Taika Waititi admite que não tem a certeza que vai dirigir Akira

Taika Waititi admite que não tem a certeza que vai dirigir Akira

Recentemente vencedor de um Óscar, o diretor Taika Waititi (Thor: Ragnarok) depois da Warner Bros. remover o filme live-action de Akira da sua lista de filmes comentou junto da Variety que já não tem a certeza que vai dirigir o filme live-action.

Tudo ficou em pausa… Tivemos que continuar a adiar datas, e elas invadiram as datas de ‘Thor’, que eram imóveis. Então ‘Akira’ acabou por ser adiado dois anos. Pós-Thor (Love and Thunder). Portanto, não tenho a certeza se em dois anos estarei – não sei o que estou a fazer em dois dias… acho que eventualmente isso acontecerá. Só não tenho a certeza se eu farei isso.

Antes de ser adiado por tempo indeterminado o filme de Akira tinha estreia prevista para 21 de maio de 2020.

Anteriormente revelamos a polémica sinopse do filme que podem ler em baixo.

“Quando a telecinésia de um jovem é descoberta pelos militares, ele é levado para ser transformado numa super arma e o seu irmão deve correr para salvá-lo antes que Manhattan seja destruída pelos seus poderes. Kaneda é dono de um bar em Neo-Manhattan, que fica chocado quando o seu irmão Tetsuo é sequestrado por agentes do governo liderados pelo Coronel. Desesperado para ter o seu irmão de volta, Kaneda concorda em se juntar a Ky Reed e o seu movimento underground que tem a intenção de revelar ao mundo o que realmente aconteceu com a cidade de Nova York 30 anos atrás, quando foi destruída.

Kaneda acredita que as suas teorias são ridículas, mas depois de enfrentar o seu irmão fica chocado quando ele exibe poderes telecinéticos. Ky acredita que Tetsuo está prestes a libertar um menino. Akira, que assumiu o controle da mente de Tetsuo, Kaneda choca com as tropas do Coronel a caminho de impedir Tetsuo de libertar Akira, mas chega tarde demais. Akira logo emerge da sua prisão como cortesia de Tetsuo enquanto Kaneda corre para salvar o seu irmão antes que Akira destrua mais uma vez a ilha de Manhattan, como fez há trinta anos”.