TOP 7 Animes de 2021 – Felipe Soares

O ano de 2021 acabou, o ano de 2022 já se iniciou e junto temos uma nova temporada como os primeiros animes deste ano, porém é legal revisitar o que assistimos no decorrer do ano anterior e ver o que realmente valeu a pena cada segundo ser assistido. Neste texto irei falar quais os animes que formam meu TOP 7 animes do ano de 2021.

The Way of the Househusband

As duas partes da série produzidos pelo estúdio J.C.STAFF, a direção é de Chiaki Kon (Back Street Girls: Gokudolls, Bishoujo Senshi Sailor Moon Eternal Movie 1, Golden Time, Higurashi no Naku Koro ni) e o argumento é de Susumu Yamakawa (Back Street Girls: Gokudolls, Maiko-san Chi no Makanai-san). O anime tem em seu elenco Kenjiro Tsuda como Tatsu, Shizuka Itou como Miku e Kazuyuki Okitsu como Masa.

The Way of the Househusband (Gokushufudou) segue um membro aposentado da yakuza conhecido como “Immortal Tatsu”, que está a viver a sua carreira pós-crime como dono de casa. Ele ainda consegue encontrar problemas de vez em quando, só que desta vez no corredor do supermercado, em vez de um beco.

Totalmente voltado para a comédia, esta série anime trabalha em diversas pequenas esquetes os vários estereótipos que são populares em personagens Yakuza na cultura pop japonesa. Estes estereótipos Yakuza são extrapolados e misturados em situações do dia a dia da vida de dono de casa do “Immortal Tatsu”, isso acaba criando situações muito engraçadas e surreais em coisas que vão de uma visita ao mercado a cuidar de uma criança.

Um grande acerto para a série anime foi a escolha dos episódios terem em média 15 minutos, algo que é muito bom para quem deseja assistir algo mais leve em pouco tempo. O estilo de animação estática escolhido para The Way of the Househusband (Gokushufudou) funciona muito bem durante as situações das esquetes e acaba sendo até algo que trás um diferencial para a obra. A atuação do elenco de voz do anime casam muito bem com as situações e isso ajuda muito na dinâmica das esquetes. Por outro lado, a trilha sonora do anime não possui nenhum tema musical que ganhe destaque.

Tokyo Revengers

Tokyo Revengers 2 está em produção

A partir da produção de animação do estúdio  (The Heroic Legend of Arslan, Terra Formars, Hanebado!), a direção é de Koichi Hatsumi (Berserk: The Golden Age Arc I – The Egg of the King, Blue Exorcist: Kyoto Saga, Deadman Wonderland, Gangsta.), o argumento é de Yasuyuki Muto (Basilisk, Deadman Wonderland, Sengoku Basara – Samurai Kings) e o design de personagens é de Kenichi Ohnuki (Golden Kamuy, Gundam Build Fighters) e Keiko Ōta (Ace Attorney, Hyakko). A direção do som é de Satoki Iida e a música é da responsabilidade de Hiroaki Tsutsumi (Children of the Whales, Dr. Stone, Jujutsu Kaisen).

Assistindo às notícias, Takemichi Hanagaki descobre que a sua namorada, no começo do ensino médio, Hinata Tachibana, morreu. A única namorada que ele já teve foi morta por um grupo de vilões conhecido como Gang Manji de Tóquio. Ele mora num apartamento mau com paredes finas, e o seu chefe seis anos mais novo trata-o como um idiota. Além disso, ele é um total e completo virgem… No auge da sua vida no fundo do poço, ele repentinamente salta doze anos para trás para os dias do ensino médio!! Para salvar Hinata, e mudar a vida que ele passou a fugir, Takemichi, sem esperanças, deve procurar o topo do gangue mais sinistro de delinquentes de Kanto!

