Dono do site pirata Mangamura foi extraditado para o Japão

Dono do Mangamura foi preso

Depois de ser preso a 7 de julho de 2019 nas Filipinas, Romi Hoshino, a.k.a. Zakay Romi, o alegado dono do Mangamura, um dos maiores sites de partilha ilegal de mangás no Japão que fechou em 2018 após intervenção policial, foi esta terça feira extraditado para o Japão onde será julgado pelo crime de violação de direitos de autor e auxilio à pirataria.

O site Mangamura tornou-se num dos maiores sites de partilha ilegal de mangás e tal como o  também foi bloqueado no Japão pelos ISPs, no entanto, devido a toda esta pressão acabou por encerrar portas em abril de 2018.

Para além de Romi Hoshino também mais duas pessoas foram presas, um homem de 26 anos e uma mulher de 24 anos, sendo que o homem já se declarou culpado.

A Kodansha, a maior editora do Japão, e três outras empresas apresentaram queixas criminais à Polícia da Província de Fukuoka, à Polícia da Prefeitura de Oita e a outros departamentos de aplicação da lei, alegando que o site violava os seus direitos.

As denúncias, que foram apresentadas contra suspeito ou suspeitos desconhecidos, foram feitas em nome de artistas de mangá que são detentores de direitos autorais das obras pirateadas, incluindo Hajime Isayama (Attack on Titan) e Eiichiro Oda (One Pice).

O Mangamura foi lançado em janeiro de 2016 e tornou-se num grande sucesso no Japão. O grupo Anti-pirataria Content Overseas Distribution Association (CODA), que conta com a gigante de publicações Kodansha entre os seus membros, relata que entre setembro de 2017 e fevereiro de 2