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Veritas Tales: Witch of the Dark Castle é uma carta de amor no PC aos primórdios dos RPGs e fãs da Vanillaware

A Digitalis Publishing e a 15 Industry anunciaram que o jogo Veritas Tales: Witch of the Dark Castle vai receber lançamento no dia 9 de julho de 2026 para o PC (Steam) com textos em inglês, japonês e chinês simplificado.

Através da página de Veritas Tales: Witch of the Dark Castle na Steam podemos ler:

Assim que abrires este livro, deixarás de ser apenas um “leitor”. Veritas Tales: Witch of the Dark Castle é uma aventura de fantasia em formato de livro interativo, inspirada no espírito de The NeverEnding Story, uma obra totalmente criada à mão ao longo de seis anos por um veterano da indústria dos videojogos com 30 anos de experiência e passagem pela Vanillaware.

Características Principais:

Assim que abrires este livro, deixarás de ser apenas um leitor.

À medida que viras as páginas, terás de tomar decisões, enfrentar inimigos e evoluir. Poderás avançar de espada em punho, resolver situações através do diálogo ou simplesmente ignorar o perigo e continuar o teu caminho.

Cada escolha e cada lançamento de dados alteram diretamente a forma como o mundo reage à tua presença.

Seis anos de desenvolvimento. Trezentas ilustrações. Tudo desenhado por uma única pessoa.

Yoshio Nishimura, veterano da indústria dos videojogos com três décadas de experiência e antigo colaborador da Vanillaware, o estúdio responsável por jogos como Odin Sphere, Dragon’s Crown e 13 Sentinels: Aegis Rim, passou seis anos isolado numa remota aldeia montanhosa japonesa a desenvolver este projeto praticamente sozinho.

Todas as mais de 300 ilustrações foram desenhadas manualmente pelo próprio artista.

Nenhuma forma de Inteligência Artificial generativa foi utilizada em qualquer fase da produção. Segundo a equipa, o jogo possui uma identidade e uma alma que apenas podem existir numa obra verdadeiramente artesanal.

Um regresso às origens da fantasia, pronto para ser redescoberto.

Elden Ring, Baldur’s Gate III e Dungeon Meshi representam algumas das grandes referências modernas da fantasia atual, mas por detrás desses universos encontram-se os antigos gamebooks e RPGs de mesa que lhes deram origem.

Bruno Reis
Bruno Reis
Vindo de vários mundos e projetos, juntou-se à redação do Otakupt em 2020, pronto para informar todos os leitores com a sua experiência nas várias áreas da cultura alternativa. Assistiu de perto ao nascimento dos videojogos em Portugal até à sua atualidade, devora tudo o que seja japonês (menos a gastronomia), mas é também adepto de grandes histórias e personagens sejam essas produzidas em qualquer parte do globo terrestre.

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