O que mais me chamou a atenção em acompanhar semanalmente Tokyo Revengers foi sua quebra de expectativas que existem em diversas outras obras, o protagonista é fraco fisicamente e não tem uma grande inteligência ou carisma visual em comparação com outros personagens, existe um pouco de influência religiosa no decorrer da obra (manji, valhala) e, principalmente, na série é mostrado o quanto que as gangues de delinquentes influenciam de forma negativa a vida dos personagens (não importe se é no passado ou no presente). O fator viagem no tempo acaba sendo apenas um artifício de roteiro para movimentar a história, afinal em nenhum momento existe uma explicação clara sobre como ela funciona de fato e o porquê de apenas Takemichi ter acesso a ela. Ainda assim, sua história ainda cai em alguns clichês ao se utilizar de algumas piadas de forma repetitivas. 

Mesmo que a obra possua personagem visualmente legais e carismáticos, sua animação não conseguiu acompanhar esta dinâmica e acabou falhando em diversos momentos, entre estes momentos estão os dois grandes clímax da obra em que ocorrem brigas generalizadas. O que acaba segurando muito bem estes momentos acaba sendo o elenco de voz da série e sua trilha sonora, que possui uma música tema bem marcante.

Komi Can’t Communicate

Com animação a cargo do estúdio OLM (Pokemon, Kenpuu Denki Berserk, Utawarerumono), a direção é de Kazuki Kawagoe (Beyblade Burst God, Beyblade Burst GT) com Ayumu Watanabe (Mysterious Girlfriend X, After the Rain, Children of the Sea) a atuar como diretor chefe. O guião é de Deko Akao (3D Kanojo: Real Girl, Akagami no Shirayuki-hime, Hige wo Soru. Soshite Joshikousei wo Hirou, Nazo no Kanojo X) e o design de personagens é de Atsuko Nakajima (Hakuoki: Demon of the Fleeting Blossom, Ranma ½, Tokyo Ghoul:re).

Em seu primeiro dia na Academia Privada Itan, Shouko Komi imediatamente recebe atenção e popularidade avassaladoras devido à sua beleza estoica e elegância refinada, razão pela qual ela é vista como uma deusa pelos seus colegas.

No entanto, apenas Hitohito Tadano, um aluno médio designado para se sentar ao lado dela na classe, é capaz de descobrir que, por trás do que todos acreditam, Komi na verdade tem um sério problema de comunicação com os outros. Tadano decide então ajudá-la a realizar o seu sonho de fazer cem amigos.

Como um todo, sinto que a série cumpre o seu propósito de mostrar que pessoas com dificuldade de comunicação social também podem se divertir com outras pessoas desde que recebam esta oportunidade. Isso ocorre de uma forma muito bem feita em pequenas esquetes com Komi-san passando por diversas situações diárias. Por outro lado, a obra acaba não faz uma abordagem mais incisiva sobre o que a personagem sofre por suas dificuldades de comunicação social. Também tenho reclamações sobre como a gag que alguns personagens possuem e que são usadas de forma repetitiva no decorrer da obra.

A animação da série não é a melhor tecnicamente na movimentação de personagens, mas ela traz muito diferencial em mesclar cenas que são muito bem trabalhadas artisticamente com momentos cartunescos. Isso só funciona através de uma edição e montagem bem trabalhada e da trilha sonora (ou a falta dela) que funciona na maioria das cenas.

SAKUGAN

Com produção do estúdio Satelight (Macross Frontier, Aquarion), a direção é de Jun’ichi Wada (WorldEnd, Caligula), Yuji Iwahara (King of Thorn, Darker Than Black, Dimension W) é responsável pelo design dos personagens, o conceito dos designs é de Kazumi Kōda (NieR: Automata), o design mecânico é de Stanislas Brunet (Macross Delta) e o som é da responsabilidade de Eriko Kimura.

No futuro distante, a humanidade vive em Colônias abarrotadas, divididas por rochedos. Fora das Colônias, há uma vasta área inabitada e perigosa, conhecida como O Labirinto. Aqueles que se aventuram em explorar o Labirinto e mapear a região são conhecidos como Marcadores. Memenpu é uma jovem que quer ser uma Marcadora, e Gagamba é um homem que abandonou a profissão. Esta dupla improvável de pai e filha vão se aventurar pelos perigos do Labirinto! “Se não há um caminho, cave um!”

