última cena me fez pensar: “Kawahara, você quis acabar a história com algo ridiculo” e dentro do contexto da obra tal cena é ridícula, pois Kirito ainda sabe que viveu 200 anos lá, então provavelmente ele se lembra que ajudou a desenvolver esse mundo para a era espacial, os habitantes do Underworld sabem que Kirito e Asuna são importantes para o desenvolvimento civilizatório, mesmo sem uma lógica básica já que mesmo se nos voltássemos a 800 anos no passado não poderíamos desenvolver a civilização da época para tecnologia de hoje, mas Underworld tinha o Kirito e Asuna então acredito até mesmo em viagem interdimensional dentro dos duzentos anos que viveram, mas a “luta” contra o boss final me lembrou, vagamente pois não assistir a série, mas vi a cena no youtube, numa temporada aleatória de Tenchi Muyo!, uma cena que Tenchi possuía um poder enorme capaz de deter uma hecatombe planetária sozinho, então a comparação com essa cena ficou clara; fora isso o fato das pilotos serem descendentes das novatas deles, já ponho Eugeo no grupo pois ele é o stand do espadachim negro, foi legal, só isso, mas o que gostei mesmo foi aquela cena da carta de despedida da temporada, mesmo sabendo que teríamos tanto o Progressive quanto Unital ring, alias leem o post do Bushido sobre isso pois explica muita coisa, foi bonito ver a cena que remete muito ao final de vários visuais noveis.

Belo e triste (o clima).
Belo e triste (o clima).

 

Review da Série como um todo(Só desta parte)

Bem vocês conhecem muito bem Sword Art Online então não preciso falar que é uma web novel de quase 20 anos, ironicamente completa o bidecano no ano que ocorreria justamente o ano de lançamento do  seu “jogo”, que impulsionou tanto a carreira de Kawahara Reki, quanto das múltiplas adaptações de lights novels para o sucesso comercial dentro e fora do Japão, não é que não existisse adaptações de sucesso de light novel antes dela, mas foi com SAO que este segmento literário ganhou respeito e peso para nós ocidentais já que existe um mundo antes e depois de SAO que não irei aprofundar mais para não transformar está Review final em uma Bíblia.

Uma história extremamente complexa.
Uma história extremamente complexa.

Mas posso reforçar que o título é uma das grandes propriedades intelectuais da Sony em termos da cultura otaku, faturando milhões e milhões de dólares com vários produtos relacionados a franquia, como galinha dos ovos de ouro da empresa desde seu lançamento  SAO rapidamente conseguiu uma segunda temporada com menos de dois anos de diferença, que para época e para o tipo de mídia originária foi um grande feito, só não conseguiu uma terceira tão rápido por falta de material; bem quando Kawahara começou a escrever Alicization, e essa informação tirei como base a data de lançamento do primeiro volume desse arco, era um pouco antes do lançamento da primeira temporada e só terminou esse arco da novel quatro anos depois; obviamente com esse arco fechado o comitê de produção da franquia como um todo decidiram adaptar para continuar mantendo a marca forte, pelo menos para pessoas como eu que só consomem o anime, mas como adaptar um arco enorme sem cometer o mesmo erro da primeira temporada que foi uma adaptação rushada? Fácil, decidir que Alicization teria 50 episódios adaptados pela A-1, um estúdio grande que trabalhou nas temporadas anteriores só com uma pequena diferença: um orçamento maior do que elas tiveram, isso facilitou muito afinal de contas: mais recurso pode significar mais oportunidades para melhorar e como estamos falando de uma mídia audiovisual foi perceptível ao primeiro trailer lançado, mas o comitê de produção também decidiu focar na qualidade da produção, que para um estúdio que não é uma Ufotable da vida que pega apenas um anime por temporada no máximo para trabalhar, nem todo dinheiro do mundo poderia entregar o que foi entregue na primeira parte, sim parte pois esse arco foi dividido em dois, e posteriormente três já que a segunda parte, o que chamamos de War of Underworld 1, não foi tão consistente, tanto no aspecto de produção quanto de história, em relação  a primeira e terceira parte, muito porque a primeira parte provavelmente teve uma produção extremamente acelerada para ser lançado com pouco mais de um ano após o fim do arco enquanto a terceira teve um tempo estimável para ser entregar uma boa qualidade.

Bunito.
Bunito.

