Fate/Grand Order: Babylonia – Episódio 16: A tristeza da realidade

Artigo por Jonh Vini.

Não gosto de sentir tristeza, ninguém gosta, pois é um sentimento que sempre é relacionado a algo ruim como doenças, enfermidades(sei que isso é pleonasmo) e lembranças de tempos que não pode voltar mais, tal sentimento não ajudar a produzir nada, além de músicas de dor de cotovelo, mas não consigo sentir isso durante os minutos do episódio passado e nesse pois eu sei que mesmo com várias cenas pesadas haverá uma piada em algum momento, foi assim no episódio passado e nesse, apesar que foi apenas em uma cena.

A cota para os fãs a Rin
A cota para os fãs a Rin

Focando na parte triste do episódio: Porque!, porque fizeram aquilo com Siduri, como falei na review anterior eu tinha tomado spoiler nas redes sociais sobre o que ocorreu com ela, mas dessa vez me precavi e não vi nada relacionado a este episódio, mas as lágrimas não fugiram de mim naquela cena dela defendendo Enkidu/Kingu e ele “lembrando” de sua vivência com o douradinho e ela na Zigurate, mesmo sendo um flashback, mesmo sendo com a música de fundo não ajudando muito, ainda conseguiu me emocionar pelo seu significado, mas gerou um questionamento pois tivemos um encerramento representando o relacionamento dos três, mas ficou bastante deslocado pois ficaria melhor encaixado se aquela cena fosse colocado nos últimos minutos do episódio e não na metade inicial, culpa da direção que começou a errar bastante nesse episódio pois a cena anterior tivemos uma transição de cena bastante seca da perseguição dos Lahmus a Enkidu/Kingu.

Parabéns Cloverworks, conseguiram me fazer chorar.
Parabéns Cloverworks, conseguiram me fazer chorar.

A urgência foi o que ditou nesse episódio, afinal de contas a humanidade será extinta por seres extra plano que estão sendo representados por um monstro bastante fofo, sério quando a Tiamat abriu os olhos e vermos que são tão destoantes ao resto do design que gera uma incógnita: será que ela agirá de maneira forte mas com uma voz fofa, ou terá uma voz fofa agindo de igual expectativa; mas pelo menos tivemos mais uma sessão de lutas para lá de animadas.

À espera do moe
À espera do moe

Mais uma coisa que me surpreendeu, nem tanto para falar a verdade pois aparece na abertura, foi o fato que o Ushiwaka voltou como um Alter form, não na mesma maneira da Althuria nos filmes de Heaven’s Feel, mas o conceito é o mesmo: seu desejo foi corrompido por um meio externo e mesmo que esse motivo tenha sido dito rapidamente não gera nenhuma reclamação pois durante as lutas tivemos Ushiwaka falando expositivamente os sentimentos dela e aqui tivemos um bom uso desse “mal”.

A texugo corrompida.
A texugo corrompida.

Por fim minhas expectativas para o próximo episódio: bem quero logo o encontro do Gudao com a Tiamat, pois já sabemos que o Enkidu/Kingu vai ajudar nossos heróis em algum momento do clímax da obra, Gilgamesh também irá a luta para formar um time forte contra a ameaça de outro plano, mas o encontro entre Gudao e Tiamat vai ser interessante pois poderemos ter uma trágica-comédia com Tiamat dando um show de performance memorável, pois o diretor consegue fazer algo decente com um roteiro bom como esse escrito pessoalmente pelo Nasu, apesar que o próprio Nasu erra de vez enquanto.

Tá fácil acertar
Tá fácil acertar

Basicamente era isso que eu queria falar sobre esse episódio do gacha da babilônia, aqui é Jonh Vini e estou à espera dos vossos Feedbacks deste episódio e da review para melhorar, não se afobem pois as pessoas apenas morrem quando são mortas, discutir pacificamente é saudável e enriquece a vida e até mais.

O fim da ternura felicidade.
O fim da ternura felicidade.
Fundou o OtakuPT em 2007 e desde então já escreveu mais de 40 mil artigos sobre anime, mangá e videojogos.