Quando escrevi o texto com as primeiras impressões de SAKUGAN para o OtakuPT, através de um convite feito pela Crunchyroll, fiquei impressionado com a proposta e as possibilidades de universo que a série possuía. No decorrer de seus 12 episódios, esta primeira temporada da série apresentou um universo muito interessante, mostrando cidadelas que visam preservar culturas e conhecimentos humanos, além de falar sobre preservação ambiental. A relação dos personagens é bem voltada à temática familiar, principalmente a relação de Memenpu e Gagamba, e também é abordada de forma bem competente sobre a questão da busca pelo próprio sonho. Gosto como a história da série é contada de forma muito competente através de um road movie em que a maioria dos episódios servem para apresentar seu universo, porém, ele acaba deixando muitos mistérios em aberto e respostas pela metade e isso acaba sendo um ponto negativo para a série.

A produção da série como um todo é muito boa, com um estilo visual muito interessante, personagens com visual bem característicos e únicos e diversos detalhes visuais. O visual dos mechas principais é legal, principalmente o Tonhão, porém, o visual dos mechas dos antagonistas é bem genérico e próximo dos mechas de personagens aleatórios. A dinâmica da edição dos episódios funcionou muito para as cenas de comédia, com destaque para o episódio sete. 

Yuru Camp△ SEASON 2

Esta série foi produzida pelo estúdio  (STARMYU, Dragonar Academy), a direção é de  (diretor de episódios de Kuroko’s Basketball e Robotics;Notes), o argumento é de Jin Tanaka (Kirakira ☆ Precure a la Mode, Anne-Happy) e o design de personagens é de Mutsumi Sasaki (Dragonar Academy, Chaos;HEAd, Phantom ~Requiem for the Phantom~).

A série segue a história de duas jovens. Rin gosta de ir acampar sozinha pelos lagos que proporcionam uma vista panorâmica do Monte Fuji. Nadeshiko adora fazer passeios de ciclismo sozinha para lugares onde ela possa ver o Monte Fuji. Depois de se encontrarem, Rin e Nadeshiko fazem viagens de campismo, comem ramen juntas e aproveitam a paisagem.

Esta série possui uma produção simples, uma história simples, personagens simples, mas que o faz ele entrar nesse top se tudo nele é simples? Bom, ele consegue fazer as coisas de forma muito competente. Mesmo que sua animação não seja aquela que enche os olhos, ela é extremamente competente para funcionar dentro do seu propósito, mostrar belas paisagens dos locais em que os personagens passam para acampar.

Havia um risco bem grande dessa segunda temporada do anime acabar sendo mais do mesmo, porém gostei que foi colocado um pouco de conflito sobre o que pode acontecer quando uma pessoa inexperiente vai acampar sem se informar corretamente das condições do terreno. Também é explorada a diferença de experiência entre alguém mais novo e uma pessoa mais velha. Tudo isso ocorre de forma bem natural e divertida, fazendo com que o público sinta aquela vontade de querer acampar também no final de todo episódio.

Dragon Quest: The Adventure of Dai

Imagem promocional da série anime Dragon Quest: The Adventure of Dai

O anime é a adaptação do mangá com o mesmo nome de Riku Sanjo e Kôji Inada e baseado no RPG Dragon Quest. A Toei Animation está a produzir o anime, que possui animação híbrida em animação CG e 2D. a direção é de Kazuya Karasawa (diretor de episódios de Dragon Ball Super, storyboards de Dragon Ball Super: Broly), o guião é de Katsuhiko Chiba (Rune Soldier, Baby Steps, Tiger Mask W), o design de personagens é de Emiko Miyamoto (Maho Girls Precure!) e a direção de arte é de Ayaka Fujii (Studio Pablo).