Aquele que mais sofreu com isso foi Manabu Ono pois nos últimos cinco anos ele esteve apenas na produção desse anime, fora New Sakura Wars que é o único anime rompendo SAO que ele dirigiu nos últimos anos, fora esse título Manabu também dirigiu Mahouka, que com isso provavelmente o qualificou para dirigir Alicization, fora Asterisk Wars, Saki e Kyoukai Senjou no Horizon; focando no Alicization também podemos dividir em uma boa direção da primeira parte para uma duvidosa para ruim no resto, não péssimo pois algumas cenas foram bem dirigidas, mas não tudo e o que agrava muito é que ele é o compositor de série do arco como um todo, então muito das escolhas de adaptação caem na mão dele e meio que acaba ocasionando cenas desnecessárias como a treta das waifus tomando tempo demais e até mesmo as hordas dos inimigos internacionais, mesmo que ambos caiam  na culpa do Kawahara por escrevê-los, mas por incapacidade criativa do Manabu essas cenas não foram “perfumadas” decentemente.

Mais um escravo para o Kirito.
Mais um escravo para o Kirito.

Bem mesmo Manabu sendo o grande responsável pela adaptação, ele não ficou responsável pelo roteiro dos episódios da série, isso caiu na conta de alguns escritores Freelancers e como aqui temos um caso de Fate/Grand Order de produção então só irei focar em dois roteiristas que participaram em toda a adaptação de Alicization que ironicamente a histórias deles se misturam com Monogatari pois tanto Nakamoto Munemasa e Kizawa Yukito trabalharam no roteiro de vários episódios das séries da franquia, mas Nakamoto trabalhou até o Kizu enquanto o Kizawa seguiu até o Zoku Owari e por ter ficado mais tempo na Shaft ele também trabalhou 3-gatsu no lion, fora isso eles trabalharam juntos em muitos animes como Re:creators, Grancrest Senki, no Ordinal Scale, sim eles trabalharam no filme, fora Nisekoi e Mahouka, então já tinham um entrosamento com Manabu desde de antes de Alicization, mas posso falar que eles apenas adaptaram um texto da Light Novel para o roteiro de animação seriada, talvez por pressão do próprio Manabu para seguir o original.

Só fizeram o que foi mandado.
Só fizeram o que foi mandado.

Se você for um artista e for contratado para fazer o character design de SAO, saiba que terá renda garantida para os próximos anos, afinal de contas isso ocorre para Adachi Shingo(Character design de Working, Key animation de Love Hina, Durarara!!, Oregairu, Mirai Nikki e Shuffle!) já que ele foi o character design da primeira temporada e consequentemente das demais obras da série, mas para esse longo arco foi necessário mais pessoas para ajudá-lo nessa adula tarefa e aqui entra Suzuki Gou(Diretor de animação de KissxSis, Yosuga no Sora e Working, Key animation de Index, Negima e Mushishi), Nishiguchi Tomoya(Key animation de Another, Hanasaku Iroha e série Precure), eles já trabalharam em Ordinal Scale, Toya Kento(character design de Nanbaka e 2ª temporada de Nanatsu no taizai, chefe de animação de Persona 4 Golden) e Yamamoto Yumiko(diretora-chefe de animação de Shichisei no Subaru e Kanata no Astra, Key animation de Kuzu no Honkai, Saijaku Muhai no Bahamut e 22/7) que só começaram a ajudar em Alicization; eles ajudaram bem o Shingo pois como falei eles ajudaram no filme(Suzuki e Nishiguchi) que serviu para esquentar a franquia e se comparamos apenas os dois títulos(Ordinal Scale e Alicization) não é perceptível diferenças, mas se comparamos com as duas primeiras temporadas há um grande diferencial visual dentre elas, não uma mudança enorme para mudar o estilo de arte, mas junto com uma produção rica(tanto pelos colaboradores, quanto por orçamento) foi necessário um polimento da arte de Abec que Shingo adaptou para as duas primeiras temporadas e sinceramente se por uma cena da primeira temporada ao lado de Alicization dar para perceber o refinamento da produção adquiriu através dos anos; quase esquecendo é que eles também foram responsáveis pela direção geral da animação da série, tanto no Alicization quanto no WOU e aqui o jogo muda pois mesmo tendo de referência o Shingo, e sim, ele foi chefe de animação das duas primeiras temporadas, há uma melhora expressiva da animação das duas primeiras temporadas para Alicization, especialmente nessa parte onde a animação, junto com a parte musical, são os pontos fortes que me prenderam a essa série, afinal de contas elas mexem com a percepção básicas de qualquer pessoa e como a história não é lá grande coisa, pelo menos temos um alento para isso.

