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Crescent Tower: RISING vai transportar os fãs de RPG do PC para a saudosa era 8-bit

A AMATA Games e a Curry Croquette anunciaram que o jogo Crescent Tower: RISING vai receber lançamento para o PC (Steam) numa data ainda por revelar.

Crescent Tower: RISING adota a apresentação inspirada nos RPG clássicos dos anos enquanto recupera a estética, os gráficos e a sonoridade da era 8-bit, e introduz sistemas próprios para uma nova aventura. O jogo terá suporte em texto para inglês, francês, alemão, japonês, coreano, chinês tradicional e chinês simplificado.

A história decorre na capital imperial de Mayirdoam, onde surge uma vez a cada 50 anos a Tower of the Arc Moon, uma masmorra que ninguém conseguiu conquistar. Ninguém sabe o que existe no topo da torre, mas as lendas falam de uma joia capaz de realizar qualquer desejo e de uma poção que concede a imortalidade.

O diário deixado pelo homem que mais perto esteve de conquistar a torre acaba por inspirar uma nova geração de aventureiros. Ao longo da aventura, os jogadores acompanham diferentes protagonistas, cada com a sua própria origem, raça e classe. As suas histórias cruzam-se ao longo de cinco capítulos, até que estes aventureiros deixam de ser desconhecidos e formam um grupo capaz de enfrentar juntos os perigos da Tower of the Arc Moon.

O sistema de combate aposta num formato clássico por turnos, com cada personagem a possuir habilidades próprias que podem alterar o rumo dos confrontos. A personalização assume também um papel importante, com 14 classes disponíveis e a possibilidade de criar personagens de acordo com o estilo de jogo pretendido.

As habilidades aprendidas pelas personagens podem ser organizadas através de um sistema de skill blocks, permitindo combinar competências de diferentes formas e adaptar cada membro do grupo às necessidades da aventura. Esta liberdade deverá permitir criar grupos bastante distintos, mesmo quando partem das mesmas classes.

A exploração das masmorras terá igualmente um papel fundamental. Crescent Tower: RISING inclui um sistema de mapas que obriga os jogadores a cartografar o mundo exterior e as diferentes masmorras enquanto avançam por territórios desconhecidos. As informações descobertas nos mapas podem revelar novos caminhos e ajudar a encontrar segredos escondidos.

O jogo deverá durar entre 15 e 25 horas que claro vão depender do ritmo de exploração e da abordagem de cada jogador.

Bruno Reis
Bruno Reis
Vindo de vários mundos e projetos, juntou-se à redação do Otakupt em 2020, pronto para informar todos os leitores com a sua experiência nas várias áreas da cultura alternativa. Assistiu de perto ao nascimento dos videojogos em Portugal até à sua atualidade, devora tudo o que seja japonês (menos a gastronomia), mas é também adepto de grandes histórias e personagens sejam essas produzidas em qualquer parte do globo terrestre.

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