Na história, após a derrota do lorde demônio Hadlar, todos os monstros foram libertados da sua má vontade e mudaram-se para a ilha de Delmurin para viver em paz. Dai é o único ser humano que vive na ilha. Tendo sido criado pelo bondoso monstro Brass, o sonho de Dai é crescer e tornar-se um herói. Ele torna-se num quando Hadlar é ressuscitado e o herói anterior, Avan, vem treinar Dai para ajudar na batalha. Mas Hadlar, que agora trabalha para um lorde demoníaco ainda mais poderoso, vem matar Avan. Para salvar os seus alunos, Avan usa um feitiço de auto-sacrifício para atacar, mas é incapaz de derrotar Hadlar. Quando parece que ele e Pop, outro aluno de Avan, estão condenados, uma marca aparece na testa de Dai e ele de repente ganha super poderes e é capaz de afastar Hadlar. Os dois estudantes partem numa jornada para vingar Avan e trazer a paz de volta ao mundo.

Apesar de ter tido o seu início lançado em outubro de 2020, Dragon Quest: The Adventure of Dai (Dragon Quest: Dai no Daibouken) teve a maioria de seus episódios lançados em 2021 e eu só vim a começar a acompanhar a série no ano passado. Mesmo possuindo uma história simples dentro de um universo bem interessante, o anime consegue ser muito competente em contar uma história envolvendo o crescimento de um herói. Além do Dai, ver a evolução de seus companheiros de forma bem natural acaba fazendo com que a série consiga ser bastante emocionante e divertida em vários momentos. Até mesmo os vilões possuem uma evolução no decorrer da obra, o que faz com que eles tenham uma dimensão maior do que ser apenas maus.

Mesmo sendo uma série com exibição semanal, a animação produzida pela Toei é muito competente. A animação 2D é bem colorida e muito bem dinâmica, mas o destaque acaba sendo para as cenas de ação produzidas em 3D e CG. As cenas em 3D ocorrem em momento chave na série, mas sua produção em questão de movimentação de personagens e mesclagem em animação 2D é de encher os olhos. A trilha sonora da série também é outro fator positivo, com músicas temas que ficam na cabeça.  

NOMAD: Megalo Box 2

Megalobox 2 Nomad teaser visual

Esta continuação direta do anime Megalo Box possui animação pela  (Lupin III, ReLIFE), a direção é de You Moriyama (diretor de animação de Lupin III: The Woman Called Fujiko Mine, e designer de Kabaneri of the Iron Fortress e Attack on Titan), o guião é da autoria de Katsuhiko Manabe (Shin Kyūseishu Densetsu Hokuto no Ken: Raoh-den Gekitō no Shō, Shin Kyūseishu Densetsu Hokuto no Ken: Raoh-den Junai no Shō) e Kensaku Kojima (Shinya Shokudō).

No final, Joe “Gearless” foi quem reinou como o campeão da Megalonia, um torneio Megalobox inédito. Os fãs de todos os lugares ficaram hipnotizados pela ascensão meteórica de Joe, que saltou do anel subterrâneo mais profundo para o topo em apenas três meses e sem o uso de equipamento. Sete anos depois, “Gearless” Joe estava mais uma vez a lutar em lutas underground. Adornado com cicatrizes e mais uma vez vestindo o seu equipamento, mas agora conhecido apenas como Nomad.

Mesmo que esta nova série possua um roteiro mais intimista e pessoal, novamente vemos o Boxe sendo usado como um artifício para o desenvolvimento dos personagens. Ele possui uma primeira parte que expande o mundo da série ao mostrar migrantes em uma terra estrangeira. Gosto muito como no decorrer da jornada da história da obra ocorre expectativas que são quebradas através de abordagem mais humanas. O desenvolvimento dos personagens vai além daqueles apresentados na primeira temporada da obra e ainda aborda as temáticas do arrependimento e por fora ainda discute sobre ética científica e experiência em humanos.