Estão com a vida ganha.
Estão com a vida ganha.

Indo para parte musical só termos nome de peso, primeiramente o diretor de som é nada mais, nada menos que Iwanami Yoshikazu que foi diretor de som de quase todos os Fate (da Ufotable a Apocrypha e GO), fora todos os filmes de Kara no Kyoukai, todos os Jojo, Konosuba, todos Ghost in the Shell: Arise, todas as temporadas de Psycho-pass, Aa Megami-sama e Youjo Senki, fazendo um trabalho fantástico em todos, aqui em SAO ele manteve sua qualidade que Iwanami teve desde a primeira temporada, fora ele o anime possui compositora que está na franquia desde seu início, uma bem fraquinha que já trabalhou em FATE, Kara no Kyoukai, Madoka Magica, Kimetsu no Yaiba, Erased, as séries recentes de Hokuto no Ken e ainda próxima trabalhou em Tsubasa Chronicle, uma tal de Yuki Kajiura, sim uma renomada compositora sempre trabalhou em SAO que chega a ter um paradoxo pois não sei que ela trabalhou moderadamente ou fez um bom trabalho já que com esse currículo fica difícil saber um trabalho mediano dela, principalmente fazendo par de Iwanami; como falei antes tanto a parte musical quanto a animação carregaram a relevância da temporada nas costas.

O masterpiece do masterpiece.
O masterpiece do masterpiece.

 

Abertura e encerramento.

Não é algo mais cômico que a abertura da temporada onde Kirito está em estado vegetal se chamar ANIMA e para piorar a abertura, com qualquer outra, nos mostra spoiler, apesar que Kirito voltar a ser herói não é um susto para ninguém; focando na open, apesar de já ter falado na review do episódio 1, irei reafirmar que ela mostra mais que toda a temporada do WOU: a discussão levantada por Asuna e Kirito que a IA de Underworld pode ser considerado com um ser vivo.  Bem a ReoNa finalmente está fazendo o que foi planejado para ela desde sua estrela em GGO Alternative onde ela além de cantar uma música lá também atuou em uma personagem, na verdade sua primeira participação na série principal foi numa ending exclusiva em Alicization, mas falando do ANIMA me surpreendeu, pois eu gostei dela desde sua primeira aparição e estou viciado nela, tanto pela animação dela quanto a música que é muito boa.

Já o encerramento temos Eir Aoi no seu melhor com I Will…, mas dou um destaque melhor na animação que foi uma ótima mistura de 2D e 3D que não fica destoante nos olhos, fica agradável e o que venho a imaginar a Sony vende-la como descanso de tela tanto para seu PS5 quanto para o PC para faturar ainda mais com a franquia.

Dubladores e dublados

Na verdade, é até fácil falar sobre os dubladores de SAO, afinal de contas muito deles ganharam sucesso graças à série, como são muitos só irei focar naqueles que possuíam grande destaque nessa temporada, pois com isso evito a fadiga e a própria série permite isso já que mesmo com um cast inchado são poucos personagens que possuem destaque durante a temporada.