Novamente a animação da série é muito bem produzida, como uma boa fotografia em diversos momentos dentro e fora das lutas e edição de som bem produzida. Porém, a série possui uma trilha sonora bem genérica em diversos momentos e suas músicas de abertura e encerramento são esquecíveis.

Menção Honrosa: Shiroi Suna no Aquatope

Novo trailer de Shiroi Suna no Aquatope revela tema da abertura

Com animação do estúdio  (True Tears, Angel Beats!, Another, Shirobako, Charlotte), a direção é de Toshiya Shinohara (Black Butler, IRODUKU: The World in Colors, A Lull in the Sea), o argumento é de Yuuko Kakihara (IRODUKU: The World in Colors, Digimon Adventure tri. films) e o design de personagens é de Yuki Akiyama (IRODUKU: The World in Colors, The Eccentric Family 2). O design de personagens original é de U35 (Lapis Re:LiGHTs). Akiyama também é o diretor de animação. O Project Tingala é creditado com o trabalho original e Yoshiaki Dewa (A Lull in the Sea, Flying Witch) está a compor a música.

A história acontece no Gama Gama Aquarium, um pequeno aquário em Okinawa, a uma hora de Naha. Kukuru Misakino é uma estudante do ensino médio de 18 anos que trabalha lá, e ela conhece o “segredo” do aquário: às vezes podemos ver coisas misteriosas. Um dia, Kukuru encontra Fuuka, parada à frente de um tanque de água com cabelos soltos e uma lágrima escorrendo pelo rosto. Fuuka desistiu do seu sonho de se tornar uma idol e fugiu de Tóquio para Okinawa. Querendo encontrar um lugar ao qual pertencer, Fuuka pede sinceramente para trabalhar no aquário. O anime segue Kukuru e Fuuka enquanto elas lidam com as questões do segredo do aquário e a crise iminente do seu possível fechamento.

O principal motivo para Shiroi Suna no Aquatope (Aquatope on White Sand) receber esta menção honrosa é que ele vai um pouco fora da caixa da maioria das produções anime atuais. Sua história desenvolve a busca pelo sonho do grupo de protagonistas, mas de uma forma que mostra que essa busca nem sempre é do jeito que é esperado. Apesar de sua sinopse ir mais para o lado fantástico, fica bem claro no decorrer da obra que são as pessoas que fazem a experiência que transforma o local em fantástico. Por outro lado, a série acaba tendo sua segunda parte bem insatisfatória, com alguns personagens novos pouco explorados, jogando alguns temas que são poucos desenvolvidos, como assédio moral no trabalho, ou que são resolvidos de forma corrida e com pouco impacto.

Em questões técnicas a série bem satisfatórias, é visualmente bem bonita em diversos momentos e com personagens visualmente interessantes. Porém, o uso de CG em alguns momento em que os animais ganham destaque acabam gerando momentos de total estranheza. 

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João Vítor Nerís
João Vítor Nerís
17 , Janeiro , 2022 20:20

tirando o LIXO de Tokyo Revengers e Sakugan esse top esta incrivel

Gabriel Augusto Vidigal
Gabriel Augusto Vidigal
18 , Janeiro , 2022 0:38

Praticamente o único desses que entrou no meu top 10 foi Megalo Box, mas nada de rui em diferenças de opiniões.

Zoom
Zoom
17 , Janeiro , 2022 23:14

gostei do seu top, só faltou ODD Taxi, de resto ta otimo.

Felipe Soares
Felipe Soares
Reply to  Zoom
18 , Janeiro , 2022 0:24

Não consegui assistir ODD Taxi a tempo dele ter chance de concorrer a uma vaga na lista. 😐

Samuel Silva
Samuel Silva
Reply to  Felipe Soares
18 , Janeiro , 2022 22:05

Quando tiveres tempo vê, Felipe. Não esperes pelo filme. Até podes acabar por não gostar muito, (o que não acredito), mas é impossível ficar indiferente a Odd Taxi.