Nem o Kawahara os considera
Nem o Kawahara os considera

Começando com o trio de heróis principais, ou seja o Kirito, sua versão shiny e sua Asuna, mas Eugeo e Alice foram bons personagens, no Alicization pois eles, assim como tudo desse arco, se perderam no War of Underworld, nem Eugeo que acabou morrendo no final da primeira temporada do Alicization fugiu do buraco negro que foi o WOU com seu fantasma, por isso prefiro falar de quando os dois possuíam um destaque fantástico, muito fugindo no espadachim buraco negro que é o Kirito, durante a série, até porque Alicization entregava algo que durante o arco de Aincrad, SAO fazia bem que é uma introdução do mundo e seus perigos, mesmo com a deixa usada no WOU da força de vontade sendo uma variável computacional foi introduzido desde o início do arco, foi bem apresentado graças a justamente presença do Eugeo que serviu com um bom Character Driven para mostrar o mundo onde o arco seria ambientado e as dificuldades que o Kirito, sendo parceiro dele, enfrentaria e mesmo nós sabemos que ele poderia quebrar o plot no momento que Kawahara quiser, tanto que ocorre isso em WOU, ele respeitou as regras apresentadas durante o início do arco, dando assim um senso de perigo, já que até a aparição da Alice não sabíamos o nível de poder que esse mundo sustentava, e por falar dela, sim há a comparação com a Saber de FATE pela aparência, mas sua aparição com cavaleira da Integridade e até mesmo quando os três eram crianças serviu para mostrar as regras e até mesmo um teto moral de onde normalmente a sociedade de Underworld pode alcançar em nível de elevação social e organização civilizatória, já que os cavaleiros da Integridade eram respeitados como guerreiros exímios, protetores da justiça, dos dogmas e até mesmo da religião deste mundo(Desculpe, mas pleonasmo necessário) e tanta gente queria ser tornar um, mas aí chegamos na invasão do templo da torre da igreja, com isso os limites do mundo era burlado pelo Kirito e Eugeo para “salvar a princesa”, ou nesse caso a Saber dos dois para votarem feliz para a vila inicial, foi mostrado que o mundo apresentado antes não era tão “bonito” quanto pensávamos, pena que a partir da ir as coisas se desandaram; mas o que não desandou foram os dubladores pois temos Matsuoka Yoshitsugu(Aito Yuuki de Mangaka-san to Assistant-san, Sora de No game No Life, Hanazawa Teruki de Mob Psycho 100, Yukihira Souma de Shokugeki no Souma, Flat Escardos de El-Melloi II e Hashibira Inosuke de Kimetsu no Yaiba) para Kirito, Kayano Ai(Menma de AnoHana, Darkness de KonoSuba, Shiro de No game No Life, Kanade Ooe de Chihayafuru, Asufi de Dungeon ni deai, Saori Takebe de Girls und Panzer, Oosuki Mamako do Isekai Mamãe e Tooyama Ai de  New Game) para Alice e Shimazaki Nobunaga(Itsuka Shidou de Date A Live, Yuno de Black Clover, Nanase Haruka de Free!, Kaidou Shun de Saiki Kusuo no ψ-nan, Gudao de Fate/GO-Babylonia e Sunakawa Makoto de Ore Monogatari) para Eugeo, a interpretação do trio foi um ótimo trabalho dos três, obviamente dividindo nas três partes com Eugeo na primeira, Alice na segunda e Kirito para terceira, fora a primeira, foram sensacionais, no mesmo nível do salário que eles ganham, pois o Matsuoka ganhou um destaque enorme após interpretar o Kirito na primeira temporada, Kayano dispensa apresentações e Nobunaga vem ganhando um destaque enorme graças ao anime GO-Babylonia, fora que ambos são excelentes dubladores.

Trio parada-dura       
Trio parada-dura

Já a heroína principal de toda série é Asuna, uma boa personagem, quando Kawahara quer como Mother Rosario, apesar de achar que foi outra pessoa fez esse arco, pois sua aparição em Alicization fez Tomatsu Haruka(Zero Two de Darling in the fraxx, Lala Satalin Deviluke de To Love-Ru, Yatoga Monaka de Yatogame-chan Kansatsu Nikki, Pansy de Oresuki, Nagi de Kannagi e Morgiana de Magi) só gritar “Kirito-kun” e chorar durante a temporada toda o que deixa uma ótima dubladora para um segundo plano, apesar que sabemos que isso ocorre por causa da escrita de Kawahara.

Voz de waifus.
Voz de waifus.

Bem eu pensei em vários outros personagens que surgiram em Underworld além dos heróis que tiveram algum destaque em Alicization, mas não dá para não lembrar de Bercouli e Quinella, enquanto ele é o motriz de todo o arco pois graças a lenda dele que o trio heroico começou sua trama, fora que Alice ô considera como um segundo pai já que seu choro mostrou o nível de empatia para ele, já Quinella mostra muito bem como Kawahara trabalha os seus vilões: se não violenta alguma heroína irá se redimir, se você é um genocida, você será perdoado, se você é um teocrata ditador, você será perdoado, se você é um manipulador, você também será perdoado, apesar que passo um pouco o pano para ela pois gosto de personagens que usa sua beleza como vantagem, principalmente femininas e todos sabemos como ela foi apresentada, fora que a voz de Sakamoto Maaya(Mari do Rebuild of Evangelion, Oshino Shinobu de Monogatari, Ciel de Kuroshitsuji, Lunamaria Hawke de Gundam SEED, Merlin de Nanatsu no Taizai, Pandora de Cavaleiros do Zodíaco, Ryogo Shiki de Kara no Kyoukai, Leonardo da Vinci de  Fate/Go e Crona de Soul Eater) deixou tudo mais “agradável” apesar que não dá para defender tanto ela, já Bercouli é um ótimo personagem começando pelo dublador já que Suwabe Junichi (Freed de Fairy Tail, Itami Youji de GATE, Rei demônio atual de High School DxD, Daiki de Kuroko no Basket, Hayama Akira de Shokugeki no Souma, Atobe Keiko de The Prince of Tennis, Kanzaki Tooji Yowamushi no Pedal, Aizawa Shouta de Boku no Hero Academia, Archer de FATE e Yami Sukehiro de Black Clover) fez uma dublagem ok para ele, mas excelente para o personagem.

Pesos pesados.
Pesos pesados.

Já aqueles que seguem o estereótipo de vilão final de Kawahara e não tem muito para comentar sobre Gabriel e Vassago, ou PoH para os íntimos, afinal de contas eles seguem o típico conceito de vilão de SAO: Abusadores, maniqueístas(mal por ser mal) e arrogantes para os heróis, por isso irei direto aos dubladores e isso mostra como Alicization tem dinheiro pois Gabriel é dublado por Ishida Akira(Katsura “Zura” Kotarou de Gintama, Gaara de Naruto, Yuri de Chain Chronicle, Nagisa Kaworu de Evangelion, Zeref de Fairy Tail, Femt de Kekkai Sensen, Akire Aru de Mirai Nikki, Zala Athrun de Gundam SEED, Yuuki Makoto de Persona 3 e Tsukasa Eishi de Shokugeki no Souma) enquanto PoH é dublado por Koyama Tsuyoshi(Gunther de Hozuki no Gekokujou, Ogre de Akame ga Kill e Tanakamaru Mougan de Tokyo Ghoul) dois excelentes dubladores que acabaram caindo em papéis fáceis de atuar.

Só fizeram o básico.
Só fizeram o básico.

 

Considerações Pessoais.

O que falar dessa temporada que não seja um ALO 2 parte 2 pois  War of Underworld é basicamente isso: um acidente de percurso corriqueiro entre os arcos decentes de  SAO, foi assim no próprio Alfheim Online, foi o arco da excalibur no GGO e se olhamos numa visão mais ampla Mother Rosario pode ser considerado um bom acidente de percurso num todo, mas ela é exceção para uma série que é focado num herói genérico com seu harém resolvendo os problemas de todos em sua volta, sei que o Kirito é o primeiro protagonista, sem contar hentais, com cabelo franjado negro que conquista todas só porque é bom, mas graças a SAO que esse clichê virou popular, tanto que admirávamos ele em 2012 por ser o típico herói, mas agora no ano 2020 ele só é mais um de muitos.

Relembrar é viver.
Relembrar é viver.

Não irei falar como a série me marcou pois já fiz isso na review do episódio 0, lá também possui minhas expectativas sobre essa parte, já como foram quebras é na review do episódio 1, por isso serei sucinto sobre minha crítica dessa temporada: bonito mas não marcante, muito porque o roteiro é fraco, para não dizer vergonha alheia, pois tudo que foi levantado em Alicization foi destruído e triturado nas duas partes de  War of Underworld, pensando que esse seria o último grande arco da franquia acabou sendo bem eficiente pois mostrou a parte boa e o resto de SAO sendo o ponto final o Kirito God mod quebrando o mundo ao seu bel-prazer, mas como palhaço que sou aceito com olhos fechados pois mesmo com todo o lixo que a série possui sendo mostrado bem na minha frente, irei continuar a consumir a franquia, pois ataca principalmente na minha nostalgia de sempre poder rever os personagens que gostava enfrentado desafios, talvez na próxima série, se não for o Progressive pois é uma oportunidade de ouro para angariar fãs novos e reconquistar os antigos, eu finalmente droperei-a para fazer algo decente.

Teremos mais Kirito Hacker no futuro.
Teremos mais Kirito Hacker no futuro.

Sinceramente não esperava que Alicization, um arco que reavivou meu desejo de assistir a franquia, acabasse pior que a primeira  temporada, para terem uma idéia do meu descontentamento, se a história seguisse a linha da primeira parte dela (só Alicization) daria 9/10 com facilidade, mas com não dou um 5,5/10 para ela, basicamente era isso que eu tinha para falar neste desabafo de Sao 3 Parte 3 como um todo, aqui é Jonh Vini e essa foi minha review desta série, estou à espera dos vossos Feedbacks do episódio e da temporada como um todo, também espero Feedbacks da review para melhorar minha escrita para vocês, não se afobem pois arrependimento mata, vamos discutir pacificamente é saudável e enriquece a vida e até mais, que venha Progressive.